Marketing e Negócios
O facebook leads pode estar fazendo você desperdiçar dinheiro.

A ‘geração de leads’ é uma metodologia que trabalha como importante aliada do departamento comercial de empresas de diversos segmentos. Em alguns casos, ela é a única fonte de captação de novos clientes para o negócio. Se você ainda não utiliza ou não ouviu falar, com certeza, ainda irá ouvir. Quando estamos falando de investimentos em mídia online, a geração de leads permite uma ótima mensuração de resultados. Principalmente se comparado aos investimentos feitos em publicações que tem o objetivo de construir/consolidar marcas (branding), que também são importantes, mas não é o foco deste artigo.

 

Agora que você já percebeu que a geração de leads é uma ferramenta interessante para vender mais, vamos entender porque o facebook leads (também chamado de gerador de leads do facebook) não é. O facebook leads é apenas uma das formas, entre diversas outras, que existem para geração de leads. O grande problema do facebook leads está na dificuldade de qualificação dos perfis que entram. O que acaba dando muito trabalho para equipe comercial e uma taxa de conversão baixa em vendas. Com o facebook leads não é possível fazer a gestão após a entrada do lead, a diversidade de opções de relacionamento com esse lead é muito restrita e você tem menos dados para tomada de decisão posterior.

 

O grande problema está em gerar um volume grande de leads sem uma qualificação eficiente. A ideia é fazer uma filtragem dos leads antes de entregar para o departamento comercial fazer a abordagem. Dessa forma, apenas os leads que tenham o perfil - que a gente chama de “PCI = Perfil de Cliente Ideal - serão enviados para receber uma abordagem ativa. A gente faz isso utilizando um software chamado RD Station, onde temos dados sobre as páginas do seu site que o lead acessou, se ele abriu, ou não, um email que foi enviado. Além disso, podemos atribuir uma nota para cada ação do lead, na intenção de qualifica-lo. Agora imagine todos esses dados, do mesmo lead, reunidos em uma plataforma única. (Para quem ficou confuso, lead é o termo usado para um potencial cliente, alguém que demonstrou interesse em um produto/serviço, mas ainda não comprou). Quer conversar mais sobre isso? Manda um email para nós.

 

Lucas Ribas. O autor é CEO da agência de publicidade yard.

 

Marketing de relacionamento, sua empresa deve fazer

Muitas empresas focam em apenas atrair novos clientes para aumentar suas vendas e acabam esquecendo de seus fiéis consumidores, aqueles que apostam e confiam em sua marca no cotidiano.  Com a fidelização do cliente, você o torna um defensor de sua marca e faz ele ter a melhor experiência possível nos mínimos detalhes, além de colocar sua empresa na frente dos concorrentes, irá atrair mais clientes de forma natural que existe: o marketing boca a boca..

 

Eu mesmo já fui alvo de marketing de relacionamento, foi uma estratégia perfeita que me conquistou.

 

O case da New Era Brasil

 

O ano era 2012 e a New Era, uma marca internacional de vestuário e acessórios, famosa por fabricar bonés de times de beisebol, futebol americano e basquete, abriu sua sub-sede no Brasil. Lembro que estava pesquisando para comprar um boné e acabei achando a página no Facebook, naquela época vazia, com poucas publicações e envolvimento.  Tempo depois percebi algum movimento, começaram a rolar alguns “quizzes” promocionais para se tornar o “Guardião New Era”, esse título imponente era para qualificar uma espécie de representante da marca que ajudaria no processo de qualidade, testando produtos, indicando melhorias, entre outras coisas. Seria escolhido apenas um representante por estado, ao longo de um mês, a disputa foi acirrada e mais participantes começaram a seguir a página e se envolver com as publicações.  Eu ganhei como representante do estado do Paraná, em troca recebi muitos produtos, lançamentos diversos e o mais importante, pude observar a construção de um case. A promoção durou por quase um ano e a New Era Brasil continuou a prosperar, sempre interagindo com o público, usando diferentes estratégias e o mais importante, priorizando e ouvindo o seu consumidor.  Depois de todo esse tempo minha fidelidade a New Era continua, se me perguntarem sobre bonés, eu tenho 1000 argumentos para defender os motivos da New Era ser a melhor! Hoje a página possui cerca de 800 mil seguidores, eles expandiram o negócio abrindo uma loja online e vendendo diretamente, além de outras coisas.

 

Diversas organizações já adotaram o marketing de relacionamento e outras vêm implantando, logo a concorrência dentro do mercado aumenta constantemente. Faça mais que um bom atendimento, a experiência do usuário é notada nos mínimos detalhes e, se sua empresa oferece um diferencial que o surpreende, pode ter certeza que ele irá se tornar um advogado da sua marca. Clientes satisfeitos realizam mais compras, rendem mais faturamento e atraem novos clientes, a Apple é um exemplo claro, possui defensores e amantes da marca no mundo todo.

Marcas que se relacionam diretamente com o consumidor tendem a ser mais queridas, um contato mais próximo faz com que o cliente se sinta abraçado pela marca, posso afirmar com todas as letras que funciona! Curtiu o artigo? Se quiser saber melhorar seu relacionamento e criar estratégias que funcionam, diga um oi, que nós podemos te ajudar!

 

 

Alex W. Lopes, o autor é Mídia da agência de publicidade yard.

Este é o principal erro cometido por empresas que querem gerar leads na internet

Muitas empresas estão se rendendo ao Inbound Marketing e à geração de leads, graças ao nosso querido marketing digital, que se tornou e se consolida cada vez mais como o principal "meio" de fazer marketing de muitas marcas.

Mas acontece que há um erro muito comum entre empresas, sejam elas pequenas e até mesmo as médias: investimento equivocado na compra de mídia paga.

Sim, essa é uma atitude mais comum do que você imagina. E também existem muitas empresas que investem, mas acabam fazendo isso da forma errada e com a quantia errada.

Dividi o “erro” em 3 diferentes categorias:

 

 - Empresas que não investem: São aquelas que entendem o papel da geração de leads e até querem gerar, mas não aceitam que, para isso, é necessário investir. Elas esperam que apenas o tráfego orgânico de seu site e as campanhas de branding sejam suficientes para gerar toneladas de contatos querendo comprar seus produtos, mas infelizmente não é bem assim.

 

- Empresas que investem pouco: Essas são as empresas que querem gerar leads e até se dispõem a injetar dinheiro em mídia paga, porém, muitas vezes não querem "arriscar" investindo muito. Um outro exemplo, é o de empresas que disponibilizam apenas uma pequena parte da verba para patrocinar na internet e ainda dão preferência para outras mídias que não geram leads, principalmente as "offline".

 

- Empresas que investem errado: Esse é um caso muito comum. São as empresas que fazem o investimento em mídia paga (seja pouco, ou seja uma quantia aceitável), mas fazem isso da forma errada.

Um exemplo bem prático, é o de empresas que criam anúncios no Facebook com o objetivo de gerar leads, mas não utilizam o formato correto de patrocínio, isso acontece porque elas não sabem patrocinar e muitas vezes pode ser pior ainda: contratam agências que também não sabem criar anúncios.

O mínimo que uma empresa que quer gerar leads deve fazer, é entender que o as maiores plataformas de anúncios online (como o FaceAds) disponibilizam formatos de anúncios específicos para quem quer criar anúncios de conversão.

 

Sua empresa comente algum desses 3 erros? Se sim, pare de perder tempo, energia e dinheiro (caso invista). Procure a gente para te orientar a gerar leads qualificados.

 

Felipe Ecco, o autor é Content Manager da agência de publicidade yard.

Mídia programática é essencial para sua empresa

A mídia programática é uma ferramenta recente, e pouco utilizada no Brasil, porém ela é um mecanismo muito poderoso.

Por muito tempo a compra de mídia foi realizada de forma manual, havia uma grande dificuldade em escolher os espaços publicitários.      

Já pensou em negociar com cada site que você quer exibir anúncios? Esse trabalho consome muito tempo, e dificulta na hora de definir um público-alvo, pela quantidade de opções que a web oferece, além de não haver uma padronização nos tamanhos de anúncios.

Foi para resolver isso que a mídia programática surgiu, é um processo que foge dos meios convencionais, é todo automatizado via software. Uma das plataformas mais conhecidas de mídia programática é o Google Ads, esse sistema revolucionou a publicidade online, trazendo mais eficiência e inteligência.

 

           Como funciona a mídia programática?

A grande sacada da mídia programática está em comprar a audiência, e não os canais (websites, onde os anúncios são exibidos), de forma bem prática, você define seu público-alvo, por interesses, comportamentos, entre vários outros filtros, e a distribuição dos anúncios fica por conta do software. Com base no que você definiu, ele irá mostrar os anúncios em diferentes sites da web para o público certo.

Esse tipo de mídia também abre espaço para fazer variações de anúncios, dessa forma o sistema vai aprendendo como seu público interage, e mostra os anúncios de melhor desempenho, rotacionando e ajustando em tempo real.

A mídia programática é indicada para todos os tipos de negócios, com ela é possível fazer campanhas voltadas a branding, também é possível gerar mais tráfego para o seu website, além da geração de leads.

No final de tudo é possível analisar as métricas, o Google Ads por exemplo, oferece relatórios de diversos tipos, com campos personalizados para que você possa melhorar ainda mais as campanhas.

Curtiu o artigo? Se quiser saber mais como integrar essas estratégias de mídia programática diga um oi, que nós podemos te ajudar!

 

 

Alex W. Lopes, o autor é Mídia da agência de publicidade yard.

 

 


 

 

 

Como as redes sociais podem ajudar no seu negócio?

Tempo é dinheiro. Essa frase já ficou fixada em nossas mentes, mas e se falarem que dinheiro é tempo? Soou estranho? Na verdade não, nas mídias sociais esse termo é o correto. Seu dinheiro custa um determinado tempo na divulgação, quanta pessoa será atingida e até mesmo quantas curtidas, tudo isso depende do dinheiro e das habilidades de um bom planejador. Tudo isso depende boa parte da decisão de um bom profissional que conhece e entende as informações que seu mercado precisa e exige.

O meio de comunicação, as redes sociais, que mais cresce entre os internautas pode trazer muitos benefícios para a empresa, tais como:

Aumento de vendas: Sim, as redes sociais servem como um vitrine para engajamento das vendas. Podendo mostrar desde tendências como mostruário do que quer vender.

Valorização de marca: Ter engajamento leva o “compartilhamento” ser instantâneo entre os consumidores que aderem. As pessoas sempre compartilham aquilo que te trás algum beneficio ou que foram beneficiada, seja com um preço bom, uma tendência, uma peça exclusiva para mostrar para amigas, etc.

Atendimento ao cliente: Tirar duvidas na hora exata, isso é o que o consumidor mais almeja nos tempos de imediatismo. Principalmente lojas de roupas femininas já vem ganhando novos formatos de vendas, onde a loja posta uma peça de roupa e o consumidor manda uma mensagem perguntando o preço e tamanhos disponíveis da loja, podendo assim deixar reservado para a sua hora de visita marcada na loja para experimentar.

Com tudo isso nas mãos do cliente e do empreendedor a grande chance de fazer o negocio dar certo nas redes sociais é grande, claro que isso exige do investimento disposto a pagar e de um bom profissional a frente para segmentar corretamente as mídias.

 

 

Géssica Eduane, a autora é Diretora de Arte da agência de publicidade yard.

 

3 formas de fazer um briefing épico para qualquer ramo de atuação

Existe uma citação de Arthur Schopenhauer que diz: "O importante não é ver o que ninguém nunca viu, mas sim, pensar o que ninguém nunca pensou sobre algo que todo mundo vê". Essa frase ilustra de forma perfeita como fazer qualquer tipo de briefing com um cliente, seja qual for o seu ramo. O cliente quase nunca admitirá seus pontos fracos. E isso é natural, afinal de contas o dono do negócio é apaixonado pelo que construiu, defende sua empresa com a mesma energia que defende um filho. Só que isso pode acarretar em decisões equivocadas do ponto de vista de gestão.

1. Não fique com a primeira resposta.

Normalmente a primeira resposta é dada de forma automática e não reflete a fundo a realidade do negócio. Uma dica é usar uma técnica de vendas que consiste em perguntar: - "me explique um pouco melhor isso". Esse simples ato de induzir o cliente a falar um pouco mais, faz com que ele mesmo reflita melhor sobre o que acabou de dizer. E aí exatamente aí que moram os melhores insights para o início de um projeto.

2. Tenha um roteiro de perguntas.

Sem um roteiro, é muito fácil você se perder e acabar esquecendo algumas perguntas. Coloque no seu roteiro até mesmo dados básicos como nome da empresa, descrição básica, data de fundação, quem participou da reunião. Com o passar do tempo, você vai adquirindo experiência e pode fazer observações (só para você) em cada pergunta do seu briefing para te ajudar a lembrar algum detalhe.

3. Mãos à obra

Com todos os dados em mãos você pode iniciar o atendimento ao cliente de forma mais precisa. Muitas vezes me perguntam, mas e se eu tenho um restaurante, isso serve para mim? Serve muito! Treine os garçons para que eles tenham um roteiro a seguir quando o cliente entra no estabelecimento. 1. Sejam bem-vindos! 2. É a primeira vez aqui? 3. O que estão com vontade de comer hoje, carne ou peixe? Etc. É lógico que no restaurante o briefing não pode ser muito extenso para não ser chato e cansativo, deve ser algo natural que ajude a recepcionar e deixar o cliente à vontade.

Empresas de tecnologia (software) chamam o início desse processo de ‘User Onboarding’. Essa é uma entre tantas boas práticas das tech companies que pode ser seguida por negócios de todos os ramos.

 

Lucas Ribas. O autor é CEO da agência de publicidade yard.

Quatro técnicas para vender mais

Muitos profissionais da área de vendas já conhecem essas estratégias, mas se você nunca ouviu falar está aí uma excelente oportunidade para alavancar a sua empresa e começar a vender mais.

 

 

1- Upsell

É uma estratégia para vender mais, que consiste em oferecer outro produto além do item que o cliente já está interessado. Cria-se uma segunda oportunidade de vendas, baseando-se em um produto complementar. Por exemplo:

O consumidor está procurando um computador numa loja virtual, escolhe, efetua a compra e logo após ganha um cupom de desconto de 20% em um HD externo. Ou seja, é um item semelhante aos de interesse dele, essa oferta pode gerar uma boa oportunidade de negócio, pois o acessório é complementar ao computador.

 

2 – Downsell

É muito utilizado para que as pessoas não abandonem planos, um exemplo prático disso são as operadoras de telefone. Você provavelmente já ligou para cancelar algum plano e o atendente na esperança que você continue ofereceu um downgrade do pacote? Reduzir alguns minutos, menor quantidade de dados de internet, todo esse esforço para não perder o cliente é válido e se chama “Downsell”.

 

3 – Cross Sell

É similar ao upsell, mas consiste em oferecer um produto que não tem nenhuma relação com o item que você está adquirindo

O cliente comprou uma torradeira e o vendedor pergunta se ele não quer levar uma sanduicheira, na tentativa de fazer um upsell. Porém ele recusa, então como última esperança ele pode perguntar se o cliente não está precisando de algum item para sala estar, como um abajur. Pode ser que ele nem se lembrasse mais que necessitava disso, mas aproveita que já está ali e adquire.

 

4 – Tripwire

Na estratégia de Tripwire você irá vender um produto semelhante ao seu item final, porém a um preço bem mais baixo, que seja quase no valor de custo.

Mas por que vender a um valor tão baixo?

Primeiro o consumidor irá ter a oportunidade de adquirir um produto mais acessível, ele irá poder testar, verificar se a qualidade é boa. Digamos que é a sua chance de encantar este cliente.

Agora, depois de satisfeito você pode trabalhar o pensamento do consumidor para que ele busque o seu produto principal, pois ele já obteve uma experiência positiva com o seu primeiro item e agora pode estar preparado para confiar e investir em um produto de maior valor de aquisição.

 

 

Curtiu as dicas? Se quiser saber mais como integrar essas estratégias ao marketing digital diga um oi, que nós podemos te ajudar!

 

 

Alex W. Lopes, o autor é Mídia da agência de publicidade yard.

Lead Scoring: Uma ferramenta avançada de marketing

 

 

            Já ouviu falar em “Lead Scoring”? É uma função avançada de marketing digital e quem busca bons resultados com geração de leads precisa conhecê-la. Ela depende de um software de geração de leads e automação de marketing (nós usamos o RD Station) para funcionar, então se você não sabe do que isso se trata, converse com a sua agência.

Essa função facilita que você identifique quais leads da sua base são verdadeiras oportunidades para você realizar uma venda. O lead scoring funciona da seguinte forma:

Você define uma pontuação para os seus leads em relação a dois fatores: perfil e interesse. O perfil diz respeito às características do lead, que são informadas dentro de formulários em landing pages. Alguns exemplos: Cargo na empresa em que trabalha, número de funcionários da empresa em que trabalha, verba disponível para contratação do serviço / produto, etc. O interesse corresponde às atividades de interação do lead relacionadas ao seu site. Por exemplo: navegação em páginas no blog, abertura de emails de automação, conteúdos ricos baixados, entre outros.

Tanto o perfil como o interesse vão somando pontos para o lead, o valor dos pontos para cada atividade é você quem determina. Sendo assim, quanto mais pontos um lead tiver, significa que há mais probabilidade de ele ser um lead quente, ou uma oportunidade. Por exemplo, vamos imaginar que, para a yard., um lead quente deve ter 100 pontos. E para atingir esses 100 pontos, nós distribuímos as seguintes pontuações para cada atividade:

  • Abertura de um e-mail: 5 pontos
  • Click em algum link dentro de e-mail: 10 pontos
  • Conversão em landing page fundo de funil: 80 pontos
  • Conversão em landing page meio de funil: 20 pontos
  • Visita em páginas do blog: 5 pontos por página

Em uma situação como essa, para considerarmos que um lead seja oportunidade, ele deve ter feito uma conversão em uma landing page fundo de funil e ter visitado 4 páginas do blog, somando 100 pontos.

Claro que esse é apenas um exemplo de como funciona o lead scoring, que pode ser configurado de diversas formas dentro de um software de marketing que faz essa pontuação de forma automática a partir de uma configuração pré-definida.

Se você já gera leads para o seu negócio, aprofunde as suas técnicas e utilize o lead scoring.

 

Felipe Ecco, o autor é Content Manager da agência de publicidade yard.

Você conhece as tendências e as novas ferramentas do varejo?

Nos dias atuais é impossível fazer um planejamento estratégico sem ter em mente alguma ferramentas do varejo tecnológica que possa auxiliar tanto na dimensão de propagação como de interação com o consumidor. As tecnologias revolucionaram o avanço de compra e nas estratégias de marketing.

Omnichanel é uma maneira de experiência para o cliente que possibilita juntar a loja online com o offline, como? O próprio cliente pode verificar a disponibilidade de algum produto na loja física utilizando o aplicativo da marca. Assim, o cliente vê a disponibilidade, faz o pedido e ainda pode optar em receber o produto em casa.

O mobile commerce esta consolidado a algum tempo nos países de fora e ganha ou espaço no Brasil depois da disponibilidade das redes móveis, a 3g, que faz com que as pessoas tenham o acesso a informação em vários lugares e na palma da mão. Com isso faz com que o consumidor possa verificar e fazer pesquisas de preços e produtos de qualquer lugar.

Como a compra pela internet está casa vez mais ganhando forma, uma nova ferramenta surgiu, o mobile payment. Esta permite que qualquer pessoa possa consultar suas fianças além de fazer pagamentos diretos pelo celular utilizando o cartão de crédito.

Algumas marcas fazem o uso de campanhas nas redes socias para saber qual produto o cliente gostaria que tivesse em sua loja favorita, ou um sabor diferenciado para ser experimentado. Assim a marca conhece o gosto do cliente. Esse tipo de abordagem chama-se social commerce.

Lembre-se que todo passo diferente que é disponibilizado para o cliente tem que ter todo o processo de adaptação e aceitação, o que leva algum tempo. E isso não se prende apenas para o consumidor, mas serve também para os próprios funcionários e responsáveis pelas vendas que devem estar consciente e confortável com as novas ferramentas implantadas.

 

 

Géssica Eduane, a autora é Diretora de Arte da agência de publicidade yard.

 

Fechei uma venda de software. E agora, como fazer o cliente usar o sistema?

 

O nome do processo que você precisa é chamado de User Onboarding. Um conjunto de estratégias que uma empresa toma na entrada de novos clientes, visando garantir a completa utilização das funções de um software.

Implantar processos para clientes novos, serve para qualquer segmento, até mesmo para um restaurante. Quando você vai ao Outback, por exemplo, o garçom pergunta: é a primeira vez no Outback? Se a resposta for sim, ele faz o “user onboarding” deles e te apresenta o conceito e o menu. É uma ótima maneira de fazer o cliente se sentir acolhido. Outro exemplo é a entrega técnica das concessionárias de veículo. Que consiste basicamente em ensinar o cliente a operar todas as funções do carro. É pouco provável que você vá devolver um carro de luxo porque não sabe mexer em seu painel. O problema é que, quando se trata de software, o usuário não tem paciência para ficar procurando, como ele tem com uma BMW. E mesmo assim, ao comprar uma BMW, receber uma explicação detalhada sobre as funções do novo brinquedinho é muito legal.

Aí você pode perguntar, mas precisa ensinar a operar um carro, isso não é óbvio? Talvez há alguns anos atrás um carro era só um carro. Por isso, mesmo que o seu software tenha uma interface intuitiva com uma usabilidade perfeita. Lembre-se da frase:

"O que é óbvio para você não é óbvio para os outros".

Não fique cego com o próprio sistema. Você deve ter um processo montado com passos pré-definidos que inicia na prospecção do lead correto. Isso significa que você não tem que vender para todo mundo. Definir o seu PCI - Perfil de Cliente Ideal é o primeiro passo. Cliente que não tem perfil para o seu produto/serviço, tem altíssima chance de cancelamento. Negócios com modelo de receita recorrente têm prejuízo com cancelamentos antecipados.

 

Lucas Ribas. O autor é CEO da agência de publicidade yard.