Série Especial DC

Programa de concessão garante socorro médico de emergência

Marcos Silva

08/10/2017 às 19:45 - Atualizado em 08/10/2017 às 19:45

Muitas pessoas não sabem, mas grande parte dos recursos obtidos no programa de concessão de rodovias com a cobrança do pedágio são revertidos em serviços para os próprios motoristas que trafegam pelas rodovias concessionadas.

Talvez você ou alguém da sua família conheça um dos profissionais que integra a grande equipe que atua, 24 horas por dia e durante os sete dias da semana, ao longo das rodovias do Paraná.

Ao longo dos últimos 20 anos, a atuação destas equipes resultou na redução do número de mortes em decorrência dos acidentes nas rodovias e na melhora significativa no quadro clínico das vítimas.

 

Arquigo DC
É o dinheiro da tarifa de pedágio que garante este atendimento

 

Porém, o reflexo do trabalho pode ser aferido de outras formas. Neste tipo de serviço, onde o tempo pode significar vida ou morte, a rapidez no atendimento é fundamental.

Na maioria dos casos, e por força de contrato, nas rodovias concedidas o tempo de chegada das equipes é o menor possível.

 

 

"Eu estava dirigindo, para buscar a minha filha, quando passei mal e precisei parar na rodovia. Eu acionei o atendimento da concessionária e pedir ajuda. Eles chegaram ‘rapidamente, fizeram todo o atendimento e me trataram muito bem. Eles só foram embora, só me liberaram, depois de confirmar eu realmente estava bem e que tinha as condições de saúde para seguir viagem”

Maria Aparecida Cordeiro
Aposentada

Para além da agilidade, outro aspecto é crucial nestes momentos. A qualificação dos profissionais envolvidos. O médico Dalton Scarpin Gomes, coordenador de Treinamento das equipes de Atendimento Pré-Hospitalar da CCR RodoNorte, explica que para ser liberado para atuar em uma situação real de acidente, um resgatista passa por uma série preparações. “Na realidade, diversos fatores são considerados, desde o momento em que a pessoa é selecionada para participar do treinamento inicial, passando por mais de 110 horas do curso de imersão, outras tantas de monitoria até chegar ao estágio final, de um acidente real”, enfatiza.

 

Muitas pessoas não sabem, mas grande parte dos recursos obtidos no programa de concessão de rodovias com a cobrança do pedágio são revertidos em serviços para os próprios motoristas que trafegam pelas rodovias concessionadas.

Talvez você ou alguém da sua família conheça um dos profissionais que integra a grande equipe que atua, 24 horas por dia e durante os sete dias da semana, ao longo das rodovias do Paraná.

Ao longo dos últimos 20 anos, a atuação destas equipes resultou na redução do número de mortes em decorrência dos acidentes nas rodovias e na melhora significativa no quadro clínico das vítimas.

Porém, o reflexo do trabalho pode ser aferido de outras formas. Neste tipo de serviço, onde o tempo pode significar vida ou morte, a rapidez no atendimento é fundamental.

Na maioria dos casos, e por força de contrato, nas rodovias concedidas o tempo de chegada das equipes é o menor possível.

Para além da agilidade, outro aspecto é crucial nestes momentos. A qualificação dos profissionais envolvidos. O médico Dalton Scarpin Gomes, coordenador de Treinamento das equipes de Atendimento Pré-Hospitalar da CCR RodoNorte, explica que para ser liberado para atuar em uma situação real de acidente, um resgatista passa por uma série preparações. “Na realidade, diversos fatores são considerados, desde o momento em que a pessoa é selecionada para participar do treinamento inicial, passando por mais de 110 horas do curso de imersão, outras tantas de monitoria até chegar ao estágio final, de um acidente real”, enfatiza.

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