Marketing e Negócios
Fechei uma venda de software. E agora, como fazer o cliente usar o sistema?

 

O nome do processo que você precisa é chamado de User Onboarding. Um conjunto de estratégias que uma empresa toma na entrada de novos clientes, visando garantir a completa utilização das funções de um software.

Implantar processos para clientes novos, serve para qualquer segmento, até mesmo para um restaurante. Quando você vai ao Outback, por exemplo, o garçom pergunta: é a primeira vez no Outback? Se a resposta for sim, ele faz o “user onboarding” deles e te apresenta o conceito e o menu. É uma ótima maneira de fazer o cliente se sentir acolhido. Outro exemplo é a entrega técnica das concessionárias de veículo. Que consiste basicamente em ensinar o cliente a operar todas as funções do carro. É pouco provável que você vá devolver um carro de luxo porque não sabe mexer em seu painel. O problema é que, quando se trata de software, o usuário não tem paciência para ficar procurando, como ele tem com uma BMW. E mesmo assim, ao comprar uma BMW, receber uma explicação detalhada sobre as funções do novo brinquedinho é muito legal.

Aí você pode perguntar, mas precisa ensinar a operar um carro, isso não é óbvio? Talvez há alguns anos atrás um carro era só um carro. Por isso, mesmo que o seu software tenha uma interface intuitiva com uma usabilidade perfeita. Lembre-se da frase:

"O que é óbvio para você não é óbvio para os outros".

Não fique cego com o próprio sistema. Você deve ter um processo montado com passos pré-definidos que inicia na prospecção do lead correto. Isso significa que você não tem que vender para todo mundo. Definir o seu PCI - Perfil de Cliente Ideal é o primeiro passo. Cliente que não tem perfil para o seu produto/serviço, tem altíssima chance de cancelamento. Negócios com modelo de receita recorrente têm prejuízo com cancelamentos antecipados.

 

Lucas Ribas. O autor é CEO da agência de publicidade yard.

Três ferramentas digitais para organizar sua empresa

Organizar, manter a comunicação alinhada e criar processos que ajudam no dia a dia da empresa é essencial para o crescimento de uma organização. Neste artigo, vou indicar algumas ferramentas para empresas que irão somar ainda mais na produtividade da sua equipe e também ajudarão a alavancar o seu negócio.

 

1 – SLACK

É um sistema de comunicação empresarial, que pode também ser utilizado para fins pessoais, pois contém muitos recursos e a facilidade do uso somada a interface agradável tornam o software ainda mais atrativo. Essa aplicação funciona por meio de canais, a partir daí cabe a você decidir qual é a melhor forma organizacional, se os canais serão divididos por assunto, por cliente, por departamento, por ele é possível enviar imagens e vídeos e também fazer integração como outros aplicativos, como o Trello.

 

2 – TRELLO

Consiste em um serviço online muito popular e bastante utilizado pois é adaptável e pode servir para diversos tipos de empresas, de diferentes segmentos, além de proporcionar uso pessoal como: organizar tarefas domésticas, entre outros. Sua interface consiste em “Boards” que depois de criados ficam na posição horizontal, pode-se dizer que eles são o título ou o tema do seu conteúdo que será organizado, por exemplo: Projeto de sistema X, Relatórios do cliente Y, Plano de viagem Z. Dentro dos “Boards” estão os “cards” e dentro deles é permitido colocar anexos, inserir comentários e criar check lists que ajudão a controlar as etapas do seu objetivo.

 

 3 - O RD Station

 É uma ferramenta online que gerencia e automatiza estratégias de Marketing Digital, fazendo uma automação completa, podendo controlar os visitantes, as oportunidades de negócio, além de monitorar as vendas e resultados. Essa plataforma ajuda a transformar seus visitantes em “leads”, que são potenciais clientes, para que você possa monitora-los e nutri-los até a decisão de compra. Uma das grandes vantagens do RD Station é a verificação de resultados, poder medir e saber exatamente o retorno que cada canal e campanha está trazendo para sua empresa.

 

Curtiu as dicas? Se quiser saber mais sobre essas ferramentas e melhorar suas campanhas com o RD Station diga um oi, que nós podemos te ajudar!

 

 

Alex W. Lopes, o autor é Mídia da agência de publicidade yard.
 

Automação de marketing – O que é e para que serve

            O avanço tecnológico trouxe diversas ferramentas incríveis para a humanidade e claro que o marketing também se beneficiou disso. Anúncios Online, Inbound Marketing, Chatbots, entre outras novidades que criaram e desenvolveram o que chamamos de marketing digital. E uma das ferramentas mais interessantes, dentre tantas, é a automação de marketing.

Como já informarmos em algumas colunas por aqui, nem todo potencial cliente está pronto para realizar a compra em um determinado momento, existem diversos estágios nesse processo que denominamos “jornada de compra” (seja dentro ou fora do Inbound Marketing).

A automação de marketing, também chamada de nutrição de leads, é extremamente importante em uma estratégia de Inbound Marketing justamente por fazer o uso de e-mails para nutrir os leads gerados, fazendo eles avançarem na jornada, instigando-os a realizar uma compra. Lembrando que leads são potenciais clientes que interagiram de alguma forma com a sua empresa (no Inbound, utilizamos o marketing de conteúdo e landing pages para gerar leads).

Para nutrir esses leads, criamos automações de marketing, uma sequência de e-mail’s com o objetivo de conduzir o lead a fazer uma ação que desejamos. Não há limite mínimo, nem máximo de e-mail’s para criar automações. Deve-se levar em conta que a taxa de abertura de e-mails, de um modo geral, é baixa. Para se ter uma ideia, a taxa de abertura de e-mail considerada boa é de 15%.

O que mais deve-se levar em consideração ao criar uma automação, claro, é a qualidade de e-mails enviados, que devem conter mensagens relacionadas ao universo de pesquisa do lead. Ou seja: se o lead realizou uma conversão no tema X, os e-mails de automação devem estar diretamente relacionados à esse tema, pois é algo que interessa para o usuário.

Além do conteúdo ser pertinente, deve ser enriquecedor também. Envie conhecimento para seu lead, isso vai fortalecer o relacionamento entre empresa e usuário, o que claro, aumenta o índice de sucesso na jornada (efetivação da compra).

Mas como realizar uma automação de marketing? Para isso, você precisará de um software. Nós utilizamos o RD Station, plataforma completa de Inbound Marketing, que inclui também a geração de leads via landing pages. Assim, geramos os leads e nutrimos em sequência.

Existem outras ferramentas que realizam um trabalho similar. A maioria delas, senão todas, é paga. Mas o investimento vale a pena, pois o retorno que boas automações de marketing podem te gerar é grande. Mas claro que, para isso, elas devem ser bem feitas, seguindo as dicas que dei acima.

Se você precisa de ajuda para gerar leads e criar automações de marketing que geram resultados, fale com a gente.

 

Felipe Ecco, o autor é Content Manager da agência de publicidade yard.

Mobile Marketing: a era da informação imediata

Hoje é difícil você não ver alguém com um aparelho mobile na mão. Em todos os lugares as pessoas utilizam o celular para se comunicar ou simplesmente passar o tempo. Já parou para pensar quantas informações, diretas e indiretas, esse mecanismo de mão pode propagar? Vamos entender melhor o Mobile Marketing: a era da informação imediata.

Apesar da Ericsson ser a pioneira em smartphones, quem liderou este mercado por um bom tempo foi a Blackberry, com seus aparelhos usados principalmente para troca de e-mails e mensagem, mas que em 2002 incorporou como celular. A liderança continuou até a chegada do smartphone sem teclado criado pela Apple, que conquistou os amantes de tecnologia pela novidade. Nos anos seguintes, a Google lançou o sistema operacional gratuito que ainda é uns dos mais utilizado no mundo até hoje: o sistema Android, que disponibiliza diversos aplicativos que auxiliam nas atividades rotineiras além das redes sociais.

Com toda essa tecnologia em avanço e novos smartphones ganhando forma e tamanhos, não adianta mais criar um site pensado apenas para a navegação de um computador. Criar um site que não seja adaptável ou para ser visto só de uma tela de computador deixou de fazer sentido e é considerado totalmente antiquado para os dias de hoje. Veja algumas diferenças:

  • Site mobile: Um site mobile é aquele que possui um layout muito "resumido", carregando poucas imagens, isso porque visa ter a navegação mais rápida.
  • Sites responsivos: São aqueles que se adaptam automaticamente com a largura de vários formatos de tela, como computador, tablet's, celulares e TV's. Este é o mais utilizado.
  • Aplicativos: Exclusivos para smartphones e tablets que, após baixados, na maioria dos casos não ficam dependentes de uma rede de internet para serem acessados, pois estão alocados diretamente na memória do dispositivo móvel.

É nessa mesma lógica que você deve agir. O primeiro passo para iniciar o mobile marketing é criar um site que seja "amigável" para o smartphone.

 

 

Géssica Eduane, a autora é Diretora de Arte da agência de publicidade yard.

Como usar o Google Adwords para divulgar uma empresa de serviços

Estimativas apontam que, mais de 90% dos acessos à sites no Brasil se iniciam pelo Google. Seja através de anúncios, seja através dos clicks direcionados para o site de forma orgânica. Primeiro é importante entender que existe uma diferença entre os sites que aparecem, como anúncio, em primeiro nos resultados do Google e os sites que aparecem logo abaixo dos anúncios.

Faça uma busca no Google e repare que geralmente os primeiros quatro resultados são anúncios. Eles possuem uma marcação discreta na cor verde escrito ‘Anúncio’. Logo abaixo pode aparecer os resultados de mapas, baseados na sua localização e se sua busca teve alguma relação com um negócio local. Após isso começam a aparecer os resultados considerados orgânicos. Para facilitar vou resumir abaixo:

 

- Primeiro: aparecem os 4 resultados de anúncios;

- Segundo:  aparecem os resultados do Maps (ocasional);

- Terceiro:  aparecem os resultados orgânicos.

 

Muitas pessoas acreditam que a única forma de funcionamento do Google Adwords é: quem paga mais, através de um leilão virtual e automático, fica em primeiro. O valor do lance é um dos critérios mais importantes, mas não é o único. O Google leva em consideração fatores como relevância do anúncio e relevância do conteúdo do site para o qual ele está enviando a pessoa que clicou. Ou seja, evite fazer anúncios genéricos que enviam para a página inicial do site. Procure pensar com a cabeça do consumidor e ofereça anúncios que o ajudem a resolver problemas reais. Pois é exatamente isso que as pessoas fazem no Google, procuram soluções.

Utilizamos o Google diariamente para, principalmente, “resolver problemas”. Após o clique no anúncio, seu site deve ajudar alguém a resolver esses problemas. Pense assim, você busca no Google: “Como limpar um sofá”. Qual o anúncio com mais chances de atender e ajudar a pessoa?

  1. Técnicas infalíveis para limpar sofás em 5 minutos.
  2. STAR CLEAN – Empresa de limpeza em geral.

Repare que o anúncio 1 ajuda a pessoa a resolver um problema real e consequentemente terá mais chances de receber o clique. Agora dentro do site, você deve complementar essa “ajuda”. Pode fazer isso com dicas ou vídeos e só depois oferece seu serviço ou um cupom de desconto para ela experimentar. Isso se aplica a qualquer ramo de serviço. Para entender essa lógica, você precisa mapear as dores do consumidor e entender o que exatamente elas estão buscando.

 

Quer trocar uma ideia sobre isso ou qualquer outro assunto de marketing? Vem tomar um café com a gente.

 

            Lucas Ribas. O autor é CEO da agência de publicidade yard.

3 novas tecnologias que ajudarão você a conquistar mais clientes

Você aí já ouviu falar em Machine Learning, Deep Learning, Big Data e outros termos ligados a inteligência artificial? De forma simplificada, a inteligência artificial é uma forma de fazer com que máquinas imitem o comportamento humano, por exemplo, resolvendo problemas e aprendendo com o que está à sua volta.

Vou dar uma breve introdução do que são as 3 ferramentas que fazem uso da inteligência artificial:

 

1 -  Big Data

Big Data é um termo utilizado para um grande volume de dados, porém, não é a quantidade de dados disponíveis que importa e sim como as empresas utilizam eles. Cabe aos especialistas de Big Data definirem as estratégias as melhores maneiras de utilizarem essas informações.

 

2- Machine Learning

Se você está ligado em tecnologia, provavelmente já ouviu falar em “Machine Learning”, que significa: Aprendizado de máquina. Essa tecnologia já está em uso e consiste em tornar máquinas capazes de resolver problemas por conta própria, assim como nós humanos fazemos, e não com uma função pré-determinada, como é feita na programação com entrada e saída de dados.

Com o Machine Learning, os computadores aprendem sem precisar de programação.

 

3 - Deep Learning

O Deep Learning é a tecnologia base para ferramentas como o Google Tradutor e a Siri (assistente de voz que a Apple usa em seus sistemas operacionais).  Com enorme quantidade de poder computacional, as máquinas podem reconhecer objetos e traduzir voz em tempo real. O Deep Learning, é a inteligência artificial de forma aplicável.

 

O Machine Learning já está revolucionando o mercado de um modo geral. Então como isso pode ajudar a sua empresa?

Bem, a Google possui uma das maiores equipes de inteligência artificial do mundo e ela pretende aplicar o aprendizado de máquina em suas plataformas de anúncios e análise de dados como o Adwords e Analytics. Com o aperfeiçoamento desses serviços, torna-se muito mais fácil encontrar o seu público-alvo e atingi-lo com uma personalização bem específica, que possibilitará ir diretamente na “dor” do seu cliente através dos seus anúncios.

Quer otimizar suas campanhas utilizando as novas tecnologias para trazer um melhor resultado para sua empresa? Diga um oi, nós podemos te ajudar!

 

Alex W. Lopes, o autor é mídia e planejamento da agência de publicidade yard.

Qual a geração do seu consumidor?

Você sabe o que seu cliente gosta de comprar? Qual o meio de comunicação mais tem influencia pra ele? O que ele gosta de saber? Qual a tendência que ele será influenciado e até qual o tipo de música e roupa e ele usa?

 

Com tudo isso, é possível  compreender a jornada de compra e entender porque ele decidiu comprar determinada marca, isso quer dizer que você precisa conhecer melhor tudo o que ele pesquisa e até por que ele decidiu pensar em comprar um determinado produto naquele momento.

 

Vivemos em um mundo com diversas gerações e indivíduos com características distintas e opiniões próprias para determinar qual será o produto/serviço que vão adquirir.

 

Cada geração tem uma forma de se se expressar e uma maneira diferente de consumir, são elas:

- Geração Baby Boomers, que nasceram entre 1940 e 1960;

- Geração X, que nasceram entre 1960 e 1980

- Geração Z e Geração Y, que nasceram depois dos anos 2000.

 

Mostrar que está interessado nas “dores” e que está disposto a ajudar o cliente faz com que ele se sinta mais à vontade e se identifique com a marca, assim se tornando um cliente ativo. Além disso, compreender o perfil do seu cliente ajudará você a tomar decisões importantes para o seu negócio, tais como: Ter um atendimento diferenciado e personalizado; Decidir o seu ponto comercial de forma estratégica; Selecionar os produtos/serviços que mais chamam atenção do seu público; Compreender o que leva o cliente a decidir uma compra; Melhorar as campanhas publicitárias para ser mais assertivo nas mensagens; Gerenciar ações de marketing; Antecipar as tendências para o seu mercado.

 

E aí? Já sabe qual é o seu público? Qual é a geração que está mais presente na sua empresa? Ter esta base de perfil do consumidor em mãos o ajuda a elaborar suas próximas estratégias para fazer seu negócio decolar. Se depois disso você precisar de ajuda para atingir esse público, fale com a gente!

 

Géssica Eduane. A autora é diretora de arte na Agência de Publicidade yard.

 

 

FAQ – Fiz um site, e agora?

Perguntas e respostas sobre como funciona o Google e o marketing na internet.

 

- O que eu ganho em ter meu site bem posicionado no Google?

Estimativas apontam que, mais de 90% dos acessos à sites no Brasil se iniciam pelo Google. É notório que o Facebook tem contribuído para a queda desse índice. Mas ainda assim, sem perceber, nós utilizamos o Google diariamente para, principalmente, “resolver problemas”. Seu site deve ajudar alguém a resolver algum problema.

 

- O que é SEO?

A sigla representa: Search Engine Optmization. Que significa: Otimização das ferramentas de busca. Traduzindo, de forma simplista, para uma linguagem comum: Fazer um site ficar bem ranqueado no Google e em outros buscadores. Vale observar que as técnicas de SEO representam as ações que buscam melhorar o ranking no Google de forma orgânica, isto é, sem pagar. SEO é diferente de Google Adwords.

 

- SEO é imprescindível para todos os negócios?

Não necessariamente, ele é especialmente importante para negócios com atuação menos regional e mais ampla. Mas hoje em dia, mesmo negócios regionais conseguem bons resultados em ter um site bem posicionado no Google.

 

- Fiz um site e me falaram que foi feito com SEO, posso ficar tranquilo?

Não, SEO é um trabalho contínuo. Não existe construir um site com SEO. Existe fazer SEO continuamente, semanal e mensalmente. Se você não faz ações semanais ou pelo menos mensais constantes, você não faz SEO e seu site não vai subir no ranking do Google por mágica. Lembrando que comprar palavras no Google Adwords é uma coisa completamente diferente. Você pode e deve estar bem posicionado tanto nos resultados pagos, aqueles que possuem um quadrado verde escrito ‘anúncio’ ao lado, quanto nos orgânicos, mas são estratégias diferentes.

 

- Vou contratar uma empresa para fazer meu site, o que devo avaliar?

Eu entendo que um site deve ser construído sob 4 pilares: marketing, conteúdo, design e programação. Muitas empresas fazem muito bem 1 ou 2 desses pilares e poucas empresas fazem os 4. Não ignore esse fato, procure fornecedores complementares antes de iniciar seu projeto. Um trabalho de SEO está presente principalmente em conteúdo e marketing. Ou seja, ter um site é só o início do trabalho.

 

Quer trocar uma ideia sobre isso ou qualquer outro assunto de marketing? Vem tomar um café com a gente.

 

           

Lucas Ribas. O autor é CEO da agência de publicidade yard.

Seu site leva mais do que 3 segundos para carregar?

Atualmente é fundamental que as marcas proporcionem um rápido acesso aos seus sites, inclusive para que sejam bem ranqueadas nos mecanismos de buscas, como o Google. Hoje o tempo parece escasso e as pessoas querem agilizar tudo o que podem, ainda mais quando trata-se de uma experiência online, como: acessar as redes sociais, ler notícias, comprar ou pagar contas.

E o que acontece quando a navegação não flui? Creio que todos já passamos por isso, estamos navegando na rede social, aparece um artigo interessante, você clica ansiosamente, mas não carrega. Segundo a Google, a maioria dos sites perde mais da metade dos visitantes durante o seu carregamento.

Uma pesquisa da Kissmetrics revelou que 40% dos visitantes desistem de sites que levam mais de 3 segundos para carregar. Já pensou o quanto você está deixando de vender por ter um site lento?

Bem há alguns motivos do por que isto acontece:

1 -  Imagens pesadas

É necessário entender de que forma deve-se exportar a imagem, pondere bem se ela terá alta qualidade e principalmente escolha bem o formato. Uma dica, para web o formato mais leve recomendado é o PNG.

2 – Hospedagem

A escolha do servidor é essencial, visto que os planos básicos de hospedagem têm limitações no processamento e podem fazer com que um site com muitos acessos fique lento ou saia fora do ar.

3 -  Uso de Scripts

Os Scripts são necessários para que determinada função seja executada em seu site, é de extrema importância se atentar onde eles estão armazenados, pois quando estão dispersos em arquivos diferentes demandam mais tempo para que cada item seja aberto.

 

Ficou preocupado com o seu site? Muita calma nessa hora, nem tudo está perdido. Existem ferramentas que avaliam o desempenho de sites em diversas plataformas. A Google está disponibilizando a sua própria, a "Test my site", que analisa os websites minuciosamente, detalhando o que está deixando lento e até faz uma comparação com sites de outras empresas similares a sua.


 

 

O autor é Mídia da agência de publicidade yard.

4 dicas de marketing de relacionamento para empresas que vendem software

O trabalho de relacionamento com o cliente é primordial em praticamente qualquer empresa de qualquer segmento. Para empresas de tecnologia, isso não é nem um pouco diferente. Mas pode ser que esse trabalho pareça difícil de ser executado, pois nas vendas online não há tanta proximidade com o cliente. Então como realizar trabalho de relacionamento em empresas de tecnologia? Tenho 4 dicas.

 

  1. O relacionamento começa durante a venda: Não adianta ter um bom trabalho de relacionamento no pós-venda se você não sabe fazer isso durante a negociação. Saber atender o seu cliente é a primeira e fundamental etapa de relacionamento. Durante a negociação e a venda, você precisa entender quais são as necessidades do cliente, ouvir o que ele tem a dizer e depois apresentar soluções adaptadas para os problemas dele e a realidade em que ele se encontra. Assim você começa o relacionamento muito bem.

 

  1. Após vender, faça um acompanhamento: Depois de fechar venda, faça um acompanhamento com o cliente para ouvir o que ele tem a dizer sobre o processo de negociação e os primeiros dias de uso do software. Isso vai fazer com que ele se sinta importante, pois está sendo ouvido, além de ser uma ótima fonte de coleta de dados para você, que poderá melhorar seus processos constantemente ao absorver essas informações do cliente.

 

  1. Preste um bom suporte: Quando o cliente contrata um software, ele espera ter um bom suporte. Aposto até que muitos usam esse como o critério principal para fazer a escolha. Esteja sempre disposto para ajudar, não “enrole” o cliente, não terceirize o problema, simplesmente resolva! Além de deixar o cliente feliz, isso vai te gerar várias indicações, pode ter certeza.

 

  1. Dê incentivos aos seus clientes: O relacionamento com o cliente já deve estar indo muito bem após você ter cumprido as 3 etapas anteriores. Agora, para encantar de vez, dê presentes, brindes e “mimos” para os seus clientes. Pode ser um desconto na compra de um segundo produto, teste grátis, desconto na mensalidade caso seja um software de pagamento recorrente, bônus por indicação... enfim, são inúmeras possibilidades. Cabe a você e sua equipe estudarem e definirem qual a estratégia que melhor se encaixa na realidade da sua empresa.

 

Faça tudo isso e avalie o resultado. Nada é garantido, mas já é um bom começo. Depois disso, desenvolva suas próprias técnicas para melhorar o relacionamento, se baseando no que você conhece sobre sua carteira de clientes.

 

Felipe Ecco, o autor é Content Manager da agência de publicidade yard.