Marketing e Negócios
O que esperar do marketing em 2020

Vendas, data driven marketing e humanização. Esses 3 itens resumem o que eu acredito que será a tônica do marketing em 2020. Alguns deles são tendências, outros já são ferramentas consolidadas. De qualquer forma, vale a pena ficar atento à essas metodologias.

Vendas foi o primeiro item citado e não por acaso. Eu acredito muito em uma frase que diz:

"Uma empresa com um produto ruim, mas com um bom vendedor, sobrevive. Uma empresa com um produto bom, mas sem um bom vendedor, quebra."

O ideal é equilibrar as coisas, mas vejo muitos empresários que focam 100% do seu tempo e energia em outros setores do negócio e negligenciam o departamento comercial. Ou "delargam” o comercial para um vendedor sem experiência ou até mesmo para uma agência de publicidade. Agências não são responsáveis pelo departamento comercial das empresas, elas criam estratégias de marketing e divulgação para apoiar o setor comercial. Essa reflexão é bastante importante, pois, onde há vendas, há geração de caixa e onde há caixa, há dinheiro entrando. E posso afirmar com tranquilidade que com dinheiro na mão, a solução para os problemas, que todo negócio tem, fica muito mais fácil.

Data driven marketing é uma estratégia que consiste em direcionar o marketing de uma empresa através do uso de dados. Os dados podem ser coletados através de ações físicas, no PDV (ponto de venda) ou online. É possível fazer muitas coisas, em termos de divulgação, com o nome, o email, o telefone e algum interesse dos seus clientes. O importante é começar com uma estratégia bem definida para captação e utilização desses dados. E não esqueça que em 2020 entrará em vigor a LGPD (Lei geral de proteção de dados).

Por fim, destaco o conceito de humanização das marcas, isto é, cada vez mais as empresas precisarão ter um posicionamento mais humano, mais inclusivo e mais personalizado para pequenos grupos de pessoas ao invés de tentar agradar e atingir todo mundo de forma generalizada.

 

 

Lucas Ribas, o autor é CEO da Agência yard.

 

 

O design de resultado em 2020

O que está se popularizando em 2020 é a maturidade que o designer alcançou, com a onda do design thinking, o designer "tradicional" precisou se reinventar. Comigo, felizmente, aconteceu de forma natural, quando vi já estava apaixonado por criar personas, participar ativamente da criação de jornadas dos clientes e nas experiências que eles vão ter durante os layouts que eu desenhei, precisei me tornar um designer que toma decisões importantes, centradas no usuário. Todos sabemos que não existe fórmula secreta para aumentar os resultados, mas existe um companheiro poderoso para se obter sucesso, são os dados. Nós precisamos tornar as experiências dos clientes mais personalizadas, é o que as outras empresas já estão fazendo e se você, designer, não evoluir para ser um profissional mais completo, não terá espaço nesse mercado dos anos 2020.

 

Falando agora sobre as tendências visuais, o Canvas fez uma grande pesquisa e concluíram que a cor do ano de 2020 é o verde, mais especificamente o "Neo Mint". Ele vem para trazer a leveza, calma, sustentabilidade e natureza ao design. Defende-se que a cor faz um contraste com o ano passado que foi marcado por linhas visuais mais tecnológicas e digitais que tende a aumentar em 2020 com a inteligência virtual, a cor é pura e simples, mas com um pé no futuro. Estamos saturados de todo esse avanço tecnológico em nossos olhos, chega a arder, aparentemente o Neo Mint está aí para refrescar nossa visão. Na criação de marcas, veremos logos animadas, cores retrô, vintage e sem dúvida os degradês.

 

Mas não se esqueça, cabe a você ser o mediador, as tendências estão chegando mas será que vale a pena surfar nessa onda?

 

 

 

 

Alisson Freitas, o autor é Diretor de Arte da Agência yard.

 

 

Como fazer pesquisa para saber o que mudar em um negócio

 

 

Está cada vez mais presente nas discussões estratégicas de negócios, de todos os segmentos, o conceito de “design thinking”. Se você não é familiarizado com o termo, ele consiste basicamente em desenvolver, mudar ou aprimorar os produtos/serviços de uma empresa baseando-se na visão de criação de valor exclusivamente para o cliente final.

Este talvez seja o maior desafio para pequenos negócios. A sua pergunta diária deve ser: Como posso agradar meu cliente e não só fazer algo na empresa porque eu e meus sócios acham legal. Muitas empresas conquistam sucesso fazendo isso, mesmo sem saber. A intuição também vale e não significa que é proibido atuar em uma área que você também é público-alvo. O conceito que eu quis trazer aqui é que isso não é uma obrigação.

Se você fizer uma pesquisa com seus clientes sobre o que eles querem, provavelmente a maioria das respostas será: o melhor produto, pelo preço mais baixo, entregue o mais rápido possível, com a melhor experiência da minha vida, que me entrega status e é eficaz para o que eu preciso. Mas então porque as pessoas compram soluções que não são perfeitas, como elas mesmo gostariam no seu imaginário? A resposta é simples, porque essas soluções perfeitas não existem! Então nós, enquanto consumidores, nos contentamos com a próxima melhor alternativa encontrada.

Uma boa estratégia apresentada por Josh Kaufman, no livro Manual do CEO, é fazer pesquisas com os consumidores dando opções que simulem situações da vida real, ao invés de perguntar: "O que você gostaria de ter no nosso produto?" Porque a provável resposta seja a descrição do produto perfeito. Veja um exemplo que poderia ser usado em um restaurante. Apresente as seguintes opções:

 

  1. Pedidos entregues em 5 minutos ou menos;
  2. Decoração agradável, som ambiente e atendimento diferenciado;
  3. Maioria dos produtos do cardápio abaixo de R$ 20.

 

Então peça para seus clientes escolherem apenas um dos três itens. Essa é a resposta que ele provavelmente dá para ele mesmo, em uma situação real quando vai decidir o próximo restaurante que vai comer na mesma situação. Um restaurante dificilmente consegue juntar as três características ao mesmo tempo. E isso te dará insights sobre o que potencializar ou mudar no seu negócio. Visando criar valor para o cliente e não para o seu próprio gosto.

 

 

Lucas Ribas, o autor é CEO da Agência yard.

Aprenda a mapear suas vendas na internet

Se você anuncia ou pretende anunciar na internet precisa mensurar e saber quais são os canais e anúncios onde você tem melhor desempenho, mesmo que seu negócio não seja um e-commerce. Umas das melhores formas de fazer isso é através do modelo de atribuição.

 

O modelo de atribuição é um conjunto de regras que ajuda a atribuir créditos a todos os anúncios ou canais pelos quais o usuário passou, até efetuar a compra . Além de auxiliar a mapear o caminho que o usuário fez, é útil para entender o seu ciclo de vendas.

 

Na plataforma de anúncios do Google (Google Ads), existem alguns modelos pré-definidos que você pode usar.

 

 

1 - Último clique

 

Nesse modelo o Google atribui 100% do valor da conversão ao último anúncio que seu cliente interagiu antes de comprar ou de fazer alguma conversão no seu site. Se você já tem claro no seu ciclo de vendas que o usuário tem uma fase de consideração onde ele pesquisa e compara seu serviço ou produto com outros, ou seja, se é uma venda rápida e direta, o modelo de último clique pode ser o ideal.

 

2 - Linear

 

O modelo linear distribui créditos iguais a todos os anúncios que o usuário interagiu. Se você entende que seu cliente visita seu site diversas vezes e pesquisa muito antes de comprar, esse modelo pode ser apropriado.

 

3 - Redução de tempo

 

Para essa opção, o Google Ads oferece mais crédito para os anúncios que o usuário interagiu mais próximo da conversão. Por exemplo, uma interação com o anúncio que aconteceu 14 dias antes recebe um quarto do crédito de outro que ocorreu no dia da conversão.

Geralmente esse modelo é usado em campanhas promocionais de um ou dois dias e nesse caso convém pontuar os pontos de contato durante os dias da promoção.

 

4 - Com base na posição

 

Aqui são atribuídos mais créditos para o primeiro e último ponto de interação. É muito comum por exemplo, atribuir 40% de crédito à primeira interação, 40% à última interação e 20% às interações intermediárias. Se para o seu modelo de venda você considera que o anúncio que apresenta o produto ou serviço é tão relevante quanto o anúncio que gera a venda, esse é o modelo ideal pra você.

 

Esses são apenas alguns modelos que estão disponíveis no Google Ads, você também pode usar modelos como esses para mapear clientes que interagem em diferentes canais, como, Email, Facebook e Linked In.


 

 

Alex W. Lopes, o autor é Mídia da agência de publicidade yard.

 


 

 

 

Vender só com engajamento orgânico em rede social é para negócios muito pequenos

Primeiro acredito ser pertinente esclarecer o que é engajamento orgânico, caso você não esteja familiarizado com o tema. A maioria das redes sociais permite que você crie uma conta grátis para seu negócio e comece a postar lá sem custo algum. A pergunta é: esses posts vão atingir quantas pessoas? Isso é o chamado "engajamento orgânico", é quando existe engajamento (curtidas, comentários, ações) das pessoas nas publicações de uma página de forma orgânica, gratuita, sem investimentos em anúncios.

No início das grandes redes, como facebook e instagram tudo que era postado chegava para todos os seguidores. Hoje isso não acontece mais, por uma série de motivos, o principal deles é que o volume de itens postados é tão grande que é impossível entregar tudo para todos. Outro motivo relevante é que essas empresas são negócios, como qualquer outro, e precisam faturar para manter a operação funcionando.

Ao longo dos últimos meses, estudando sobre o assunto, atendendo as mais variadas empresas e segmentos, cheguei à essa conclusão. Focar em produzir muito conteúdo orgânico (sem anúncios) só encaixa em três tipos de negócios: 1) infoprodutos, 2) empresas muito pequenas que funcionam basicamente com uma ou duas pessoas ou 3) empresas estruturadas que conseguem manter uma equipe dedicada exclusivamente para produção de conteúdo para rede social.

É essencialmente importante você entender que, quando eu falo conteúdo para rede social, não estou falando em postar propaganda 3X por semana, eu falo conteúdo interessante e relevante, que entrega valor genuíno para seus seguidores. Vídeo com dicas de saúde para uma nutricionista, infográfico com comparativo entre

Rede social é sobre relacionamento, não é um portal de anunciantes para empresas postarem o quanto seus produtos/serviços são maravilhosos. Mas sim, você pode usar a audiência das pessoas que estão lá organicamente (buscando conteúdo) e fazer anúncios. Mas para isso, você não precisa postar propaganda 3X por semana, você precisa fazer anúncios.

Mesmo quem tem um grande número de seguidores e um grande alcance orgânico, só escala em vendas, de maneira agressiva, com investimento pesado em anúncios.

 

Lucas Ribas, o autor é CEO da Agência yard.

Porque é bom ter concorrentes

É muito fácil pensar que o melhor mercado do mundo é aquele sem concorrentes. Isso inclusive é defendido por W. Chan Kim e Renée Mauborgne no famoso livro "A Estratégia do Oceano Azul". Mas como quase tudo no mundo empresarial, existe um outro ponto de vista. Que é o que quero trazer para você aqui.

Esse outro ponto de vista é apresentado por Josh Kaufman no livro "Manual do CEO". Kaufman defende que é possível olhar para um mercado cheio de concorrentes e ainda assim ter o chamado "benefício oculto da concorrência":

- Se existe concorrentes vendendo e operando neste mercado, significa que existe compradores para esse produto ou serviço;

- Já é um mercado minimamente maduro, isto é, você não precisará ter que educar as pessoas sobre a sua nova solução.

Por mais revolucionária que sua ideia seja, as pessoas levam algum tempo para absorver e entender como utiliza-la, ou mesmo para decidir trocar a solução antiga pela nova. Eu gosto muito da referência do refrigerante. Este é um mercado altamente competitivo, cheio de concorrentes e dominado, não só por grandes marcas, mas por grandes redes de distribuição. Qual a grande vantagem dele? Você não precisa ensinar ninguém a como ou quando tomar refrigerante.

Agora se imagine em 1892, quando a Coca Cola foi lançada, ninguém nunca tinha ouvido falar sobre a palavra refrigerante. No seu primeiro ano, a Coca vendeu apenas 25 garrafas (é o que diz a lenda). Atualmente, apenas no Brasil, estima-se que são consumidos entre 6 e 11bilhões de garrafas por ano.

É lógico que você não precisa querer entrar em um mercado tão competitivo quanto o de refrigerantes, ainda mais em uma época onde se fala tanto sobre alimentação mais saudável, mas a ideia deste artigo é fazer uma reflexão sobre a busca incessante e quase desesperada por um mercado totalmente sem concorrentes.

 

Lucas Ribas, o autor é CEO da Agência yard.

Google lança novo algoritmo que irá afetar diretamente em como são feitas as pesquisas no seu buscador

O Google é o ponto de partida para muitas pessoas que procuram coisas na internet, porém em algumas vezes os resultados das pesquisas podem não ser perfeitos. Os usuários podem digitar palavras erradas ou usar alguns termos fora de contexto e dessa forma fica ainda mais difícil para a ferramenta trazer os resultados esperados.

 

Pensando em aperfeiçoar as buscas, a gigante de tecnologia lançou o BERT, esse é o nome do algoritmo, sigla para Bidirectional Encoder Representations from Transformers, ele foi lançado nesta semana para os países de língua inglesa e logo estará disponível para o restante do mundo.



O que é o Google BERT?

 

O Bert é uma tecnologia de rede neural que tem como objetivo aprimorar o processamento da linguagem natural, ele auxilia os computadores a compreenderem a língua de forma similar ao entendimento humano, como os usuários pesquisam. Ele se concentra no processamento de palavras com o contexto de todas as outras palavras da frase, em vez de se concentrar em cada palavra, uma de cada vez.

 

Para exemplificar, foi feito um teste com a seguinte busca: “can you get medicine for someone pharmacy”  (Você pode comprar remédio para alguém em uma farmácia). O resultado para essa busca era um artigo falando sobre como encontrar uma prescrição já preenchida, quando na verdade o usuário gostaria de saber como pegar a receita para outra pessoa.


             Usando o BERT, o Google consegue mostrar agora um artigo de 2002 do Departamento de Saúde e Serviços Humanos norte-americano, sobre como fazer com que um amigo ou membro da família pegue o medicamento em seu nome.

 

Essa é a maior atualização do Google nos últimos 5 anos, estima-se que cerca de 10% de todas as buscas que são feitas no Google serão afetadas e isso vai impactar diretamente no posicionamento de alguns sites. Por isso fique muito atento e monitore seu site nas próximas semanas para verificar se seu posicionamento não será afetado por algumas buscas, devido a essa atualização.

 

 

 

Alex W. Lopes, o autor é Mídia da agência de publicidade yard.

Fama e popularidade não significam lucro para uma empresa

Na era das redes sociais muitas empresas parecem estar perseguindo a fama no Instagram achando que isso vai significar vendas e lucro. Mas será que é verdade?

 

No livro “Marketing Radical”, os autores Sam Hill e Glenn Rifkin trazem um exemplo muito simples e claro de que fama não significa lucro para uma empresa, nem mesmo quando se trata de uma banda, que teoricamente deveria almejar cada vez mais popularidade.

 

A obra de 1999 apresenta o case da Grateful Dead, uma banda de rock com mais de 30 anos de carreira no século XX que, segundo eles, é reconhecidamente uma marca que praticou um marketing radical durante toda sua existência.

 

E uma característica fundamental para o sucesso da marca Grateful Dead, se deu pelo fato de que a banda andou na contramão de muitas outras bandas, principalmente porque nunca se preocuparam em ter seu nome listado nas paradas de sucesso.

 

Eles não se preocupavam em receber prêmios de popularidade, ou de serem reconhecidos por todos nas ruas. O objetivo da Grateful Dead era agradar um nicho específico de fãs que se identificavam com as suas músicas.

 

Muito por conta desse tipo de comportamento, a Grateful Dead sobreviveu por mais de 30 anos, sendo extremamente lucrativa e reunindo uma base de fãs extremamente dedicada. Diferente de outras bandas que nasceram na mesma época e que alcançaram mais popularidade, mas padeceram meses ou anos depois.

 

A Grateful Dead é um exemplo muito claro de como uma empresa não precisa se preocupar em adquirir seguidores, curtidas e fãs em massa, mas sim desenvolver um produto de qualidade, impactar um nicho específico de consumidores, que por sua vez irão se tornar fãs da marca e garantir a saúde financeira da empresa.

 

Felipe Ecco, o autor é content manager da agência yard.

Agência yard. representará Ponta Grossa em prêmio nacional

O artigo de hoje não poderia ser diferente, pois essa semana recebemos a notícia que a yard. é a única agência de Ponta Grossa finalista do prêmio nacional Agência de Resultados, na categoria "melhor em RD Station". Esse prêmio foi criado para coroar e valorizar as melhores agências parceiras da Resultados Digitais (a maior empresa de marketing digital da América Latina). Isso significa que as melhores práticas de marketing digital são premiadas durante o prêmio. Os vencedores serão conhecidos dia 05/11 em Florianópolis-SC, durante o "Partner Day", um evento exclusivo para agências, que abrirá o RD Summit, o maior evento de vendas e marketing digital da América Latina com mais de 15 mil pessoas esperadas.

 

Por isso, é com muito orgulho que deixamos a percepção de cada um dos profissionais que tiverem participação importante nessa conquista.

 

Lucas Ribas (Diretor geral): "Em janeiro de 2019, estabelecemos a meta de ser finalista do prêmio até 2020. Conquistar isso 1 ano antes é muito satisfatório e só faz aumentar a vontade de continuar com o pé no acelerador. Vem mais conquistas por aí, 2020 que nos aguarde!"

Felipe Ecco (Content Manager): "Por mais que estivéssemos em busca dessa indicação, houve um momento em que ela pareceu muito distante, pois durante esse trajeto "subimos de nível" no RD e a concorrência ficou muito mais pesada. E mesmo assim conseguimos, estamos entre as melhores das melhores."

Alex Lopes (Mídia): "Essa indicação só consolida a construção do bom trabalho que a equipe vem fazendo. Há um ano estávamos assistindo ao prêmio sem muitas pretensões e agora estaremos lá na expectativa como um dos finalistas, é incrível!"

Alisson Freitas (Diretor de arte): "Tive a oportunidade de sentir na pele o comprometimento e o esforço que cada um de nós depositou nessa missão, representar Ponta Grossa como finalista em um dos maiores eventos de marketing da América latina é um baita presente de aniversário."

10 maneiras de avaliar um negócio

Se você cogita abrir um negócio, pensa em investir em um novo mercado ou até mesmo já tem um negócio e anda um pouco insatisfeito, as próximas palavras podem te ajudar, muito. Josh Kaufman listou 10 maneiras práticas para ajudar na avaliação se um negócio é um bom investimento ou não.

Avalie com uma nota de 0 a 10 cada uma das 10 características a seguir. Ao final, se a pontuação for acima de 75, o negócio tem grandes chances de ser promissor se não, vale a pena repensar.

1. Urgência: Com que intensidade as pessoas querem isso ou precisam desse produto/serviço rápido?

2. Tamanho do mercado: Quantas pessoas estão ativamente comprando coisas similares? Pesquise dados e notícias sobre o setor, olhe em sua região ou cidade.

3. Potencial de precificação: Qual é o preço que o comprador típico está disposto a pagar por esse produto/serviço? Não caia na armadilha de ter um produto bom com uma margem horrível.

4. Custo de aquisição de clientes: Essa é a minha favorita. Em média, quanto custará para gerar uma venda, tanto em termos de dinheiro quanto de esforço?

5. Custo da entrega de valor: Quanto custa para criar e entregar valor? Isto é, surpreender os clientes além do produto/serviço principal.

6. Exclusividade da oferta: Até que ponto sua oferta é única em comparação com ofertas concorrentes no mercado?

7. Velocidade de entrada no mercado: Com que rapidez você pode criar algo para começar a vender e faturar?

8. Investimento inicial: Quanto você precisa investir antes de estar pronto para vender?

9. Potencia de venda de produtos secundários: Você tem ofertas secundárias relacionadas que também poderia oferecer aos clientes?

10. Potencial de lucro perene: Uma vez que a oferta inicial foi criada, quanto trabalho adicional você precisará dedicar para continuar a vender?

 

 

Lucas Ribas, o autor é CEO da Agência yard.