Marketing e Negócios
SEMRUSH - Vale a pena ou não?

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O SEMRush é uma das melhores e mais importantes ferramentas para quem faz marketing digital em 2020. Se você não conhece, trata-se de um software que integra funções voltadas para facilitar o trabalho de SEO (ranqueamento orgânico no Google), marketing de conteúdo e criação de campanhas de Google Ads. De forma resumida, é uma das principais ferramentas para se fazer análise de marketing para motores de busca (conhecidos também como SERP). E quando se trata de busca, trata-se de Google.

O SEMRush surgiu com foco em análise para ranqueamento orgânico no Google, mas foi se desenvolvendo e agora abrange diversas áreas, sendo um dos principais softwares de marketing digital.

Algumas funções de destaques incluem:

Descobrir quais são os seus principais concorrentes em estratégias de Google Ads e orgânico e quais estratégias eles utilizam;

Comparar as posições de ranqueamento entre seu site e os principais concorrentes;

Comparar tráfego, descobrir quantas pessoas que acessam o site do concorrente também acessam o seu;

Palavras-chave que o seu site ou o concorrente ranqueam;

Lacuna de palavras-chave (Qual palavra meu concorrente ranqueia e o meu site não ranqueia?)

Insights de palavras-chave baseadas em volume de busca e nível de competição;

Análise e ideias para ranquear melhor suas páginas (Indicando site lento, falta do protocolo de segurança SSL, links quebrados, etc)

Programação posts nas redes sociais (exceto Instagram)

Avaliação de concorrência em Google Ads;

Ad Builder, para criar anúncios de texto, display e extensões, de forma prática, para importar no Google Ads posteriormente.

Criação de relatórios do seu site com tudo que está relacionado às ferramentas do Google.

 

O SEMRush conta com 3 planos de diferentes valores:

- Pro: 99

- Guru: 199

- Business: 399

 

Cada um conta com funções específicas, sendo a Pro a versão mais limitada. Há também a versão grátis, que dá apenas um gostinho do que a versão paga tem para oferecer.

 

E respondendo ao título do artigo: O SEMRush vale a pena sim! A ferramenta oferece várias possibilidades para realizar pesquisa de planejamento e análise para trabalhar com Google Ads e SEO, podendo ser determinante para toda e qualquer estratégia nesse tipo de mídia.

 

Felipe Ecco, o autor é content manager da agência yard.

SEO segue sendo fundamental em 2020

Você está com um problema relativamente simples, mas não sabe como resolver. Quais são suas opções? Pedir ajuda a um amigo, procurar um profissional ou pesquisar no Google. E muitas vezes, para procurar o profissional, você também pesquisa no Google. Certo?

 

Pois é, o Google manda e desmanda na internet há muito tempo e segue sendo o buscador mais usado, com mais de 95% da preferência dos usuários.

 

E esse é apenas um dos diversos argumentos possíveis para entender quanto o SEO (otimização de páginas para ranqueamento orgânico) segue sendo tão importante.

 

Há muito tempo, o Google tem um algorítimo que define quais sites e páginas irão aparecer nos primeiros resultados para determinadas palavras-chave. A lógica do algorítimo passa por mudanças constantes e, em geral, é um mistério. Porém, existem algumas práticas comprovadamente fundamentais para fazer com que seu site seja reconhecido como um domínio relevante para o algorítimo do Google indicar aos usuários que estão pesquisando. Podemos definir 2 categorias principais:

 

Relevância e qualidade do conteúdo:

O conteúdo da página do seu site, ou o artigo do seu blog deve ser bem escrito, com escaneabilidade e deve trazer informações relevantes para o consumidor. Se o usuário tem alguma dúvida e pesquisa no Google, ele precisa receber as melhores respostas possíveis na primeira página. Portanto, não escreva de qualquer jeito, apenas para encher linguiça. Fale como uma autoridade no assunto

 

Otimização para ranqueamento:

O segundo fator importante para ranqueamento é a otimização das páginas, isso engloba a inclusão de palavras-chave, títulos bem trabalhados, linkagem interna e externa, imagens com palavra-chave no título e outras pequenas características que, quando acumuladas, promovem grande influência no ranqueamento.

 

Fazer SEO não é fácil, principalmente na atualidade, em que diversos negócios já voltaram seus olhos para o ranqueamento orgânico, a competitividade é gigante. Mas como nada é impossível, ainda existem lacunas que estão prontas para serem preenchidas, o desafio é identificá-las e aproveitá-las da melhor maneira possível.

 

Felipe Ecco, o autor é content manager da agência yard.

Vale a pena surfar na "onda" das tendências de design 2020?

Você já parou pra pensar na vida útil das micro tendências que surgem toda temporada, e se elas realmente devem ser seguidas, todas ao mesmo tempo? É claro que não, geralmente as listas com tendências de design são controversas e entram em conflito uma com as outras.

 

Por exemplo, em um site você descobre que a maior tendência é a de cores vibrantes, já em outro site a grande tendência é a de cores vintage.

 

Isso existe pelo fato que micro tendências surgem durante o ano e são manifestadas por alguns movimentos, designers ou empresas e você, designer ou dono de uma empresa, deve saber se deve ou não "surfar" nessa onda.

 

O que você não pode é achar que, evitando as tendências, estará longe de ser um designer medíocre, pois os movimentos estão a cada dia mais acesos ou apagados e é seu trabalho saber quais são eles.

 

Esteja atento ao principal, as macro tendências, pois ela ditam o ritmo do design dos próximos anos. Inclusive, podem ditar se você ainda vai estar empregado ou se sua empresa vai sobreviver. Por exemplo, uma macro tendência que está surgindo e aumentando de uma forma exponencial é o uso da inteligência artificial na experiência do usuário, num futuro muito próximo o mercado vai precisar de especialistas em IA (inteligência artificial) e designers de UX (Experiência do usuário) para criar soluções, como por exemplo as interfaces que se adaptam para vários tipos de personas, sim, isto é possível e não é nada de outro mundo.

 

Afinal, você precisa estar sempre bem informado sobre as "macros tendências" e atento às "micro tendências" do ano, só não esqueça que tendências batidas tornam seu design batido e as pessoas podem começar a vê-lo como algo que não cativa e surpreende, além do mais, se um design é igual a muitos outros, logo, ele não surpreende ninguém e consequentemente ele não vai servir.

 

 

Alisson Freitas, diretor de arte da Agência yard.

O que esperar do marketing em 2020

Vendas, data driven marketing e humanização. Esses 3 itens resumem o que eu acredito que será a tônica do marketing em 2020. Alguns deles são tendências, outros já são ferramentas consolidadas. De qualquer forma, vale a pena ficar atento à essas metodologias.

Vendas foi o primeiro item citado e não por acaso. Eu acredito muito em uma frase que diz:

"Uma empresa com um produto ruim, mas com um bom vendedor, sobrevive. Uma empresa com um produto bom, mas sem um bom vendedor, quebra."

O ideal é equilibrar as coisas, mas vejo muitos empresários que focam 100% do seu tempo e energia em outros setores do negócio e negligenciam o departamento comercial. Ou "delargam” o comercial para um vendedor sem experiência ou até mesmo para uma agência de publicidade. Agências não são responsáveis pelo departamento comercial das empresas, elas criam estratégias de marketing e divulgação para apoiar o setor comercial. Essa reflexão é bastante importante, pois, onde há vendas, há geração de caixa e onde há caixa, há dinheiro entrando. E posso afirmar com tranquilidade que com dinheiro na mão, a solução para os problemas, que todo negócio tem, fica muito mais fácil.

Data driven marketing é uma estratégia que consiste em direcionar o marketing de uma empresa através do uso de dados. Os dados podem ser coletados através de ações físicas, no PDV (ponto de venda) ou online. É possível fazer muitas coisas, em termos de divulgação, com o nome, o email, o telefone e algum interesse dos seus clientes. O importante é começar com uma estratégia bem definida para captação e utilização desses dados. E não esqueça que em 2020 entrará em vigor a LGPD (Lei geral de proteção de dados).

Por fim, destaco o conceito de humanização das marcas, isto é, cada vez mais as empresas precisarão ter um posicionamento mais humano, mais inclusivo e mais personalizado para pequenos grupos de pessoas ao invés de tentar agradar e atingir todo mundo de forma generalizada.

 

 

Lucas Ribas, o autor é CEO da Agência yard.

 

 

O design de resultado em 2020

O que está se popularizando em 2020 é a maturidade que o designer alcançou, com a onda do design thinking, o designer "tradicional" precisou se reinventar. Comigo, felizmente, aconteceu de forma natural, quando vi já estava apaixonado por criar personas, participar ativamente da criação de jornadas dos clientes e nas experiências que eles vão ter durante os layouts que eu desenhei, precisei me tornar um designer que toma decisões importantes, centradas no usuário. Todos sabemos que não existe fórmula secreta para aumentar os resultados, mas existe um companheiro poderoso para se obter sucesso, são os dados. Nós precisamos tornar as experiências dos clientes mais personalizadas, é o que as outras empresas já estão fazendo e se você, designer, não evoluir para ser um profissional mais completo, não terá espaço nesse mercado dos anos 2020.

 

Falando agora sobre as tendências visuais, o Canvas fez uma grande pesquisa e concluíram que a cor do ano de 2020 é o verde, mais especificamente o "Neo Mint". Ele vem para trazer a leveza, calma, sustentabilidade e natureza ao design. Defende-se que a cor faz um contraste com o ano passado que foi marcado por linhas visuais mais tecnológicas e digitais que tende a aumentar em 2020 com a inteligência virtual, a cor é pura e simples, mas com um pé no futuro. Estamos saturados de todo esse avanço tecnológico em nossos olhos, chega a arder, aparentemente o Neo Mint está aí para refrescar nossa visão. Na criação de marcas, veremos logos animadas, cores retrô, vintage e sem dúvida os degradês.

 

Mas não se esqueça, cabe a você ser o mediador, as tendências estão chegando mas será que vale a pena surfar nessa onda?

 

 

 

 

Alisson Freitas, o autor é Diretor de Arte da Agência yard.

 

 

Como fazer pesquisa para saber o que mudar em um negócio

 

 

Está cada vez mais presente nas discussões estratégicas de negócios, de todos os segmentos, o conceito de “design thinking”. Se você não é familiarizado com o termo, ele consiste basicamente em desenvolver, mudar ou aprimorar os produtos/serviços de uma empresa baseando-se na visão de criação de valor exclusivamente para o cliente final.

Este talvez seja o maior desafio para pequenos negócios. A sua pergunta diária deve ser: Como posso agradar meu cliente e não só fazer algo na empresa porque eu e meus sócios acham legal. Muitas empresas conquistam sucesso fazendo isso, mesmo sem saber. A intuição também vale e não significa que é proibido atuar em uma área que você também é público-alvo. O conceito que eu quis trazer aqui é que isso não é uma obrigação.

Se você fizer uma pesquisa com seus clientes sobre o que eles querem, provavelmente a maioria das respostas será: o melhor produto, pelo preço mais baixo, entregue o mais rápido possível, com a melhor experiência da minha vida, que me entrega status e é eficaz para o que eu preciso. Mas então porque as pessoas compram soluções que não são perfeitas, como elas mesmo gostariam no seu imaginário? A resposta é simples, porque essas soluções perfeitas não existem! Então nós, enquanto consumidores, nos contentamos com a próxima melhor alternativa encontrada.

Uma boa estratégia apresentada por Josh Kaufman, no livro Manual do CEO, é fazer pesquisas com os consumidores dando opções que simulem situações da vida real, ao invés de perguntar: "O que você gostaria de ter no nosso produto?" Porque a provável resposta seja a descrição do produto perfeito. Veja um exemplo que poderia ser usado em um restaurante. Apresente as seguintes opções:

 

  1. Pedidos entregues em 5 minutos ou menos;
  2. Decoração agradável, som ambiente e atendimento diferenciado;
  3. Maioria dos produtos do cardápio abaixo de R$ 20.

 

Então peça para seus clientes escolherem apenas um dos três itens. Essa é a resposta que ele provavelmente dá para ele mesmo, em uma situação real quando vai decidir o próximo restaurante que vai comer na mesma situação. Um restaurante dificilmente consegue juntar as três características ao mesmo tempo. E isso te dará insights sobre o que potencializar ou mudar no seu negócio. Visando criar valor para o cliente e não para o seu próprio gosto.

 

 

Lucas Ribas, o autor é CEO da Agência yard.

Aprenda a mapear suas vendas na internet

Se você anuncia ou pretende anunciar na internet precisa mensurar e saber quais são os canais e anúncios onde você tem melhor desempenho, mesmo que seu negócio não seja um e-commerce. Umas das melhores formas de fazer isso é através do modelo de atribuição.

 

O modelo de atribuição é um conjunto de regras que ajuda a atribuir créditos a todos os anúncios ou canais pelos quais o usuário passou, até efetuar a compra . Além de auxiliar a mapear o caminho que o usuário fez, é útil para entender o seu ciclo de vendas.

 

Na plataforma de anúncios do Google (Google Ads), existem alguns modelos pré-definidos que você pode usar.

 

 

1 - Último clique

 

Nesse modelo o Google atribui 100% do valor da conversão ao último anúncio que seu cliente interagiu antes de comprar ou de fazer alguma conversão no seu site. Se você já tem claro no seu ciclo de vendas que o usuário tem uma fase de consideração onde ele pesquisa e compara seu serviço ou produto com outros, ou seja, se é uma venda rápida e direta, o modelo de último clique pode ser o ideal.

 

2 - Linear

 

O modelo linear distribui créditos iguais a todos os anúncios que o usuário interagiu. Se você entende que seu cliente visita seu site diversas vezes e pesquisa muito antes de comprar, esse modelo pode ser apropriado.

 

3 - Redução de tempo

 

Para essa opção, o Google Ads oferece mais crédito para os anúncios que o usuário interagiu mais próximo da conversão. Por exemplo, uma interação com o anúncio que aconteceu 14 dias antes recebe um quarto do crédito de outro que ocorreu no dia da conversão.

Geralmente esse modelo é usado em campanhas promocionais de um ou dois dias e nesse caso convém pontuar os pontos de contato durante os dias da promoção.

 

4 - Com base na posição

 

Aqui são atribuídos mais créditos para o primeiro e último ponto de interação. É muito comum por exemplo, atribuir 40% de crédito à primeira interação, 40% à última interação e 20% às interações intermediárias. Se para o seu modelo de venda você considera que o anúncio que apresenta o produto ou serviço é tão relevante quanto o anúncio que gera a venda, esse é o modelo ideal pra você.

 

Esses são apenas alguns modelos que estão disponíveis no Google Ads, você também pode usar modelos como esses para mapear clientes que interagem em diferentes canais, como, Email, Facebook e Linked In.


 

 

Alex W. Lopes, o autor é Mídia da agência de publicidade yard.

 


 

 

 

Vender só com engajamento orgânico em rede social é para negócios muito pequenos

Primeiro acredito ser pertinente esclarecer o que é engajamento orgânico, caso você não esteja familiarizado com o tema. A maioria das redes sociais permite que você crie uma conta grátis para seu negócio e comece a postar lá sem custo algum. A pergunta é: esses posts vão atingir quantas pessoas? Isso é o chamado "engajamento orgânico", é quando existe engajamento (curtidas, comentários, ações) das pessoas nas publicações de uma página de forma orgânica, gratuita, sem investimentos em anúncios.

No início das grandes redes, como facebook e instagram tudo que era postado chegava para todos os seguidores. Hoje isso não acontece mais, por uma série de motivos, o principal deles é que o volume de itens postados é tão grande que é impossível entregar tudo para todos. Outro motivo relevante é que essas empresas são negócios, como qualquer outro, e precisam faturar para manter a operação funcionando.

Ao longo dos últimos meses, estudando sobre o assunto, atendendo as mais variadas empresas e segmentos, cheguei à essa conclusão. Focar em produzir muito conteúdo orgânico (sem anúncios) só encaixa em três tipos de negócios: 1) infoprodutos, 2) empresas muito pequenas que funcionam basicamente com uma ou duas pessoas ou 3) empresas estruturadas que conseguem manter uma equipe dedicada exclusivamente para produção de conteúdo para rede social.

É essencialmente importante você entender que, quando eu falo conteúdo para rede social, não estou falando em postar propaganda 3X por semana, eu falo conteúdo interessante e relevante, que entrega valor genuíno para seus seguidores. Vídeo com dicas de saúde para uma nutricionista, infográfico com comparativo entre

Rede social é sobre relacionamento, não é um portal de anunciantes para empresas postarem o quanto seus produtos/serviços são maravilhosos. Mas sim, você pode usar a audiência das pessoas que estão lá organicamente (buscando conteúdo) e fazer anúncios. Mas para isso, você não precisa postar propaganda 3X por semana, você precisa fazer anúncios.

Mesmo quem tem um grande número de seguidores e um grande alcance orgânico, só escala em vendas, de maneira agressiva, com investimento pesado em anúncios.

 

Lucas Ribas, o autor é CEO da Agência yard.

Porque é bom ter concorrentes

É muito fácil pensar que o melhor mercado do mundo é aquele sem concorrentes. Isso inclusive é defendido por W. Chan Kim e Renée Mauborgne no famoso livro "A Estratégia do Oceano Azul". Mas como quase tudo no mundo empresarial, existe um outro ponto de vista. Que é o que quero trazer para você aqui.

Esse outro ponto de vista é apresentado por Josh Kaufman no livro "Manual do CEO". Kaufman defende que é possível olhar para um mercado cheio de concorrentes e ainda assim ter o chamado "benefício oculto da concorrência":

- Se existe concorrentes vendendo e operando neste mercado, significa que existe compradores para esse produto ou serviço;

- Já é um mercado minimamente maduro, isto é, você não precisará ter que educar as pessoas sobre a sua nova solução.

Por mais revolucionária que sua ideia seja, as pessoas levam algum tempo para absorver e entender como utiliza-la, ou mesmo para decidir trocar a solução antiga pela nova. Eu gosto muito da referência do refrigerante. Este é um mercado altamente competitivo, cheio de concorrentes e dominado, não só por grandes marcas, mas por grandes redes de distribuição. Qual a grande vantagem dele? Você não precisa ensinar ninguém a como ou quando tomar refrigerante.

Agora se imagine em 1892, quando a Coca Cola foi lançada, ninguém nunca tinha ouvido falar sobre a palavra refrigerante. No seu primeiro ano, a Coca vendeu apenas 25 garrafas (é o que diz a lenda). Atualmente, apenas no Brasil, estima-se que são consumidos entre 6 e 11bilhões de garrafas por ano.

É lógico que você não precisa querer entrar em um mercado tão competitivo quanto o de refrigerantes, ainda mais em uma época onde se fala tanto sobre alimentação mais saudável, mas a ideia deste artigo é fazer uma reflexão sobre a busca incessante e quase desesperada por um mercado totalmente sem concorrentes.

 

Lucas Ribas, o autor é CEO da Agência yard.

Google lança novo algoritmo que irá afetar diretamente em como são feitas as pesquisas no seu buscador

O Google é o ponto de partida para muitas pessoas que procuram coisas na internet, porém em algumas vezes os resultados das pesquisas podem não ser perfeitos. Os usuários podem digitar palavras erradas ou usar alguns termos fora de contexto e dessa forma fica ainda mais difícil para a ferramenta trazer os resultados esperados.

 

Pensando em aperfeiçoar as buscas, a gigante de tecnologia lançou o BERT, esse é o nome do algoritmo, sigla para Bidirectional Encoder Representations from Transformers, ele foi lançado nesta semana para os países de língua inglesa e logo estará disponível para o restante do mundo.



O que é o Google BERT?

 

O Bert é uma tecnologia de rede neural que tem como objetivo aprimorar o processamento da linguagem natural, ele auxilia os computadores a compreenderem a língua de forma similar ao entendimento humano, como os usuários pesquisam. Ele se concentra no processamento de palavras com o contexto de todas as outras palavras da frase, em vez de se concentrar em cada palavra, uma de cada vez.

 

Para exemplificar, foi feito um teste com a seguinte busca: “can you get medicine for someone pharmacy”  (Você pode comprar remédio para alguém em uma farmácia). O resultado para essa busca era um artigo falando sobre como encontrar uma prescrição já preenchida, quando na verdade o usuário gostaria de saber como pegar a receita para outra pessoa.


             Usando o BERT, o Google consegue mostrar agora um artigo de 2002 do Departamento de Saúde e Serviços Humanos norte-americano, sobre como fazer com que um amigo ou membro da família pegue o medicamento em seu nome.

 

Essa é a maior atualização do Google nos últimos 5 anos, estima-se que cerca de 10% de todas as buscas que são feitas no Google serão afetadas e isso vai impactar diretamente no posicionamento de alguns sites. Por isso fique muito atento e monitore seu site nas próximas semanas para verificar se seu posicionamento não será afetado por algumas buscas, devido a essa atualização.

 

 

 

Alex W. Lopes, o autor é Mídia da agência de publicidade yard.