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Bandidos agem com ousadia e violência extrema em PG

Luana Souza

09/08/2017 às 00:00 - Atualizado em 10/08/2017 às 15:17

Casos de assaltos e confrontos com a polícia têm deixado a população de Ponta Grossa com sentimentos de medo e insegurança. Não é de hoje que quadrilhas agem com extrema violência durante roubos em residências, estabelecimentos comerciais, bem como a pedestres. Um caso grave foi registrado na noite de terça-feira (8) quando assaltantes fizeram um arrastão a um bar de Ponta Grossa.

 

Fábio Matavelli
Envolvidos em confrontos ocorrido na segunda foram encaminhados ao hospital pelo Siate

 

No entanto, uma situação que também tem chamado a atenção são os casos de confrontos. A audácia de pessoas envolvidas com o crime chega ao extremo quando estas passam a atirar contra policiais na tentativa de escapar da prisão.

Somente nesta semana, foram registrados dois casos de confrontos envolvendo suspeitos de assaltos e a Polícia Militar. Dois jovens acusados de praticar série de roubos e ‘aterrorizar’ moradores da Vila Borato, em Ponta Grossa, foram baleados após trocar tiros com a PM. Os suspeitos acabaram atingidos e encaminhados ao hospital. Um deles já recebeu alta e foi preso.

Na semana passada, em Carambeí, um caminhoneiro atirou contra policiais militares em um posto de combustíveis na PR-151, durante uma abordagem. Na ocasião, um dos policiais foi baleado na mão e no rosto. O agressor também foi atingido na perna e levado ao hospital sob escolta.

Prevenção

Casos como estes também chamam a atenção da Polícia Militar, que age de forma preventiva para combater série de crimes na cidade. "Quando a PM se depara com situações de flagrantes, agimos dentro das técnicas e respeitamos a dignidade humana. Quando o policial dá ordem de parada e o suspeito atira para se livrar da penalidade, este policial acaba se defendendo", explica o tenente-coronel do 1° Batalhão da Polícia Militar, Edmauro de Oliveira Assunção.

Assunção ressalta que as equipes agem somente para se proteger. "Nas últimas situações de confronto, não houve óbito. A polícia agiu de maneira menos letal, preservando dentro da dinâmica para tentar se defender. Não existem casos de confronto onde a polícia chega atirando. A população pode confiar no trabalho da PM", ressalta.

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