Marketing e Negócios
Cultura da Inovação

Considerada por muitos como a empresa mais inovadora do mundo. A 3M (Minnesota Mining and Manufacturing Company) é com certeza uma empresa duradoura. Fundada em 1902 ela continua ativa e inovadora mais de 100 anos depois. Mas qual o segredo para tamanho sucesso?

            Para responder essa questão, vou contar a história da criação do famoso adesivo Post-IT. Em 1974 um músico de uma igreja nos EUA, chamado Art Fry, ficou irritado porque os papéis de marcação que ele colocava nas páginas dos livros de música caiam no meio da apresentação. Então ele lembrou que um amigo seu, que trabalhava na 3M, tinha inventado um adesivo que não deixava marcas e era de fácil remoção. Protótipos do adesivo já haviam sido criados pela 3M mas ele ainda não tinha sido oficialmente lançado no mercado. Após a solicitação de Art Fry, a 3M lançou o produto que, posteriormente, se tornou um grande sucesso da empresa.

O protótipo do Post-IT foi criado dentro de um projeto da 3M que incentiva os funcionários da empresa a dedicarem 15% do seu tempo no desenvolvimento de inovações. Além desse projeto, a 3M possui, desde os primeiros anos de existência da empresa, políticas e práticas reais de incentivo à inovação. Como por exemplo: Prêmio Inovação de Ouro; Fundo interno de capital de risco para pesquisadores; Meta de 30% das vendas anuais serem de produtos lançados nos últimos 5 anos, entre outras.

Sabe aquela história de que uma missão empresarial não basta estar na parede? É necessário existir práticas reais que comprovem, inspirem e incentivem as pessoas a vivenciarem aquilo de verdade. O aparente acaso no sucesso do Post-IT não teve nada de acaso, foi um marco de sucesso para uma cultura de inovação muito bem implantada e executada.

 

 

Lucas Ribas. O autor é CEO da agência yard.

 

Aumente a velocidade do seu site com o AMP (Accelerated Mobile Pages)

 

 

O celular está em nossas mãos o tempo todo, utilizamos para conversar com os amigos, para trabalhar, jogar, acompanhar notícias, e mais uma infinidade coisas. Segundo dados da SEMrush (empresa que oferece um software responsável por monitorar buscas e analisar o ranqueamento de palavras-chave), no Brasil mais de 50% de todo o tráfego no site de buscas (Google) é feito através do smartphone. Esse crescimento das buscas via mobile despertou a necessidade de melhorar a experiência do usuário, visto que a qualidade e o carregamento em dispositivos móveis deixava muito a desejar por diversos problemas, como, cobertura da rede, dispositivo e otimização dos próprios sites de destino.

  Tudo era muito frustrante, lento, o que se tornava um desafio de paciência para o usuário. Em 2015 com a ideia cravada do "mobile first" (conceito de projeto de web que afirma que os celulares precisam ter prioridade em relação aos computadores) o Google em parceria com outras empresas, como Linkedin e Twitter, lançaram o AMP Project. A iniciativa AMP, ou Accelerated Mobile Pages, surgiu da necessidade de melhorar a navegação no mobile para todos, seja usuário, plataformas ou editores.

Ao fazer buscas em seu smartphone você já deve ter notado, em alguns resultados, um ícone de um raio no canto esquerdo, ao lado da url do site. Esse é o símbolo do AMP. A ferramenta que torna as páginas de sites otimizadas para um carregamento instantâneo. Isso faz com que a página apareça de forma simplificada para que seja carregada com muito mais velocidade, tudo isso com o objetivo de melhorar a experiência do usuário.

 

Então, como o AMP funciona?

 

As páginas que utilizam o AMP são basicamente como qualquer outra página HTML, porém elas oferecem um conjunto limitado de recursos, que são definidos por regras e especificações do Accelerated Mobile Pages, essas páginas são carregadas e funcionam em qualquer navegador popular atualizado. Para priorizar a velocidade e oferecer uma experiência melhor ao usuário, os arquivos AMP não priorizam a aparência do conteúdo, dessa forma, constrói uma estrutura mais básica, que consegue acelerar o tempo de carregamento das páginas do website.


            Com o Accelerated Mobiles Pages, os sites ganham pontos para alcançar um posicionamento orgânico melhorado nas pesquisas do Google. Sim, esse é um dos critérios que o algoritmo usa para pontuar as páginas de destino e ranqueá-las. Bom, se você chegou até aqui já deve ter percebido como é importante ter um site que carrega rápido no smartphone, você consegue reter mais tráfego e ainda posicionar melhor o seu site, agregando na estratégia de SEO.


Curtiu o artigo? Se quiser saber melhorar seu site e criar estratégias de marketing que funcionam, diga um oi, que nós podemos te ajudar!

 

Alex W. Lopes, o autor é Mídia da agência de publicidade yard.

Posts criativos no Facebook, sua empresa precisa deles?

 

Não há nada mais encantador, na visão do cliente, do que uma agência que cria posts super criativos no Facebook e conquista várias curtidas, alguns comentários e até compartilhamentos.

Para este cliente, ele tem a visão de que sua marca está atingindo várias pessoas e o seu marketing digital está “bombando”. É resultado na certa.

De onde será que isso surgiu?

Muito provavelmente, esse tipo de “cultura” teve início no momento em que o Facebook permitiu e passou a incentivar a criação de páginas exclusivamente comerciais dentro da rede. Naquela época, as páginas tinham um potencial de alcance orgânico muito maior do que hoje em dia. Como não havia a possibilidade de anunciar, as empresas dedicavam seus esforços para criar conteúdos e publicar em suas páginas para atingir todos os seus curtidores. Acontece que com o passar do tempo, o Facebook foi desenvolvendo a plataforma de Ads dentro da rede social. A partir deste momento, empresas contavam com a possibilidade de investir dinheiro para alcançar mais pessoas, até mesmo aquelas que não eram seguidores da página.

Isso deu tão certo (mérito do próprio Facebook por criar uma ferramenta extremamente útil), que cada vez mais o Facebook passou a estimular o uso de anúncios. Diante deste cenário, é claro que não fazia muito sentido que a rede social estimulasse as empresas a continuarem fazendo as publicações orgânicas, portanto, as constantes atualizações do algoritmo foram prejudicando esse tipo de estratégia.

Chegou um momento em que simplesmente passou a não compensar o esforço de criar posts que não seriam patrocinados, pois eles não teriam alcance nenhum.

Com o passar do tempo, as empresas (infelizmente nem todas) começaram a perceber que não fazia sentido isso, pois estavam pagando uma agência, freelancer, ou funcionário para criar peças que não teriam alcance.

Se você, enquanto empresário ou profissional de marketing, já tem essa percepção, parabéns! Já está a um passo a frente de muitos concorrentes. Mas há um próximo passo, que inclusive já está sendo tomado por empresas há um certo tempo: anunciar no Facebook, simplesmente por anunciar, não dá tanto resultado assim quanto muitos pensam.

Publicar um post engraçado, criativo, que ganha diversas curtidas e risadas nos comentários é algo muito descolado, sem dúvidas. Mas o problema é que grande parte das empresas concentra boa parte de sua verba para fazer isso e esquecem o principal: vender.

Posts engraçados, descolados, criativos, não necessariamente significam posts vendedores. Para vender, é preciso não só de criatividade, mas também de uma estratégia de verdade. Fazer posts simplesmente para “gerar engajamento”, ou para “alimentar a página”, ou ainda para “ser uma marca engraçada e criativa” é uma estratégia defasada, tanto quanto a velha estratégia de fazer publicações orgânicas, na esperança de que algum suposto resultado estaria acontecendo.

Se você acha que a sua empresa pode ir além de posts engraçados, bonitos e descolados, podendo realmente conseguir oportunidades comerciais através das redes sociais, fale com a gente.

 

Felipe Ecco. O autor é content manager da agência de publicidade yard.

A estratégia na experiência do usuário para criar produtos de sucesso

Você já lançou algum produto ou serviço? E no planejamento para o lançamento, você pesquisou a fundo o público-alvo? Não? E por que não?

 

O "porquê" das coisas é um dos maiores pontos quando trata-se de criar uma estratégia sólida, antes de tudo, responda para si mesmo: "O que queremos deste produto? O que nossos clientes querem tirar disso?" Caso você não tenha as respostas claras dessas duas perguntas, é bem provável que o fracasso baterá em sua porta.

 

Trabalhar a estratégia da experiência do usuário é o pilar que vai segurar todas as outras camadas de uma boa experiência, até chegarmos à famosa ponta do iceberg que está visível: a interface do usuário "UI".

 

"Como, de fato, eu posso concretizar a estratégia do meu produto?" Primeiro questione todos os pontos possíveis de cada pequeno elemento que você planejou, em algum momento as respostas vão se esgotar e é nesse momento que aplicamos o UX (User Experience), toda empresa precisa de opiniões externas para saber o que seu público pensa, então rastreie os possíveis "targets" e não tenha medo de perder um bom tempo realizando pesquisas e entrevistas com seu público, o conhecimento externo agregado vai ser "matador" para seu sucesso. Um profissional de UX vai compilar essas informações, criar as personas, apontar as dores e comparar elas com as soluções do seu negócio. Se caso as ideias não baterem está na hora de moldar sua estratégia ou mudar o produto de vez.

 

A etapa de estratégia é o momento de entender quais são as necessidades dos envolvidos e é onde alinhamos onde queremos que o nosso produto chegue. A partir do momento em que temos um base sólida, podemos acabar de construir a casa. Espero que o texto tenha esclarecido um pouco sobre como essa etapa funciona.

 

Alisson Freitas, o autor é Diretor de Arte da agência de publicidade yard.

O que é um negócio que "dá certo?"

“Não seja apaixonado pelo produto, seja apaixonado por vender o produto”.

 

Amar os sanduíches do Mc Donalds não fará de você um excelente dono de uma franquia Mc Donalds. No ramo de alimentação, especialmente, o nível de dedicação necessária para o sucesso de um negócio é altíssimo e novamente, percebo muitas empresas não dando certo em função da falta de alinhamento de expectativa quanto à dedicação necessária para um negócio “dar certo”. No caso de um restaurante, por exemplo, muitas vezes se esquece que o estabelecimento poderá funcionar de domingo a domingo. E aí, mesmo com uma proposta de valor bem definida, para a maioria dos negócios a energia do empreendedor no início é vital.

 

Outro ponto importante que percebo em empresas menores que procuram a agência é a falta de clareza quanto ao conceito de “dar certo”. Muitas vezes, um negócio cheio, com filas de espera e muito movimento nunca vai ser capaz de entregar um resultado financeiro que o empreendedor espera. Ou entregará, mas a um custo de tempo, energia e dedicação que o empreendedor não está disposto a pagar. Já vi ex-gerentes de indústria com salários de dois dígitos abandonarem seus empregos para abrir negócios pequenos que, mesmo “dando muito certo” não conseguiriam entregar nem metade do resultado financeiro oferecido pelo emprego anterior. Isto nem sempre é o problema, o problema é não ter clareza quanto a isso. Tenha muito claro, quanto e a que custo você considera “dar certo”?

 

Existe um tipo de empresa que parece “dar certo” desde o seu início. Parece que todo mundo elogia, cai na boca do povo e a propaganda boca-a-boca impulsiona o negócio de tal forma que faz o produto/serviço cair na graça das pessoas e alcançar resultados acima da média. Normalmente empresas que conquistam esse status, não o alcançam por acaso, não se trata apenas de um produto ou serviço diferenciado ou como costumo escutar de 9 entre 10 empresários: - “meu diferencial são os produtos e o atendimento de qualidade”. Empresas que alcançam esse tipo de resultado possuem uma proposta de valor do negócio muito bem planejada, estruturada e, com muita frequência, têm uma preocupação com os aspectos tangíveis e intangíveis da sua marca desde o início. Quanto mais específico for o seu público-alvo, do ponto de vista do marketing, melhor.

 

Ao longo de mais de 10 anos atendendo diversas empresas de diferentes ramos e diferentes tamanhos acumulei uma boa experiência que me permite hoje, fazer uma análise sobre algumas características de empreendimentos e de empreendedores que deram certo e que deram errado. E chegar a conclusão que o "dar certo” depende exclusivamente de você e do que você considera como dar certo.

 

 

Lucas Ribas. O autor é CEO da agência yard.

 

Três tipos de tráfego que ajudarão sua empresa a vender mais

 

Você consegue diferenciar os tipos de tráfego que o seu website recebe? Na internet existem diferentes tipos, mas três desses são essenciais para quem quer atrair mais clientes e efetuar mais vendas.

 

1 – Tráfego orgânico

O tráfego orgânico é o mais conhecido e também um dos mais difíceis de conquistar, pois ele exige que seu site esteja bem ranqueado no Google ou em outros mecanismos de buscas, para isso o algoritmo do Google deve entender que o site em questão é relevante para determinada busca, atualmente é bem difícil conquistar as primeiras posições nos resultados de pesquisa e conseguir um grande volume de tráfego orgânico. Isso pode ser alcançado através de SEO (Search Engine Optimization), um conjunto de técnicas e otimizações no site e nas páginas que são feitas para melhorar a pontuação e relevância do website. Vale ressaltar que não existe fazer SEO uma única vez, SEO é feito continuamente.

2 – Tráfego Pago

É um dos meios de tráfego mais conhecidos do marketing digital, que quando bem feito pode gerar resultados incríveis. Tráfego pago é aquele que tem origem em anúncios, seja utilizando Facebook Ads, Google Ads, ou outras ferramentas.

Pode-se dizer que o tráfego pago é aquele que precisa de um valor financeiro investido para aparecer em determinados canais. Por exemplo: Ao pagar para anunciar no Google Ads você tem a chance de imprimir seu anúncio nas primeiras posições de pesquisa do Google.
Algumas ferramentas de tráfego pago são:

  • Google Adwords;
  • Facebook Ads;
  • LinkedIn Ads;
  • Taboola;
  • Outbrain;

 

Para gerar um tráfego pago de qualidade é necessário uma configuração assertiva das campanhas, caso você não faça corretamente, poderá estar levando pessoas desqualificadas, que não tem interesse no seu produto ou serviço.

 

3 – Tráfego Social

A captação de tráfego social ocorre por meio das mídias sociais, de forma orgânica. Ao divulgar algum conteúdo, ou seu produto/serviço no Facebook, Twitter, seja qual for a rede, a origem desse tráfego será contabilizada como “social”.

Atualmente algumas plataformas tem diminuido o alcance orgânico das publicações nas redes sociais, dessa forma tem ficado muito difícil alcançar novos potenciais clientes, para gerar mais tráfego para seu site. Deve-se aliar as redes sociais aos anúncios, gerando assim tráfego pago, veiculando anúncios nas redes sociais, atingindo mais pessoas e não apenas os seguidores da página.

Curtiu o artigo? Se quiser saber mais sobre estratégias para gerar tráfego para o seu site, diga um oi, que nós podemos te ajudar.

 

Alex W. Lopes, o autor é Mídia da agência de publicidade yard.

 


 

 

 

Inbound marketing com departamento interno x agência – A principal vantagem de cada estratégia

O inbound marketing vem se tornando cada vez mais difundido entre grandes e pequenas empresas no país. Com esse crescimento, é comum que surjam dúvidas sobre os processos e, principalmente, sobre a responsabilidade de execução da estratégia. Para uma empresa média ou grande, é melhor executar o inbound marketing através de um departamento interno, ou terceirizar com uma agência especializada? Veja a visão de alguém que trabalha em uma agência a seguir, juro que busquei ser o mais imparcial possível.

 

A principal vantagem de fazer inbound marketing com departamento interno

 

A principal vantagem de realizar o inbound marketing com departamento interno, na minha visão, está diretamente relacionada ao fato de uma equipe interna ter mais acesso ao conhecimento sobre o próprio negócio do que uma agência terceirizada tem. É claro que em uma agência, os profissionais buscam entender sobre a realidade do cliente o quanto podem. Mas é um cenário diferente, quando comparado à facilidade de acesso a informações que a equipe interna tem. Não somente se tratando de acesso à informação, mas a membros importantes da equipe. Um exemplo muito claro disso é a possibilidade que a equipe interna tem de entrevistar um responsável por determinada função na empresa para, em seguida, produzir um conteúdo que aborda temas relevantes e que fazem sentido, afinal, foram escritos com a colaboração de quem entende do assunto, mais do que todos.

 

A principal vantagem de fazer inbound marketing com uma agência terceirizada

Acredito que a principal vantagem de terceirizar o trabalho de inbound marketing com uma agência de marketing digital, é pelo fato de que uma agência especialista se dedicar o tempo todo para estudar e aprender sobre inbound e marketing digital.

Aqui na yard., por exemplo, além de trabalharmos com ferramentas e estratégias de inbound todos os dias, estamos sempre estudando, procurando novidades, novas metodologias, lendo livros e até mesmo visitando eventos sobre o tema, enfim, é uma busca constante por absorver ideias, conceitos, estratégias, tudo para melhorar e aprimorar o trabalho para alcançar mais resultado para o cliente.

Outro ponto importante é a experiência que uma agência oferece. Por trabalhar com diversos segmentos, inúmeros testes são feitos todos os dias, novas descobertas são feitas e, assim, possíveis erros podem ser evitados. Erros que uma equipe interna de inbound pode não ter informação suficiente para evitar.

Independentemente do método que a sua empresa utiliza, lembre-se que o mais importante é realizar um trabalho de qualidade, pensando de fato em dores reais de personas que fazem sentido, ofertar recompensas de qualidade nas landing pages e, o mais importante, buscar gerar oportunidades comerciais de verdade. Não faça inbound apenas para dizer que está fazendo, se não estão gerando leads qualificados.

E claro, se você quer fazer inbound marketing de qualidade, fale com a gente.

 

Felipe Ecco. O autor é content manager da agência de publicidade yard.

Até onde é preciso seguir o Manual de Identidade de uma marca?

No mundo do branding o manual de identidade visual é um guia que reúne um amontoado de normas que devem ser seguidas para preservar a marca, mas até onde o cumprimento delas, é necessário?

No século XX foi criada na Alemanha a primeira equipe de consultores de imagem corporativa, que pensavam na empresa como um todo, desde as instalações físicas, logotipos, panfletos, criando uma comunicação coerente e o conceito da cultura empresarial. Em 1901 os primeiros manuais de marcas foram criados com o objetivo de obrigar os funcionários das empresas a seguirem à risca suas regras, lembrando que naquela época a maioria das pessoas eram analfabetas.

Atualmente o manual de identidade visual é um manual de princípios, mas podem surgir outras possibilidades em suas aplicações e a marca precisa ser flexível quando isto acontecer. Augusto Nascimento, diretor da BBI, consultor e palestrante diz em uma de suas palestras sobre Business Branding: "Em certas ocasiões esqueça o manual, a marca precisa ter clareza acima de tudo."

Geralmente aqui na agência, durante o processo de criação de marca, nós fazemos o teste do campo de futebol. O logotipo em desenvolvimento é aplicado em uma grande placa na lateral do campo, a seguir fazemos duas perguntas: a primeira é: "A marca é relevante entre as outras diversas marcas que está dividindo espaço?" E a segunda é:  "A quase 80 metros de distância ela ainda mantém sua clareza e individualidade?"

Estamos falando de visibilidade, flexibilidade e individualidade. Três grandes ideais que são indispensáveis em um projeto de branding responsável e feito com excelência. O que concluímos é que não podemos nos atrelar apenas às normas de um manual e deixar escapar um grande resultado final!

 

Alisson Freitas. O autor é Diretor de arte da agência yard.

Como “bombar” no Instagram

Primeiro vamos separar o joio do trigo. Uma pequena empresa ou um pequeno empresário precisa necessariamente “bombar” no Instagram? Eu afirmo, com bastante convicção, que não!

Pequeno empresário: se concentre em ser (um dentista, um personal trainer, um comerciante, ou qualquer outra profissão) fora de série. Seja realmente muito bom, acima da média, ao invés de tentar aprender uma fórmula mágica para bombar no Instagram. Desculpe se decepcionei você que estava querendo ler uma receita mágica de sucesso. Muitas pessoas fazem essa confusão ao usar qualquer rede social para divulgar seus produtos e serviços. Uma rede social é, acima de tudo, uma empresa de mídia. Ela só existe porque fatura milhões com anúncios e porque tem pessoas consumindo o conteúdo que está lá dentro. A grande diferença para uma empresa de mídia tradicional é quem produz o conteúdo. Na mídia tradicional ela mesma produz o seu próprio conteúdo e comercializa espaços publicitários para seus anunciantes. Nas redes sociais temos os blogueiros, youtubers e influenciadores digitais, que são pessoas que produzem conteúdo, conquistam uma audiência e "vendem" essa audiência para as grandes redes sociais comercializarem anúncios, através de plataformas como Adsense do google e monetização de conteúdo do facebook. Empresas podem tirar proveito dessa nova era fazendo parceria com os influenciadores digitais e construindo uma presença online com páginas nas principais redes. Mas para realmente impactar um volume significativo de pessoas, é preciso criar uma estratégia com anúncios pagos. Ou então virar um influenciador.

Se você tem um produto/serviço verdadeiramente diferenciado, as pessoas vão querer comprar de você, independente se você "bomba" no Instagram. Mas, se mesmo assim você quer "bombar" no Instagram te deixo uma dica final: não contrate uma agência de publicidade. Contrate alguém que já fez um Instagram "bombar". Uma agência séria não vai se comprometer a te ajudar nisso. A não ser que ela seja especialista no assunto influenciadores digitais.

 

Lucas Ribas. O autor é CEO da agência yard.

Como convencer a diretoria a contratar uma agência de marketing digital

 

Investir em marketing digital ou mesmo contratar uma agência pode ser um desafio para você. Para uma empresa já consolidada, o seu diretor pode não entender o quanto o marketing digital é impactante. Se você tem em mãos um plano de mídia digital, tem uma grande chance de convencê-lo a investir.

A empresa tem um site? Um perfil no facebook, instagram, linkedin, youtube? Quando você digita no google o nome do produto/serviço que vocês vendem, a empresa aparece? As redes sociais tem colaborado com o seu resultado? Vocês tem claro quantas vendas foram geradas a partir das redes sociais no último ano? Se você é um gestor comercial, precisa ter bem definido os seguintes indicadores para fazer uma gestão profissional do marketing digital da empresa: CPL - Custo por lead; CPO - Custo por oportunidade e CAC - Custo de aquisição de clientes. Se sua empresa ainda não mede isso, é um excelente argumento para convencer a diretoria da empresa a começar hoje mesmo!

Se você e sua equipe tem esses dados, o caminho está bem mais fácil para o resultado final. Agora, se entre um e outro apareceu alguma dúvida, está mais do que na hora de contratar uma agência de inbound marketing para auxiliar sua empresa. A agência vai ajudar a definir o perfil do cliente ideal para o seu negócio e executar as estratégias desenvolvidas.

Mostre para o seu diretor que a contratação de uma agência especializada em marketing digital deixará você e sua equipe comercial com mais oportunidades de negócio, e também, estarão nas mãos de quem sabe realizar a melhor estratégia.

 

Guilherme Bozacki. Jornalista, executivo comercial da agência de publicidade yard.