Economia

Braslar fabricará fogões em PG a partir de fevereiro

Luciana R. Brick

03/01/2012 às 06:00 - Atualizado em 02/09/2012 às 21:37

 

 

 

Fábio Mataveli

 Chuva está atrapalhando finalização da fábrica. Inauguração será em fevereiro

 

 

 

No mercado nacional há 10 anos, a Braslar Eletrodomésticos pretende começar a fabricar fogões em Ponta Grossa em fevereiro. Inicialmente, a inauguração da fábrica no distrito industrial estava prevista para a segunda quinzena deste mês, mas devido a atrasos na obra foi transferida. A indústria terá capacidade instalada para produzir mais de 10 mil peças por mês, ou seja, volume maior que o fabricado hoje na unidade de São José dos Pinhais.

De acordo com Orceli Alves Martins, diretor da Braslar, as chuvas estão interferindo no processo de instalação da planta fabril. “Ainda não conseguimos arrumar a rua em frente da empresa. A chuva tem atrapalhado bastante”, conta. O barracão que receberá as instalações começou a ser construído ainda no começo de 2011. “Entre junho e julho do ano passado começamos as instalações elétrica e pneumática. Agora, precisamos fazer as divisórias na fábrica”, explica.

Segundo ele, o aumento da produção dependerá também do mercado. “Queremos fabricar uma quantidade maior que em Curitiba, mas para isto dependemos também do mercado”, fala. A fábrica da capital – com 2,5 mil metros quadrados – será futuramente desativada.

Quanto a geração de empregos, Orceli diz que 90% da mão de obra será contratada na cidade. Serão em torno de 180 empregos diretos. Quem estiver interessado em uma vaga pode procurar a Agência do Trabalhador, a partir de hoje. “Nas próximas semanas, iniciaremos o treinamento dos novos trabalhadores. Agora, estamos iniciando as contratações”, esclarece.

Marca

Em barracão de aproximadamente 6,4 mil metros quadrados, a Braslar colocará no mercado fogões a gás e lenha. Em setembro de 2009, quando anunciou a fábrica em Ponta Grossa, a empresa exportava para o Panamá, Paraguai, Uruguai, Chile, Bolívia, Venezuela, Angola, entre outros países. O início da construção atrasou porque o projeto foi revisto e o barracão ampliado. Na época, o investimento estimado passava de R$ 1,5 milhão.

 

 

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