Marketing e Negócios
Agência yard. representará Ponta Grossa em prêmio nacional

O artigo de hoje não poderia ser diferente, pois essa semana recebemos a notícia que a yard. é a única agência de Ponta Grossa finalista do prêmio nacional Agência de Resultados, na categoria "melhor em RD Station". Esse prêmio foi criado para coroar e valorizar as melhores agências parceiras da Resultados Digitais (a maior empresa de marketing digital da América Latina). Isso significa que as melhores práticas de marketing digital são premiadas durante o prêmio. Os vencedores serão conhecidos dia 05/11 em Florianópolis-SC, durante o "Partner Day", um evento exclusivo para agências, que abrirá o RD Summit, o maior evento de vendas e marketing digital da América Latina com mais de 15 mil pessoas esperadas.

 

Por isso, é com muito orgulho que deixamos a percepção de cada um dos profissionais que tiverem participação importante nessa conquista.

 

Lucas Ribas (Diretor geral): "Em janeiro de 2019, estabelecemos a meta de ser finalista do prêmio até 2020. Conquistar isso 1 ano antes é muito satisfatório e só faz aumentar a vontade de continuar com o pé no acelerador. Vem mais conquistas por aí, 2020 que nos aguarde!"

Felipe Ecco (Content Manager): "Por mais que estivéssemos em busca dessa indicação, houve um momento em que ela pareceu muito distante, pois durante esse trajeto "subimos de nível" no RD e a concorrência ficou muito mais pesada. E mesmo assim conseguimos, estamos entre as melhores das melhores."

Alex Lopes (Mídia): "Essa indicação só consolida a construção do bom trabalho que a equipe vem fazendo. Há um ano estávamos assistindo ao prêmio sem muitas pretensões e agora estaremos lá na expectativa como um dos finalistas, é incrível!"

Alisson Freitas (Diretor de arte): "Tive a oportunidade de sentir na pele o comprometimento e o esforço que cada um de nós depositou nessa missão, representar Ponta Grossa como finalista em um dos maiores eventos de marketing da América latina é um baita presente de aniversário."

10 maneiras de avaliar um negócio

Se você cogita abrir um negócio, pensa em investir em um novo mercado ou até mesmo já tem um negócio e anda um pouco insatisfeito, as próximas palavras podem te ajudar, muito. Josh Kaufman listou 10 maneiras práticas para ajudar na avaliação se um negócio é um bom investimento ou não.

Avalie com uma nota de 0 a 10 cada uma das 10 características a seguir. Ao final, se a pontuação for acima de 75, o negócio tem grandes chances de ser promissor se não, vale a pena repensar.

1. Urgência: Com que intensidade as pessoas querem isso ou precisam desse produto/serviço rápido?

2. Tamanho do mercado: Quantas pessoas estão ativamente comprando coisas similares? Pesquise dados e notícias sobre o setor, olhe em sua região ou cidade.

3. Potencial de precificação: Qual é o preço que o comprador típico está disposto a pagar por esse produto/serviço? Não caia na armadilha de ter um produto bom com uma margem horrível.

4. Custo de aquisição de clientes: Essa é a minha favorita. Em média, quanto custará para gerar uma venda, tanto em termos de dinheiro quanto de esforço?

5. Custo da entrega de valor: Quanto custa para criar e entregar valor? Isto é, surpreender os clientes além do produto/serviço principal.

6. Exclusividade da oferta: Até que ponto sua oferta é única em comparação com ofertas concorrentes no mercado?

7. Velocidade de entrada no mercado: Com que rapidez você pode criar algo para começar a vender e faturar?

8. Investimento inicial: Quanto você precisa investir antes de estar pronto para vender?

9. Potencia de venda de produtos secundários: Você tem ofertas secundárias relacionadas que também poderia oferecer aos clientes?

10. Potencial de lucro perene: Uma vez que a oferta inicial foi criada, quanto trabalho adicional você precisará dedicar para continuar a vender?

 

 

Lucas Ribas, o autor é CEO da Agência yard.

Conheça três exemplos práticos de machine learning

Alex W. Lopes

 

 

A inteligência artificial está cada vez mais presente em nossa rotina, se você está ligado em tecnologia, provavelmente já ouviu falar em “Machine Learning”, que significa: Aprendizado de máquina. Essa tecnologia já está em uso há algum tempo e consiste em tornar máquinas capazes de resolver problemas, assim como nós humanos fazemos, sem precisar de uma função pré-determinada como é feita na programação, com entrada e saída de dados. Os computadores aprendem sem utilização de programação.

 

Conheça alguns exemplos de aplicação de machine learning:

 

1 - Publicidade Online

 

Google e Facebook revolucionaram o mercado, com o aprendizado de máquina, o algoritmo dessas plataformas aprende com as interações feitas pelo publico-alvo, dessa forma a ferramenta exibe anúncios mais assertivos e personalizados parada cada público.

 

 

2 - Verificar a qualidade de uma safra de vinho

 

Um cientista de dados aplicou machine learning para testar a qualidade de uma safra de vinhos franceses.  Ele coletou dados do clima na região de Bordeaux durante os últimos 60 anos sobre as melhores safras durante o mesmo período de tempo. Depois ele treinou o algoritmo de acordo com os fatores que fazem uma colheita de uva

ser boa ou ruim para a produção vinícola.

Como resultado o algoritmo acertou 6 das 8 melhores safras de vinho durante esses 60 anos.

 

3 - Carros sem motoristas

 

Muitos acharam que esse dia não iria chegar, mas eles já estão por aí, carros que se deslocam sem a necessidade de ter um humano no controle. O aprendizado de máquina foi essencial para que o algoritmo aprendesse os padrões de milhares de motoristas, é possível identificar mudanças nos semáforos, padrões de faixas na pista e até mesmo pedestres.

 

O machine learning já está revolucionando o mercado de um modo geral e ainda promete muita evolução para o futuro

 

O autor é Mídia da agência de publicidade yard.

Data Driven Marketing

Você talvez já tenha ouvido falar que os dados serão a moeda do século 21. Eles serão, daqui da frente, um ativo importante observado na hora de valorizar um negócio, disso eu não tenho dúvida. Qualquer princípio básico de gestão, tem como base a coleta, compilação e análise de dados para tomada de decisões. Isso não é nenhuma novidade. Mas então, o que há de novo? A novidade é que até hoje, uma empresa consegue "sobreviver" sem o uso correto de dados, mas se ela quiser prosperar de verdade, tem que investir em gestão de dados. A tendência é que em um futuro muito breve, o uso de dados não será mais opcional. A competitividade será tão grande que, quem não fizer o uso de dados, será ceifado para fora do mercado.

E como o marketing entra nessa história? "O marketing entra com os dois pés no peito na era dos dados". Marketing sempre existiu para: ajudar um negócio a vender mais. Qualquer outra coisa diferente disso é "encheção de linguiça". Gestão de vendas eficiente e de alto nível tem que utilizar dados para tomada de decisão e aprimoramento de ações. Você pode fazer isso de diversas formas:

- Aproveitando dados que você já tem dos próprios clientes, como nome, email, telefone para criar públicos personalizados e semelhantes no facebook e instagram.

- Aproveitando dados de compras dos clientes para oferecer produtos complementares e novos.

- Medindo a origem das vendas com base em pesquisa realizada no caixa da loja.

            Se você acha que apenas lojas online podem tirar proveito de dados para marketing, veja esse case do McDonald's em Cingapura. Eles separaram as lojas que tinham melhores índices de avaliação no delivery e quais lojas tinham mais movimento. Cruzando essas informações em tempo real, eles otimizaram suas campanhas para mostrar peças falando do delivery para consumidores em regiões onde a entrega pudesse ser rápida. Isso gerou 58% no ROI publicitário e incrementou em 9% as vendas.

Estima-se que em 60% das compras, o consumidor passa antes pelo Google, mesmo que a compra ocorra em uma loja física. O uso de dados para marketing não é exclusivo para quem vende online e daqui para frente será, cada vez mais, fundamental para qualquer negócio, independente do tamanho e segmento.

 

 

 

Lucas Ribas, o autor é CEO da Agência yard.

Por que Google, Facebook e outras gigantes de tecnologia investem muito em mídia externa?

A mídia externa (outdoor, busdoor, mobiliário urbano, entre outros), vem ganhando os corações das grandes empresas de tecnologia, ao contrário do que todo mundo pensa essas empresas não focam apenas no meio digital e sim acabam enxergando uma grande oportunidade de se conectar com os usuários através da mídia off-line.

 

Em 2018 a Associação de Publicidade em Out-of-home da América) divulgou a lista dos maiores anunciantes de mídia externa dos EUA. Entre os 15 maiores, 5 são empresas de tecnologia:


1 - Apple
2 - McDonald’s
3 - Geico
4 - Netflix
5 - Google
6 - American Express
7 - Metro By T-Mobile
8 - Amazon
9 - M&Ms
10 - Chevrolet
11 - Facebook
12 - Universal Pictures
13 - Coca-Cola
14 - AT&T
15 - Comcas


             As empresas que figuram nesta lista enxergam o valor de estar em todos os espaços, ou seja, integrar mídia online e offline para se fazer presente na rotina de seus usuários. E o grande segredo de diferenciar-se em um meio tradicional de anunciar, é inovando.

 

Há um grande crescimento na digitalização de espaços, seja outdoor, mobiliários urbanos, entre outros. Nesses formatos o anunciante pode fazer alterações nas campanhas de imediato, sem precisar reimprimir as peças e trocar.

 

A Google fez um anúncio nesse estilo para divulgar o app Play Music. Nesta campanha o outdoor digital que divulgava playlists alterava as imagens de fundo de acordo com a condição climática, tráfego e horário.

 

Outro exemplo é a campanha #vemprooilivre da Oi que veiculou em São Paulo. No mobiliário urbano os pedestres que passavam podiam interagir com o garoto propaganda da tela, Whindersson Nunes. Logo que as pessoas interagiam, o youtuber se mexia e passava a falar ao vivo com as pessoas.

 

Essa integração de mídia online com offline aumenta o alcance e faz a marca se fazer presente em todos os momentos da vida do seu público-alvo, seja quando ele está no celular, se está passeando na rua ou parado no transito.

 

Aumente sua presença fora das telas também, mas com inteligência.

 

 

 

 

Alex W. Lopes, o autor é Mídia da agência de publicidade yard.

Por que uma empresa precisa de um blog?

 

Por que ter um blog? Sempre que precisamos pesquisar algo na internet, recorremos ao Google, não ao Facebook ou ao Instagram, por exemplo. Se você quer que sua empresa seja encontrada no Google quando alguém busca sobre o produto ou serviço que sua empresa vende, você precisa ter um site com blog.

 

Mas qual a diferença entre um site e um site com blog?

 

Um blog é um site, inclusive existem muitas empresas que têm apenas blog. Mas também é possível ter um site e um blog ao mesmo tempo.

 

Em um site, você fala sobre a sua empresa, produtos, serviços e diferenciais. Já em um blog, você deve focar em publicar conteúdos interessantes para o seu público-alvo, gerando relacionamento e fazendo com que sua marca crie autoridade sobre a sua área de atuação.

 

Deu para ter uma noção da importância de um blog? Então continue lendo o texto para entender porque você está perdendo tempo se ainda não criou um blog para a sua empresa.

 

Motivo 1: Educar o cliente e informar pessoas

 

Um dos maiores motivos para ter um blog é que ele permite educar e conduzir seu potencial cliente através de uma jornada de compra. Você já parou para pensar em quantas empresas estão lutando por espaço na cabeça do consumidor apenas no momento final da compra, quando ele já decidiu que quer comprar? Geralmente, elas fazem isso através da publicidade tradicional, com diversos anúncios nos mais diferentes formatos, tentando convencer o consumidor de que é a melhor opção.

 

Chamamos isso, dentro do Inbound Marketing de Fundo de Funil. E é importante anunciar para o fundo de funil! Você deve continuar fazendo ações para “aparecer” para os clientes nesse momento, portanto, não deixe de fazer suas ações de mídia tradicional.

 

Entretanto, existem outros estágios no funil, em que os clientes se encontram em outros momentos da compra. O Topo de Funil e Meio de Funil, são momentos onde o cliente ainda não está 100% decidido se vai comprar ou se realmente precisa daquele produto. Inclusive, pode ser que nem passa na cabeça dele que ele pode precisar daquilo. Neste momento, você pode impactá-lo oferecendo informações que o auxiliem a caminhar durante a jornada de compra para chegar até a decisão final de comprar.

 

Exemplos disso, são posts de blog que geram interesse no consumidor por algo que ele sabe que tem certa relevância, mas ainda não está 100% convencido disso. Talvez você mesmo que está lendo este post, já sabe alguma coisa sobre blogs corporativos mas ainda não está 100% convencido e ainda se pergunta "Por que ter um blog?". Isso significa que você não está no fundo de funil e precisa de mais informações para se convencer de que vale a pena fazer esse investimento. Por isso, o blog é a melhor ferramenta de marketing digital para criar presença online de longo prazo.

 

O blog é uma das vias da jornada de compra do consumidor.

 

Motivo 2: Fica muito mais fácil de ser encontrado na internet

 

Outro bom motivo para ter um blog, é que ele auxilia e muito para que o site da sua empresa fique melhor posicionado no Google sem precisar recorrer a anúncios pagos de Adwords. O Google só se tornou o que é hoje, se pautando na missão: fazer a internet um lugar melhor para quem está navegando. Por isso, ele valoriza tanto conteúdos bem escritos e relevantes. O que o Google quer, no fundo, é oferecer  resultados recheados de sites realmente bons, com conteúdos úteis e relevantes, seja qual for o assunto que a pessoa pesquisou. Escrevendo bons conteúdos e alinhando isso com uma boa estratégia de SEO, é possível chegar na primeira página do Google para usuários que estão buscando termos relacionados ao segmento em que a sua empresa atua. E claro que, ganhando posições no Google, consequentemente seu site vai ter muito mais visitas e, consequentemente, vendas.

 

Se você estiver com dificuldades e acha que precisa de auxílio profissional, fale com a gente.

 

 

Felipe Ecco, o autor é content manager da agência yard.

O alcance da TV é imbatível?

A TV alcança muitas pessoas, isso é verdade. Se você é publicitário, profissional de marketing ou anunciante, em algum momento deve ter tido esse pensamento na hora de planejar suas campanhas de mídia.

Priorizar a televisão é algo muito comum, tendo como base os altos índices de audiência dos grandes veículos, geralmente a maior parte de um orçamento de mídia de uma campanha é destinada a esse meio. Porém atualmente existe uma tendência e também a migração de alguns públicos-alvo para formatos digitais.

John Tuchtenhagen, Head of Media da Google conta que sua equipe de marketing que é responsável por todas as campanhas publicitárias da Google chegou a conclusão que para seu público-alvo as campanhas deveriam ser planejadas a partir do digital first, ou seja, sendo pensadas primeiramente no formato digital.

No final de 2018, John e sua equipe de marketing trabalharam para medir e comparar o alcance de vídeos na internet e na TV para o lançamento do Pixel 3, o smartphone da Google.

Nas duas primeiras semanas os anúncios foram exibidos em grandes veículos para todo os Estados Unidos e permaneceram sem veiculação no YouTube. Logo depois quando os anúncios de YouTube foram ativados a hipótese da equipe de John se confirmou, no decorrer de uma semana, o alcance do YouTube cresceu mais do que o da TV, sendo que uma faixa do público-alvo que viu o anúncio no YouTube foi 36% maior do que na TV.

Esse resultado seria um mero acaso? Não, a equipe realizou diversos testes e os resultados foram similares.

Não existe um veículo ou formato melhor que o outro, cabe sempre fazer testes de baixo risco e analisar onde seu público-alvo está. Neste caso da Google, o alcance e a escala no meio digital foi mais eficiente do que a TV, mas não é uma regra para todos os negócios.


 

Alex W. Lopes, o autor é Mídia da agência de publicidade yard.

 

5 testes A/B realizados pela maior empresa de marketing digital e SaaS do Brasil

Você conhece os testes A/B? Este é um método de experimento onde você usa duas versões de um objeto de teste para definir uma versão vencedora. Se tratando de marketing digital, o teste A/B pode ser aplicado em diversos meios, como landing pages, emails, páginas de compra, etc. E a Resultados Digitais, maior SaaS brasileira relacionada ao universo de marketing digital, é especialista no assunto. Eles fazem diversos testes todos os meses para aprimorar suas ferramentas. Em um artigo de blog, eles reuniram 5 testes A/B feitos nas páginas e materiais da marca e o resultado você vai ver a seguir.

 

1 - Cor do formulário destacada na landing page

Uma landing page é composta por diversos elementos e o principal deles é o formulário, o intuito é que o visitante registre ali seus dados em troca de um benefício e assim se tornará um lead. O objetivo do teste A/B em questão era aumentar a taxa de conversão de uma determinada LP, simplesmente alterando a cor do formulário. Na página original, a cor do formulário era a mesma cor do background da página. Na versão para teste, a cor do formulário foi alterada para um tom diferente, deixando o formulário em destaque. O resultado foi um aumento em 27% nas conversões.

 

2 - Call-to-action (CTA) no início do email

Neste caso, o teste foi a inserção de um botão CTA (Ex: Clique aqui para acessar o ebook) no início de um email disparado para a base de leads. O email original não tinha o CTA no início, apenas no decorrer do post. O novo email, com botão de clique logo no início do email aumentou o índice de cliques em cerca de 24%.

 

3 - Mostrar na landing page o número de downloads do ebook

A Resultados Digitais fez esse teste em um dos ebooks de maior sucesso da marca, com mais de 100 mil downloads. O teste foi muito simples: A landing page modificada apresentava uma prova social com o número de downloads que o ebook ostentava. Ao lado do formulário da nova LP, havia um selo "110.251 downloads". O resultado do teste foi considerado inconclusivo, pois não houve um aumento significativo nas taxas de conversão.

 

4 - Mudança no layout de uma página de contato

Em uma determinada LP, o índice de conversão era de aproximadamente 11%, taxa considerada baixa. Com o intuito de aumentar essa taxa, a RD fez uma reformulação total no layout da página, alterando as cores (deixando mais parecidas com as do site da empresa), ícones e demais elementos visuais. O resultado não foi considerado positivo, pois o aumento na taxa de conversão foi abaixo de 10%. Mas de qualquer maneira, foi um aumento.

 

5 - Vídeo de autor em uma LP de material educativo

Em uma landing page de oferta de ebook, a RD fez um teste inserindo um vídeo do autor do material comentando sobre o conteúdo do ebook logo de cara, ao lado do formulário. O objetivo era de aumentar em 20% a taxa de conversão da landing page, mas não foi o que aconteceu. O vídeo acabou diminuindo a taxa de conversão na landing page, possivelmente porque causou uma distração desnecessária ao usuário, ou porque não foi um vídeo muito convincente.

 

E aí, sua empresa já faz testes A/B? Na yard. Fazemos isso para todos os nossos clientes, então, se precisar de uma mão, fale com a gente.

 

Felipe Ecco, o autor é content manager da agência yard.

Você sabe como qualificar seus leads?

A qualificação de leads funciona por meio de “enriquecimento de dados”, você já ouviu falar sobre esse termo?

Enriquecer dados nada mais é do que conquistar outras informações sobre os leads que você já possui na base dados. Essas informações podem ser muito úteis para transformar seus leads em leads qualificados.

Para fazer esse enriquecimento de dados e aprimorar seus leads é necessário usar algumas ferramentas de terceiros, no artigo de hoje vamos indicar duas.

 

 

1 – Okapi

Essa solução é focada em descobrir quais softwares a empresa do seu lead usa. A ferramenta utiliza crawlers ou spiders, a mesma tecnologia usada pela Google para encontrar e indexar páginas de um site.

Dessa forma o Okapi consegue verificar quais sistemas a empresa do seu lead usa, como CRM e outras mais. Ao saber quais softwares seu lead utiliza, abre-se uma gama de opções para explorar abordagens e vender.

 

Já pensou se ele utiliza o sistema do seu concorrente?

 

Nesse caso pode-se oferecer uma oferta especial ou explorar vantagens que seu sistema possui.

 

 

2 - Universal Data Manager

Esse sistema da Hariken consegue extrair informações sobre o interesse dos seus leads, o software se baseia nos sites que os leads visitam. Dessa forma é possível criar segmentações para os diferentes perfis de clientes que você possui.

Por exemplo, se você tem uma loja que vende guitarras e descobre que seus leads navegam em sites com o tema “acessórios e instrumentos musicais”, é possível usar esse critério para segmentar e encontrar leads similares aos seus.

Não perca tempo, enriqueça seus dados, qualifique seus leads e venda mais!


 

 

Alex W. Lopes, o autor é Mídia da agência de publicidade yard.

Por que uma empresa precisa de um blog?

Por que ter um blog? Sempre que precisamos pesquisar algo na internet, recorremos ao Google, não ao Facebook ou ao Instagram, por exemplo. Se você quer que sua empresa seja encontrada no Google quando alguém busca sobre o produto ou serviço que sua empresa vende, você precisa ter um site com blog.

 

Eduque e informe as pessoas

Um dos maiores motivos para ter um blog é que ele permite educar e conduzir seu potencial cliente através de uma jornada de compra. Você já parou para pensar em quantas empresas estão lutando por espaço na cabeça do consumidor apenas no momento final da compra, quando ele já decidiu que quer comprar? Geralmente, elas fazem isso através da publicidade tradicional, com diversos anúncios nos mais diferentes formatos, tentando convencer o consumidor de que é a melhor opção.

Chamamos isso, dentro do Inbound Marketing de Fundo de Funil. E é importante anunciar para o fundo de funil! Você deve continuar fazendo ações para “aparecer” para os clientes nesse momento, portanto, não deixe de fazer suas ações de mídia tradicional.

Entretanto, existem outros estágios no funil, em que os clientes se encontram em outros momentos da compra. O Topo de Funil e Meio de Funil, são momentos onde o cliente ainda não está 100% decidido se vai comprar ou se realmente precisa daquele produto. Inclusive, pode ser que nem passa na cabeça dele que ele pode precisar daquilo. Neste momento, você pode impactá-lo oferecendo informações que o auxiliem a caminhar durante a jornada de compra para chegar até a decisão final de comprar. Exemplos disso, são posts de blog que geram interesse no consumidor por algo que ele sabe que tem certa relevância, mas ainda não está 100% convencido disso.

 

Seja encontrado na internet

Outro bom motivo para ter um blog, é que ele auxilia e muito para que o site da sua empresa fique melhor posicionado no Google sem precisar recorrer a anúncios pagos de Adwords. O Google só se tornou o que é hoje, se pautando na missão: tornar a internet um lugar melhor para quem está navegando. Por isso, ele valoriza tanto conteúdos bem escritos e relevantes. O que o Google quer, no fundo, é oferecer resultados recheados de sites realmente bons, com conteúdos úteis e relevantes, seja qual for o assunto que a pessoa pesquisou. Escrevendo bons conteúdos e alinhando isso com uma boa estratégia de SEO, é possível chegar na primeira página do Google para usuários que estão buscando termos relacionados ao segmento em que a sua empresa atua. E claro que, ganhando posições no Google, consequentemente seu site vai ter muito mais visitas e, consequentemente, vendas.

E agora você pode estar se perguntando: “Mas como vou usar meu blog para atrair visitantes para o site da minha empresa?”. A resposta fica para a próxima coluna, ou fale com a gente.

Felipe Ecco. O autor é content manager da agência de publicidade yard.