Coluna da Academia
12 de Outubro - Dia da Criança

Odenir Follador

Dos bons tempos de criança
também hoje, bem me lembro!
Da grande paz e bonança
pelos campos de setembro.

Nesta época da revolução eletrônica, contamos com notáveis e incontáveis recursos tecnológicos. Inúmeras são as opções criadas, para atender a todos os tipos de necessidade e, aos mais diversificados gostos dos consumidores, todos destinados às pesquisas, informações, cultura e diversões.

Porém, podemos observar que, as crianças principalmente, estão cada vez mais conectadas a este mundo mágico da tecnologia e, também, cada vez mais sedentárias. Há necessidade hoje, de mostrar a elas, que é possível conciliar esta era contemporânea com as brincadeiras da infância de outrora, onde as crianças se reuniam festivamente, em diversas brincadeiras.

Em pleno século atual, a maioria das crianças, desconhece o real significado de “brincar”. Palavra pequena e, ao mesmo tempo grandiosa e prazerosa. Podemos afirmar que as brincadeiras sofreram evoluções, mas a essência “criança” permanece. Voltando um pouco no tempo, vejamos como as brincadeiras tão inocentes, faziam parte, do dia a dia das crianças àquela época: brincadeiras de roda, cirandinha, pular amarelinha, pular elástico, pular corda, pião, bolinhas-de-gude, perna-de-pau, bete-ombro, etc.

Na maioria, os brinquedos eram confeccionados manualmente, e a confecção de cada um deles, requeria esforço, criatividade, concentração e habilidade. O mais importante em tudo isso era a união, a participação entre os colegas, e trabalho em equipe, para que, os brinquedos criados tivessem o efeito desejado. Dessa forma, todos ficavam satisfeitos. Era comum ver as crianças correndo, brincando nas ruas, campos e lagos, onde o horizonte era o limite.

Brincar é acima de tudo, produzir prazer, vivenciar momentos e lugares aprazíveis com seus amigos, onde eles buscam nas brincadeiras uma forma de extravasarem suas energias; unindo-as numa forma de criatividade, integração, companheirismo, socialização e autoestima. É também através das brincadeiras que eles aprendem a seguir, respeitar e criar regras, se conscientizando que todos são iguais em cor, raça e religião. O ato de brincar é indispensável à saúde física, mental e ao aprendizado em geral.

 

Oh! Nostalgia... Da alegria, dos brinquedos e brincadeiras da infância,

que tivemos um dia!

 

História de Nossa Senhora Aparecida

Nossa Senhora, como carinhosamente é conhecida em nosso país, do qual é padroeira. Ela é venerada numa estátua de Nossa Senhora da Conceição, adornada com um manto azul todo bordado e está exposta na Basílica de Nossa Senhora Aparecida, na cidade de Aparecida no Estado de São Paulo. A data de sua festa é celebrada no dia 12 de outubro, feriado no Brasil desde 1980, quando a basílica foi consagrada pelo Papa João Paulo II, quando da sua primeira vinda ao Brasil. Nesta data, também é comemorado o dia das crianças. A basílica de Aparecida, que recebe o maior número de visitantes no mundo, é a segunda maior do planeta, com a impressionante capacidade de abrigar 45 mil romeiros em seu interior.

Em 1743 e 1757, os padres José Alves Vilela, João de Morais e Aguiar, respectivamente, registraram esses fatos nos livros da Paróquia de Santo Antônio de Guaratinguetá, pertencente à região onde a imagem apareceu em outubro de 1717. Fatos assim acontecidos:

O governante da capitania de São Paulo e Minas de Ouro, Dom Pedro de Almeida, que detinha também, o título de “Conde de Assumar”, de passagem pela cidade de Guaratinguetá no Estado de São Paulo com destino à Vila Rica em Minas Gerais, foi recebido festivamente pela população que, organizou uma grande festa em homenagem ao Governador. Começaram a preparação das comidas, e alguns pescadores foram até o rio Paraíba, nas proximidades, para trazerem muitos peixes para a comitiva do Conde, mesmo sabendo que não era tempo de pesca, uma missão difícil!

João Alves, Domingos Garcia e Filipe Pedroso, preocupados pela missão recebida, rezaram pedindo a intercessão da Mãe de Deus. E assim, nas proximidades do Porto Itaguaçu, lançaram a rede várias vezes, sem sucesso. Já estavam por desistir, quando João Alves lançou a rede de novo. E novamente nenhum peixe, mas, para surpresa dos pescadores, havia uma imagem na rede. Era a imagem de Nossa Senhora da Conceição. Observaram que faltava a cabeça, então emocionado ele lançou novamente a rede e, eis que resgatou a cabeça, a qual se encaixou corretamente na imagem. Fato esse, que já foi considerado um grande milagre.

Após o acontecido, resolveram lançar novamente a rede, e pegaram uma imensa quantidade de peixes que, tiveram de retornar ao porto com medo de que a canoa virasse. E assim, chegaram à cidade alegres e emocionados, com tudo o que passaram e presenciaram. Foram recebidos pela população e pela comitiva, que entenderam o fato como uma intervenção Divina. Acontecendo assim, o primeiro dos inúmeros milagres de Nossa Senhora Aparecida.

 

Pesquisa realizada em:

Fonte: <https://cruzterrasanta.com.br/historia-de-nossa-senhora-aparecida/21/102/>acesso em: 11.09.18.

 

 

 

NOSSA SENHORA APARECIDA

 

 

Uma festa, a população preparou

para receber o Conde Assumar

que a Guaratinguetá chegou;

depois de, em Vila Rica, passar.

 

E para completarem a refeição,

pescadores foram ao rio Paraíba,

preocupados, pela difícil missão

de conseguirem peixes à comitiva.

 

Não era tempo de pesca na cidade;

Filipe Pedroso, Domingos Garcia

e João Alves, pela responsabilidade,

rezaram à Mãe de Jesus... Maria.

 

No Porto Itaguaçu, lançaram a rede

muitas e muitas vezes, sem sucesso;

estavam cansados, com fome e sede...

Já desistindo, pensaram no regresso.

 

Mas, outra vez foi lançada pelo João,

e que surpresa! Havia nela a imagem

de Nossa Senhora da Conceição!

Porém, sem a cabeça, ao observarem.

 

Emocionado, de novo a rede lançou...

A cabeça resgatou, e se alegraram,

pois, à pequena imagem se encaixou;

esse fato, já foi um milagre... Choraram!

 

Logo, continuaram a rede lançar

e centenas de peixes pegaram;

pra canoa não virar, resolveram voltar

e à Guaratinguetá eles retornaram.

 

A população radiantes de alegria

creram na mediação Divina acontecida;

primeiro de muitos milagres àquele dia

pela ação de N. Senhora Aparecida!

 

Odenir Follador

Boca faminta
Cássio Murilo
Crônica e foto integram o livro "Surreal Verossímil"

Atrás das grades, incrustadas nos muros, nas paredes, bocas obtusas guardam o escuro.

Elas não são livres, jamais serão, mas abarcam toda a liberdade que se possa alçar em expressão.

A mão precisa de ousadia, vontade destemida para cruzar as grades e, em gesto invertido, vergar a tampa da boca. A boca que tudo come, tudo abarca. Mastiga? Não, para isso não tem autonomia, é só uma boca e não um trato digestivo completo. Não tem sequer esôfago, ou estômago, muito menos intestinos de qualquer calibre. Também não alimenta a si. Não possui braços, incapaz de nutrir-se, espera e empresta de outros, em mãos ousadas que lhe ofertem a nutrição.

O que chega até ela? Notícias, anúncios, convites e as tão temidas contas. Mesmo aparentemente inofensiva, torna-se mortífera, quando em pedaços mal impressos boletos e notificações esvaem-se em pedidos de pagamentos. Agora, a boca que não mastiga parece triturar os ânimos de quem cogita e teme o bolso vazio. Uma boca que reivindica. Não é apenas um porta-voz? Acho que não, voz não tem. Porta-silêncio? É possível, também, na docilidade dos momentos. Nunca ousou fazer mal a alguém, sempre na esperança do que vem.

Eu entregava envelopes em cartas etiquetadas, coladas, e esperava que eles se entregassem em leves toques, ansiosos por mergulhar na boca, sedentos por outros gestos que os receberiam. Temem o anonimato da boca profunda? O papel acaricia os dedos, prepara a cinestesia para abarcar em endereço, viagem rumo ao remetente marcado. Esperança diária no que vem? Será que sustém? Um selo lacrado num amém. A boca segue esfomeada, a cada hora gulosa por novos papéis. Propagandas, endereços sortidos de quitutes convidativos, folhetos de pizzas aguardando serem pedidas e entregues, lanches para famintos a qualquer hora, circo novo na cidade, cartas para um suposto Papai-Noel.

E se a boca tivesse autonomia? E se fosse desbravar dos remetentes os pedidos? Por onde começaria? Investigações sem pudor, cartomantes que ofertam a sorte para "segurar" um amor, obter dinheiro e curar, milagrosamente, a saúde desregrada. Será? Creio que nem a boca acredita, mas ela gosta quando os milhares de papéis e malas-diretas se avolumam. Uma vida útil e intensa, assim deve se comportar uma boca domiciliar. Reclamar? Jamais, enquanto os dias ofertam impressos e manuscritos, os mais diversos. Uma boca que bendiga tudo que vem pela vida.

Paladar reciclado

Nas agências postais, um volume colossal de papéis em circulação. Entram e saem em fluxo à disposição. Quem dera saborear o gosto da vida em cada palavra a salivar. Mandíbula agressiva, um mundo a degustar.

 

 

Autora: Renata Regis Florisbelo

Faróis urbanos

Sinal de luz, olhos em forma de faróis gentis. O biarticulado, gigante, não se impõe, segue cauteloso em vez disso. Curvas generosas, não se furta a esperar os passageiros atrasados e os pedestres distraídos e destrambelhados. Sinal verde, segue passagem, mesmo durante os desmandos dos dias de chuva.

Quando eu era criança, pensava que a expressão motorista de ônibus fosse somente atribuída a homens, afinal, só eles empunhavam aqueles volantes. Geralmente, senhores mais maduros, que na tez tranquila, ainda sorriam com a peraltice da gurizada na volta da escola.

Hoje, nas aceleradas ruas das cidades, os soberanos urbanos e coloridos aparecem em novos contornos, afluem macios e maviosos em mãos femininas. Parece tão insignificante, mas meus olhos se marearam em órbitas contemplativas quando vi o primeiro ônibus municipal dirigido por uma mulher. Para a área de recursos humanos da empresa contratante, pouco significa, apenas preencher as colunas dos gêneros masculino e feminino, mantendo os demais requisitos de qualificação. Mas, para o coração feminino é uma imagem arquetípica, daquela que gera e gesta, expande seu ventre, em gestação surreal, colossal e sai pela cidade afora, recolhendo, trazendo para dentro de si e transportando, em segurança, os passageiros até seus destinos. Partos e nascimentos, entregues a cada parada de ônibus.

Uma mulher que dirige sua própria vida, e conduz, delicadamente, outros que seguem suas próprias direções. No ponto de ônibus estão filhos, amigos, vizinhos, colegas de trabalho, todos aqueles que, em algum momento, demandam ajuda para seguir adiante em suas vidas. Para afluir em vida e cruzar os caminhos que se façam necessários em suas escolhas. Esta mulher motorista não determina a vida de ninguém, aceita e respeita profunda e sabiamente as decisões alheias e usa toda sua capacidade, auxiliando no processo que leva ao caminho, que caminha na direção do rumo. No alento de quem segue, uma direção, um farol a nos avisar dos escolhos.

Sanfonado musical

As mãos se posicionam, tocam, são a própria orquestra e os músicos, formam um conjunto que no movimento exala som. A sanfona tem melodia alegre, o fole dança as notas emitidas de si. Os pulmões vigorosos do instrumento soltam o ar e com ele a música. A sanfona do biarticulado, pelas ruas da cidade, emite uma canção que alegra, quando a mulher, motorista, feliz na lida, toca e anima.

Cássio Murilo
Homenagem às mulheres motoristas de ônibus

Lançamento de livro: autoria feminina

Com a presença significativa de escritores, pesquisadores e comunidade em geral, foi  lançado o livro “A literatura de autoria feminina em suas interdi(c)ções”, organizado pelas professoras Marly Catarina Soares e Luísa Cristina dos Santos Fontes. A obra integra a Série Referência da Editora Estúdio Texto e foi lançada em Ponta Grossa no dia 3 de março. O evento, com sessão de autógrafos, aconteceu nas Livrarias Curitiba do Shopping Palladium.

“A literatura de autoria feminina em suas interdi(c)ções” leva a assinatura de Ana Carolina Andrade PessanhaCavagnoli (UFSC), Danielle de Luna e Silva (UFPB), Denise Borille de Abreu (PUC Minas), Fabiana Rodrigues Carrijo (UFG), Larissa de Cássia Antunes Ribeiro (UFPR), Luana Raquel Ruths Vieira (UEPG), Luciana Borges (UFG), Luísa Cristina dos Santos Fontes (UEPG), Maristela Scremin Valério (UNICENTRO), Marly Catarina Soares (UEPG), Suely Leite (UEL) e Thatiane Prochner (UEPG). O livro está à venda na Livraria Curitiba (Palladium) e na própria editora. A sequência de fotos é do fotógrafo Edison Luiz.

 

Os escritores e suas obras

A Academia de Letras dos Campos Gerais – ALCG retoma o projeto “O escritor e sua obra”, por meio do qual, autores apresentam ao público suas motivações, técnicas, processos e particularidades na escrita. A iniciativa traz a possibilidade de conhecer a sistemática de concepção literária de seus agentes e unir leitores, outros escritores e interessados em geral. Idealizado por Aída Mansani Lavalle, presidente da ALCG, durante o ano de 2015, o projeto trouxe diversos autores que apresentaram suas vivências na concepção e produção de suas obras.

Nesta primeira edição de 2016, o relato sobre a experiência por meio de suas produções, fica a cargo da escritora Renata Regis Florisbelo com a palestra: “Da vida à poética que inspira e ensina”. Para Renata a escrita é mais do que um compromisso de vida assumido, trata-se de um exercício diário de leitura do mundo, traduzindo-o através de poemas, contos, crônicas e outras formas, mostrando o ser humano ele mesmo. Ainda afirma: “Escritor é aquele que oferece o melhor de si em percepção para trazer o mundo a partir do seu sensorial, compartilhando com os demais”.

Para Luiz Fernando Cheres, que integra o rol de palestrantes do projeto: “Sabemos que cada escritor adota algumas estratégias para construir seu texto. Em termos metafóricos, a fala pretende abordar as angústias a as delícias do ato de escrever, a viagem da palavra bruta, ‘em estado de dicionário’, até integrar um texto literário”. Lucia do Valle, primeira a se apresentar em 2015, valoriza a linguagem literária, a observação aos detalhes e o uso de termos que procurem sair do lugar comum na produção de uma obra. O especialista em genealogia David Pilatti Montes e a pesquisadora e historiadora Aída Mansani Lavalle, também presentearam o público informando sobre suas pesquisas e métodos de trabalho desenvolvidos.

O evento acontecerá na sede da ALCG, no dia 18 de fevereiro de 2016, às 19:00h.

Biografias ilustres - Fernando Vasconcelos (Vasco)

Fernando Vasconcelos (Fernando Silvio Roque de Vasconcelos) nasceu em Diamantina, Minas Gerais, em 2 de setembro de 1937. Filho de Sandoval Roque dos Santos e Maria de Lurdes de Vasconcelos Roque, com a esposa Jelena Ruta teve os filhos Jelena Kovilka, Alexandra, Andrea, Lilia Tatiana, Giovanna, Fernando Alex e Rafael Alex, que o alegraram com os netos Fernando, Matheus e Rafael.

Jornalista, radialista e publicitário, orgulhava-se de sua condição de aplaudido autodidata e de servidor público municipal. Andou muito por quase todo Brasil e um pouquinho pela América do Sul, cantando conhecimentos e experiências e dando-se a diferentes atividades. Repetia sempre continuar matriculado na escolinha-universidade do mundo, como eterno aprendiz.

Contou com uma ampla folha de serviços prestados à comunicação, como profissional da área. Além de sua participação em dezenas de jornais do Paraná, foi criador da revista Vup, trabalhou em várias emissoras de rádio de São Paulo e do Paraná.

Recebeu várias honrarias do poder público e da iniciativa privada, pertenceu a dezenas de entidades culturais, inclusive em Portugal, poeta e prosador inspirado, foi contemplado com cerca de 170 premiações literárias nacionais e internacionais. Vasco é o fundador da cadeira de número 1 da Academia de Letras dos Campos Gerais.

Publicou os seguintes livros: Pequena Consciência (1974); As Narrativas de Nhô Fela (1983); Nos Espaços D’Alma (1985); Êta Vida Besta, Sô! (1990); Estou Nascendo para a Trova (1994); Pô, Meu! (1995); A Danadinha da Crase (1997); Da Cacimba do Coração (1998); Fiapico (1998); Abaretama – a sedução do guerreiro (1999); Os Pombinhos do Deus Tupã (2003); Eu Conto (2004); Gotinhas de Orvalho (2005); Branduras (2007).

Cumpre acrescentar e sublinhar a atuação ímpar de Fernando Vasconcelos, particularmente, nas letras locais. Primeiro pelo valor intrínseco de seus textos, segundo, pela experimentação de linguagem muito sutil, o que não dificulta nem impede a leitura compreensiva, mas sim privilegia o aspecto da comunicação artística, sem o qual a obra de arte deixa de cumprir sua função social.

Faleceu em Ponta Grossa, em 17 de abril de 2010.

Relatos de 2015

O ano de 2015 teve início, para a Academia de Letras dos Campos Gerais – ALCG, com a posse da diretoria da gestão 2015 - 2017, que segue o estilo dinâmico e compromissado com o cultivo, preservação e divulgação do vernáculo e da literatura, iniciado nas gestões anteriores. A presidente da instituição, Aída Mansani Lavalle implementou o projeto "O escritor e sua obra", trazendo os autores: Lucia do Valle, David Pilatti Montes, Aída Mansani Lavalle e Luiz Fernando Cheres, para discorrer sobre seus processos de escrita e motivações. Ao longo do último ano, a entidade promoveu o lançamento dos livros: “Biobibliografia da Academia de Letras dos Campos Gerais”, organizado por Luísa Cristina dos Santos Fontes, Luiz Fernando Cheres e Sérgio Monteiro Zan, "Pensamentos" escrito por Égdar Zanoni e organizado por Milene Zanoni da Silva Vosgerau e "Histórias de Ponta Grossa" de Laertes Larocca.

A instituição marcou presença na VII Feira do Livro e IV Festival Literário dos Campos Gerais através de um estande e da participação de seus acadêmicos ministrando oficinas e palestras. Durante o evento a academia mostrou sua trajetória por meio de fotos e da exposição de parte das obras de seus integrantes. No segundo semestre foi realizada eleição para membro efetivo sendo eleitos os escritores Antônio Queiroz Barbosa e Fábio Maurício Holzmann Maia para recomposição das cadeiras número 31 e número 13 respectivamente.

Ainda no ano de 2015, a ALCG colaborou com as atividades do Centro Cultural Professor Faris Michaele e esteve presente no lançamento das obras individuais e/ou coletivas de seus integrantes, Odenir Follador, Alana Berti, Luísa Cristina dos Santos Fontes, Sônia Maria Ditzel Martelo, Neuza Helena Postiglione Mansani e Renata Regis Florisbelo. Acadêmicos da ALCG participaram de uma homenagem às escritoras, durante as atividades da semana da mulher e da ação Outubro Rosa, promovidas pela OAB-Ponta Grossa. O ano encerrou com o evento beneficente “Então é Natal”, na Casa Leonardo, no qual a ALCG apresentou textos e performance cultural.

 

ENCANTANDO COM AS PALAVRAS

A Academia de Letras dos Campos Gerais – ALCG esteve reunida em seu último evento do ano de 2015, no dia 24 de novembro. O projeto ‘O escritor e sua obra’, idealizado pela presidente da instituição, Aída Mansani Lavalle, prosseguiu através da brilhante apresentação do escritor Luiz Fernando Cheres, poeta e cronista, que trouxe ao público o tema “Palavras: do encantamento ao texto”.

A noite literária contou ainda com o lançamento do livro de contos ‘Histórias de Ponta Grossa’ do acadêmico Laertes Larocca, apresentado pelo escritor José Ruiter Cordeiro. O ano de 2015 marca o início da nova gestão da ALCG que consolida sua imagem como entidade atuante na produção literária dos campos gerais.

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Acadêmicos

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Laertes Larocca, Renata Regis Florisbelo, Aída Mansani Lavalle, Luiz Fernando Cheres e David Pilatti Montes

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José Ruiter Cordeiro, Laertes Larocca e Luiz Fernando Cheres

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Luiz Fernando Cheres

FILOSOFIA NATURAL

A escritora Renata Regis Florisbelo lançou, no dia 20 de novembro, na Estação Arte, seu nono livro, Filosofia Natural, editado pela Estúdio Texto e promovido pelo Centro Cultural Professor Faris Michaele.

Segundo a autora: “Filosofia Natural é o olhar sobre a vida buscando compreensão. O mundo em seus acontecimentos permite leitura, pois se trata de sabedoria revelada diariamente”.

O projeto gráfico é assinado por Ana Camargo Design e conta com fotos de Nelson Real Junior, registradas nas Ilhas de Rodes e de Patmos, na Grécia.

O conteúdo do livro é apresentado na forma de 72 afirmações e seus complementos, que não pretendem esgotar os assuntos de caráter atemporal no processo humano, mas oferecem possibilidade de reflexão.

Além de diversos escritores, participaram do evento, a presidente da Academia de Letras dos Campos Gerais, e apresentadora da obra, Aída Mansani Lavalle, a presidente do Centro Cultural Professor Faris Michaele, Madja Loureiro e a presidente da Academia Ponta-grossense de Letras e Artes, Sônia Ditzel Martelo.

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Aída Lavalle, Renata e Majda Loureiro

 

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Josiane Blonski, Ana Camargo, Renata, Nadja Marques e Ana Caroline Machado

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Renata e o casal Luísa e Carlos Fontes

 

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Alana Berti e Renata