Marketing e Negócios
Conclusões sobre publicidade na internet em 2018 e perspectivas para 2019

- Fazer publicidade online definitivamente não é ter um perfil bombando no Instagram. Isso é para digital influencer.

- Para fazer publicidade online não é necessário virar uma web celebridade. A não ser que você queira parar de vender o produto/serviço que vende para se tornar um digital influencer.

- Se você quer se tornar um digital influencer, não contrate uma agência, contrate outro digital influencer que vai te mostrar o caminho das pedras.

- Erico Rocha te ensina a lançar um curso online. Não quer lançar um curso online? Esqueça Erico Rocha.

-  O “efeito Erico Rocha” gera dois problemas: Empresas que vendem produtos físicos (não infoprodutos) querendo virar uma web celebridade e acabam fazendo lambança. O outro problema é que ele estimula pessoas que não sabem nem quanto é a raiz quadrada de 25 a montar um curso de matemática. (E consegue realmente fazer as pessoas acreditarem que podem conseguir).

- Quando usar a fórmula de lançamento do Erico Rocha? Quando você for muito bom, tipo expert em alguma coisa. Monte o curso online (infoproduto) porque você é f*da naquilo. E não porque você quer ganhar dinheiro fácil e nem porque achou os vídeos dele legais. Não quer lançar um curso online? Esqueça Erico Rocha e comece a seguir Fabio Ricotta, Fabio Prado Lima e Resultados Digitais.

- Redes sociais servem para três coisas:

1. Se relacionar com amigos;

2. Tentar virar uma web celebridade;

3. Fazer anúncios.

- Na esmagadora maioria dos casos, as empresas fazem o 1 e 2 e ignoram completamente o 3, que é a única coisa que elas deveriam estar fazendo.

- Fazer um post por dia no Instagram/Facebook? Para a esmagadora maioria das empresas isso é jogar dinheiro diretamente pela lata de lixo! Se você paga uma empresa para fazer isso, cancele amanhã (ou melhor, hoje mesmo).

Observação final: Se você faz anúncios online e ainda não usa inteligência artificial para melhorar sua performance (custo x resultado) você já está atrasado.

 

Lucas Ribas. O autor é CEO da agência de publicidade yard.

Hoje vou falar sobre ferramentas que auxiliam no planejamento do marketing digital

         “Quero fazer uma campanha digita, e agora?” Fazer uma campanha digital e um planejamento de marketing digital não é tão fácil como muitos pensam. Se você acha que é só criar alguns posts no Facebook e depois ficar olhando as curtidas e respondendo os comentários. Está enganado! Não é bem assim. Uma campanha de marketing digital requer muito planejamento, disposição, conhecimento e uso de ferramentas que o auxiliem. E é sobre elas que vou falar neste artigo: ferramentas que auxiliam no planejamento do Marketing digital.

 

            Nessas horas a equipe tem que estar totalmente por dentro do processo, atender os prazos, focar nas decisões e engajar a campanha. Para isso tem ferramentas que ajudam no processo de gerenciamento da equipe no planejamento do marketing digital, como o Trello e Contentools. Na qual é possível organizar os processos e o que cada um vai fazer, isso auxilia no planejamento podendo substituir os e-mail e as planilhas pelas ferramentas, já que eles simplificam este processo. Além de poder conversar em tempo real com a equipe responsável. Outra ferramenta é o iClips, "o iClips tem tudo o que você precisa em um único lugar!”, com ela você pode organizar a equipe, mensurar a performance, relacionar com o cliente, gerenciar os contratos e a parte financeira, além de fazer os relatórios. Podendo assim aumentar a produtividade e lucratividade da empresa.

 

            Há muitas possibilidades que podem ajudar, certo? Muitas empresas grandes e pequenas já utilizam essas ferramentas que auxiliam no planejamento do marketing digital. Explore cada uma delas e veja qual se encaixa com a sua necessidade. Estas ferramentas apresentadas tem a opção free (grátis) por alguns dias, porém os preços devem ser conferidos.

 

 

 

 

Géssica Eduane, a autora é Diretora de Arte da agência de publicidade yard.

Como fazer seu site aparecer quando as pessoas pesquisam no Google

Escrevi o artigo de hoje pensando em quem não entende nada (ou quase nada) de marketing digital, acredito que essa seja uma dúvida básica de quem é iniciante no assunto e gostaria de fazer seu site "aparecer" no Google.

Antes de tudo, é importante entender o que realmente significa "aparecer". Um bom site não é aquele que aparece quando alguém pesquisa pelo seu próprio nome. Seria extremamente fácil dizer que o site da agência yard. é o primeiro colocado quando alguém pesquisa "yard publicidade".

O fundamental é que o seu site apareça para pessoas que não necessariamente estão pesquisando pela sua empresa. Ou seja, para "aparecer", é preciso mapear as buscas corretas, isso é ter um bom site.

 

Entendendo isso, vamos para a segunda etapa: como aparecer? Isso pode acontecer de duas formas, uma gera custos e é instantânea. A outra é grátis (até certo ponto) e é demorada.

A primeira é através do Google Ads, plataforma de anúncios da Google. Ao criar uma conta no Google Ads, você tem a possibilidade de comprar as primeiras posições no buscador da Google utilizando anúncios patrocinados. E o funcionamento é simples: Você decide quanto quer pagar, escolhe para quais buscas quer aparecer, cria os anúncios e publica. O resultado é instantâneo e o custo varia de segmento para segmento, geralmente se baseando no CPC (Custo por clique), ou seja, você só paga para o Google Ads quando alguém clicar no anúncio.

A segunda forma é através de ranqueamento orgânico, o que exige esforço e paciência. Basicamente acontece através da criação de conteúdo escrito, por meio de páginas tradicionais ou de um blog, que deve ser de qualidade e deve conter os termos que o usuário está buscando, assim como no Google Ads.

 

Para você entender melhor como funciona, digite "agência de publicidade em ponta grossa" no Google. Os 3 primeiros resultados muito provavelmente são anúncios pagos pelo Google Ads. Após isso, muito provavelmente o próximo resultado é o site da yard., que está bem ranqueado organicamente. Se nós quiséssemos, poderíamos utilizar anúncios também em nossa estratégia. Um não anula o outro.

 

Se você acha que seu site precisa aparecer no Google para mais pessoas, seja através de anúncios ou não, fale com a gente.


 

Felipe Ecco, o autor é Content Manager da agência de publicidade yard.

 

Faça remarketing e aumente suas vendas

Você já entrou em algum site e depois se viu perseguido por diversos banners?

Esse é o famoso remarketing, um método que consiste em mostrar anúncios para consumidores que já tiveram algum tipo de interação com a marca. Essa prática tem a intenção de fazer com que os consumidores que visitaram o seu site e que não finalizaram a compra, não solicitaram orçamentos ou que de modo geral não realizaram uma ação importante, voltem.

Ao clicar em um anúncio, um cookie é armazenado em seu computador e fica disponível geralmente por 30 dias, através desse registro o Google consegue identificar e exibir anúncios similares, ou até mesmo ofertas. Você já experimentou botar algum item no carrinho de compras e não a finalizar? Se sim, aposto que logo depois você deve ter recebido um anúncio deste produto, ofertando 20% de desconto.

O remarketing está disponível em diversas plataformas de publicidade online, como: Facebook Ads, Google Ads, e Instagram. Se possível deve-se utilizar todas, se a verba disponível for limitada, deve-se analisar em qual plataforma a maior parte do seu público-alvo está presente.

A partir de tags instaladas no website, essa ferramenta consegue acompanhar todos os visitantes, desta forma é possível você atingir todas as pessoas que entraram na página inicial do website ou visitaram páginas específicas. Estrategicamente, pode-se oferecer descontos e outros produtos similares de menor ou maior custo de aquisição, integrando técnicas de venda como as de Up-sell, Down-sell, Cross-Sell e Tripwire.

O remarketing oferece inúmeras possibilidades, chances de mapear, entender seus clientes, melhorar suas vendas e é aplicável em qualquer tipo de negócio. Se você não faz ainda, deve começar agora mesmo.

Curtiu o artigo? Se quiser saber mais como integrar estratégias de remarketing, diga um oi, que nós podemos te ajudar!

 

 

Alex W. Lopes, o autor é Mídia da agência de publicidade yard.

 

 


 

 

 

O processo da decisão da compra. A importância de entender o comportamento do consumidor

O processo de decisão do consumidor é o que ele passa antes, durante e depois da aquisição. Isto serve tanto para produtos tangíveis (aqueles que podemos tocar, os produtos), como os serviços, que são considerados intangíveis, pois não podemos tocar nem ver.

Existem diferentes tipos de compras. Por exemplo a compra por impulso, aquelas em que o consumidor não pensa muito para comprar e acaba levando o que estiver na frente ou a que oferece maior desconto. Há também a compra buscando variedade que é quando o consumidor não está muito satisfeito com a marca atual e procura por algo diferente e que o surpreenda.

Ainda existem empresas que não se preocupam com o processo de consumo e acabam deixando a desejar já na primeira etapa, elas não se atentam que os processos precisam de uma abordagem diferenciada para cada uma das etapas. Muitas priorizam as abordagens imediatas e acabam “assustando” ou atingindo de forma aleatória e desqualificada seus clientes. Mesmo que o consumidor desista de efetivar a compra naquele momento, se sua empresa tiver feito uma boa abordagem no processo, ele possivelmente vai lembrar da sua marca futuramente ou indicará ela para os amigos.

 

Géssica Eduane, a autora é Diretora de Arte da agência de publicidade yard.

3 coisas importantes que aprendi no RD Summit 2018

Como falamos na coluna passada, o RD Summit é o maior evento de marketing digital e vendas da América Latina, o congresso promovido pela Resultados Digitais é uma fonte inesgotável de boas ideias para quem trabalha nas áreas de vendas, marketing, publicidade, tecnologia e também para empresários de praticamente qualquer área.

Este ano a equipe da yard. viajou novamente para participar do evento e absorver novas ideias para aplicar nos clientes da agência. Eu selecionei 3 aprendizados importantes, dentre os diversos que tive.

 

1 – A tecnologia está dominando o mundo. É bem óbvio, todo mundo fala, mas as vezes a gente esquece e o RD Summit serviu para reafirmar isso. Inteligência artificial foi novamente um dos grandes assuntos do evento.

Os robôs estão cada vez mais poderosos, eles podem andar, falar, dar respostas inteligentes e jogar xadrez melhor que seres humanos.

Aliás, uma palestra rendeu uma informação impactante: Até 2065, os robôs conseguirão realizar praticamente todas as tarefas que um ser humano realiza atualmente. Estamos sob ameaça?

De qualquer forma, esse avanço é positivo para empresas conseguirem prestar serviços e criar produtos cada vez melhores. A expectativa é que o avanço das máquinas seja extremamente positivo para os seres humanos (alguns poderão até mesmo se apaixonar por elas, se você assistiu “Her” sabe disso).

 

2 – O marketing está cada vez mais digital. Muito se falou durante os últimos anos sobre as diferenças entre o ‘marketing digital’ e o ‘marketing tradicional’, mas o que observo recentemente e pude constatar também durante o evento, é que não existem barreiras entre ambos os conceitos. Estão convergindo cada vez mais. Particularmente, o marketing digital que gostamos é focado em resultados, leads e conversões. Mas mesmo que o foco seja esse, o branding ainda é muito importante e segue presente nas estratégias que criamos. Geração de valor para marcas e geração de leads podem e devem andar juntas.

 

3 – Participar de um grande evento é ótimo. Se você não costuma viajar para participar de um grande evento, pelo menos uma vez por ano, recomendo que faça isso. O RD Summit tem 3 dias de excelente imersão para todo mundo que se interessa por tecnologia, vendas ou marketing (ou os 3). Com certeza vale a pena reservar alguns dias para viver essa experiência ao lado de mais de 10 mil pessoas e voltar para casa renovado e carregado de ideias.

 

Felipe Ecco, o autor é Content Manager da agência de publicidade yard.

O maior evento de marketing e vendas da América Latina

O RD Summit é um evento focado em marketing digital e vendas, que acontece anualmente em Florianópolis-SC e é organizado pela empresa Resultados Digitais. Em 2018 acontecerá dias 7, 8 e 9 de novembro. A agência yard. participou, em 2017, pela primeira vez, como agência parceira da "RD". Inclusive, vale citar que, contratar uma agência “homologada” pelo programa de parceria do "RD", garante para os clientes mais segurança na hora de decidir qual empresa cuidará de suas estratégias de marketing digital e de inbound marketing.        

O RD Summit teve sua primeira edição realizada em 2013 (com 300 participantes) e desde então não parou mais de crescer. Se tornou um dos principais acontecimentos do Brasil nas áreas de marketing, marketing digital e vendas. Em 2017 teve a participação de mais de 8.000 profissionais. Para 2018 espera-se mais de 10.000. O evento apresenta programação voltada para profissionais das áreas de: publicidade, publicidade online, marketing, marketing digital, inbound marketing e vendas. E também para qualquer empresa, negócio ou pessoa que precisa ter uma presença online ou divulgar produtos e serviços pela internet. Ou seja, mesmo empresas que não vendem diretamente pela internet, podem tirar muito proveito dele.

Durante o evento, além do conhecimento técnico e do relacionamento, você tem a oportunidade de conhecer novas ferramentas e técnicas e quem sabe, até mesmo, mudar o rumo do seu negócio. Com tanta gente boa e com tanto conhecimento circulando, é praticamente impossível você sair de um evento como esse sem nenhum conhecimento útil para você, sua empresa ou sua atuação profissional. Se existe um evento no Brasil, que eu recomendo, esse evento é o RD Summit!

Acompanhe a nossa coluna, após o evento vou apresentar aqui os melhores insights que obtive de lá.

Lucas Ribas. O autor é CEO da agência de publicidade yard.

Chatbots podem revolucionar a sua empresa

Você já tentou resolver algum problema via Facebook ou outro canal online? Pode ser que você tenha falado com o atendente de uma empresa por esses canais e nem mesmo tenha percebido que seu atendimento foi realizado via "chatbot", um robô virtual que se comunica de forma similar a um humano.

Existem dois tipos de chatbots, um deles é baseado em regras, digamos que utiliza programação padrão de computadores, e outro que é chamado de smart bot utiliza o Machine Learning.

 A maior parte dos bots que encontramos são baseados em regras, são mais simples, porém ainda sim são ótimos e ajudam muito. Aqueles que utilizam Machine Learning são complexos e realmente podem simular a função de um atendente virtual, geralmente são usados quando o usuário precisa de interações personalizadas.

Alguns dos benefícios do chatbot são:

  • Otimizar esforços de marketing, devido a sua base de dados e aprendizado ele pode sugerir produtos personalizados ao usuário.
  • É uma tecnologia instantânea, rápida e fácil de utilizar, a partir do momento em que o cliente inicia o chat, ele será prontamente atendido.
  • Reduz o custo operacional, pessoas podem ser direcionadas para tratar assuntos mais complexos e que necessitam mais atenção.

Diversos segmentos já adotaram essa ferramenta, entre elas o ramo de restaurantes tem utilizado para automação de pedidos. Ao abrir a conversa do Facebook, você terá um atendimento todo personalizado onde o bot disponibiliza o cardápio, mostra as formas de pagamento e soluciona várias dúvidas, acompanhando de perto sua jornada de compra.

 

Esse é apenas um exemplo desta aplicação que pode ser utilizada para diversos segmentos, inclusive complementando e auxiliado ações de marketing digital no próprio Facebook.



Curtiu o artigo? Se quiser saber mais sobre como integrar essa ferramenta com ações de marketing digital diga um oi, que nós podemos te ajudar!

 

 

 

Alex W. Lopes, o autor é Mídia da agência de publicidade yard.

Uma pessoa checa seu celular cerca de 46 vezes ao dia, o que você tem a ver com isso?

Um estudo realizado pela Deloitte, presente no livro “Marketing 4.0”, escrito pelo pai do marketing, Phillip Kotler, constatou que o ‘americano médio’ checa seu telefone celular, em média, 46 vezes ao dia. Essa informação é tão relevante que foi parar em um livro importantíssimo sobre marketing, mas há um grande problema: muitas pessoas ainda não sabem aproveitar isso. Será que você sabe?

            Em primeiro lugar, é importante destacar que o celular está nos dominando a cada dia, não é à toa que o maior tráfego de dados móveis vem do smartphone, não é à toa também que até 2020, 70% da população mundial vai ter o dispositivo.

            Essas informações (e tantas outras) servem como indicadores para que estejamos atentos à evolução do marketing, que está passando diante de nossos olhos. O grande problema, é que muitas empresas ainda não perceberam isso ou insistem em não acreditar.

            Essas empresas tentam se esquivar do fato de que, se a mídia digital está tomando conta da vida das pessoas, empresas precisam utilizá-las para fazer seus anúncios. A lógica é extremamente simples.

            É claro que as outras mídias (como este jornal) seguem tendo a sua importância, mas é preciso aceitar que elas não têm o mesmo alcance, tanto é que muitas migraram para o digital, basta ver o aumento no número de jornais e revistas que agora contam com assinatura online.

            As pessoas estão cada vez mais conectadas, portanto, o marketing digital (publicidade online) é cada vez mais fundamental. Mas atenção: Publicidade online não é de graça. Para alcançar pessoas, é preciso investir dinheiro, assim como em qualquer outra mídia.

            Aí surge um novo problema: Muitas empresas não investem o necessário nas mídias digitais e esperam fazer milagre. É preciso ser coerente e entender que o custo do marketing na mídia social, por exemplo, é baixo quando comparado à um outdoor. Mas isso não quer dizer que a estratégia deva ser a de investir menos verba na publicidade online, muito pelo contrário. Com um outdoor, por exemplo, é muito mais difícil mensurar quantas pessoas foram impactadas de verdade pela publicidade (a maioria “passa batido”). Esse número, muito provavelmente, está bem abaixo do número de pessoas que são impactadas por um anúncio no Facebook, utilizando o mesmo investimento.

            Faça testes e avalie. Não esqueça o marketing na mídia tradicional, mas não subestime a publicidade online, se você demorar para perceber a importância dela, pode acabar sendo tarde demais, todos os seus concorrentes já terão dominado o universo online e o investimento para se tornar relevante terá de ser muito maior do que é necessário atualmente.

 

 

Felipe Ecco, o autor é Content Manager da agência de publicidade yard.

O facebook leads pode estar fazendo você desperdiçar dinheiro.

A ‘geração de leads’ é uma metodologia que trabalha como importante aliada do departamento comercial de empresas de diversos segmentos. Em alguns casos, ela é a única fonte de captação de novos clientes para o negócio. Se você ainda não utiliza ou não ouviu falar, com certeza, ainda irá ouvir. Quando estamos falando de investimentos em mídia online, a geração de leads permite uma ótima mensuração de resultados. Principalmente se comparado aos investimentos feitos em publicações que tem o objetivo de construir/consolidar marcas (branding), que também são importantes, mas não é o foco deste artigo.

 

Agora que você já percebeu que a geração de leads é uma ferramenta interessante para vender mais, vamos entender porque o facebook leads (também chamado de gerador de leads do facebook) não é. O facebook leads é apenas uma das formas, entre diversas outras, que existem para geração de leads. O grande problema do facebook leads está na dificuldade de qualificação dos perfis que entram. O que acaba dando muito trabalho para equipe comercial e uma taxa de conversão baixa em vendas. Com o facebook leads não é possível fazer a gestão após a entrada do lead, a diversidade de opções de relacionamento com esse lead é muito restrita e você tem menos dados para tomada de decisão posterior.

 

O grande problema está em gerar um volume grande de leads sem uma qualificação eficiente. A ideia é fazer uma filtragem dos leads antes de entregar para o departamento comercial fazer a abordagem. Dessa forma, apenas os leads que tenham o perfil - que a gente chama de “PCI = Perfil de Cliente Ideal - serão enviados para receber uma abordagem ativa. A gente faz isso utilizando um software chamado RD Station, onde temos dados sobre as páginas do seu site que o lead acessou, se ele abriu, ou não, um email que foi enviado. Além disso, podemos atribuir uma nota para cada ação do lead, na intenção de qualifica-lo. Agora imagine todos esses dados, do mesmo lead, reunidos em uma plataforma única. (Para quem ficou confuso, lead é o termo usado para um potencial cliente, alguém que demonstrou interesse em um produto/serviço, mas ainda não comprou). Quer conversar mais sobre isso? Manda um email para nós.

 

Lucas Ribas. O autor é CEO da agência de publicidade yard.