Negócios e Oportunidades
Corecon-PR aponta boas perspectivas na economia do Paraná e do Brasil

No início de 2020, a trinta dias do Carnaval, o país anseia por dias melhores e crescimento na economia, nos negócios e nos empregos. Como Colunista, head Hunter e consultor de negócios na área de fusões & aquisições, não poderia deixar de iniciar o ano e abordar temas relacionados às várias dúvidas e inquietações que temos sobre economia, negócios e empregos. Aproveitei um evento recente, a posse do Economista Carlos Magno Bittencourt, onde foi reconduzido ao cargo de presidente do Conselho de Economia do Paraná (Corecon-PR), para extrair informações sobre as perspectivas na economia do Paraná e do Brasil:

Quais as perspectivas da economia e negócios no PR e Brasil?

As perspectivas para a economia paranaense e brasileira são positivas, podemos acreditar que as reformas realizadas proporcionarão um maior fôlego para as contas públicas, e assim darão um espaço maior a fim de que a iniciativa privada possa ter um ambiente econômico favorável.

Dá para fazer uma análise das tendências da economia no PR no governo Bolsonaro? Como está indo?

Ambos os governos apresentam um conjunto de medidas em que se prega menos Estado e mais iniciativa privada. As parcerias propostas juntamente com as reformas contribuem para o crescimento da economia.

Como as empresas podem aproveitar melhor a calmaria da economia e se reestruturar se prepararem para um melhor 2020?

Cabe às empresas se adequarem às transformações que estão ocorrendo no mundo, principalmente no quesito inovação. Não podemos ficar apenas como expectadores, mas sim ser protagonistas. Nosso mercado interno é imenso, há oportunidades para conquistar clientes e expandir os negócios.

Como o senhor enxerga o cenário global e as disputas econômicas?

É importante salientar que não somos uma ilha. Diante de um cenário global em que as questões geoestratégicas estão sendo disputadas num grande tabuleiro, precisamos ser sábios e manter uma diplomacia amigável, até mesmo contribuindo para uma estabilidade entre as nações.

Quais os principais desafios como presidente reeleito do Corecon-Pr?

A nova gestão continua a ter como principal missão valorizar a profissão do economista. Vamos prosseguir com os desafios de amparar e proteger os economistas paranaenses, ampliar o campo de trabalho, estreitar as relações com a sociedade civil e com o governo, reestruturar as delegacias no interior, aproximar-se das Instituições de Ensino Superior (IES) e disseminar o papel e a importância do Economista na sociedade”, destaca.

 

Frase:

“Os livros são amigos que nunca nos decepcionam” (Thomas Carlyle)

 

HAMILTON FONSECA ([email protected])

Cientista político alerta sobre os efeitos da polarização no país

O tema polarização está entre as preocupações de empresários, executivos, profissionais liberais, trabalhadores e a sociedade como um todo. Por conta das forças políticas que se contrapõem o risco de um acirramento poderia levar o país a um impasse para o crescimento maior que o estamos vivendo? Conversamos com o Professor Francisco Teixeira, historiador, cientista político e especialista da Fundação Dom Cabral. Recentemente, o Professor Teixeira participou de Fórum Empresarial, organizado pela consultoria JVALÉRIO, e traçou as perspectivas para economia mundial e fez alerta para efeitos da polarização política no Brasil.

Quais as possibilidades reais de uma polarização atrapalhar mais ainda a nossa situação de insegurança para investidores?

A polarização política no país já atrapalha as condições reais de investimento e de segurança jurídica das empresas. Essa questão já é real. Nós estamos vendo questões de investimento sendo adiadas por causa de política e, principalmente, de declarações e idas e vindas. São feitas declarações e depois são feitos desmentidos. Vejamos: na área do MERCOSUL - isso é muito claro -, se retirar de uma organização tão poderosa, tão importante como é o MERCOSUL, por questões ideológicas, isso evidentemente faz com que empresas que poderiam aproveitar do mercado único adiem seus investimentos. A assinatura de uma área de livre comércio - outro caso -, seja com os EUA, seja com a China, faz com que o cálculo de longo prazo das empresas seja revisto. Uma empresa que vai se instalar ou ampliar seu parque industrial, sua área de atuação no Brasil, em longo prazo, vai pensar: como será meu plano estratégico se for feito um acordo de livre comércio tão poderoso como uma área de livre comércio com a China? Com isso, o setor de indústria de transformação, indústria para consumo de bens duráveis, vai ser duramente afetada. Então, sendo feitas declarações sem serem feitos estudos aprofundados sobre essas questões e cria uma insegurança muito grande. Essa possibilidade de estarmos fazendo uma guerrilha ideológica de declarações para efeito de potencializar a situação política é muito desfavorável nesse momento.

O que os empresários podem fazer?

O papel dos empresários, nesse momento, deveria ser um papel de mediação e moderação. Os empresários deveriam exigir do governo um plano claro, um programa claro de ações em que pudessem estar estabelecidos quais são as metas e aqui os empresários deveriam ter clareza das diferenças entre reforma do estado, que é um elemento importante, principalmente na área de tributação - e aqui particularmente nós invertemos a situação colocando a reforma tributária em plano secundário em relação às outras reformas, a exemplo de política industrial e de emprego. Estamos atrelando alguma coisa que deveria ser imediata, a política industrial e a de emprego, as reformas de longo prazo, mais difíceis e complicadas, que dependem da aprovação do Congresso. Uma política industrial e uma política de emprego não dependem do Congresso. São políticas de âmbito do governo. O governo pode colocar isso em prática no momento que quiser. E não faz por simples decisão própria. Hoje o Brasil precisa de uma clara política industrial e de uma clara política de emprego. E a política de reformas do Estado precisa ser negociada com o Congresso.  Então são coisas diferentes. Caberia ao empresariado brasileiro, através dos seus entes associativos demandarem ao governo um programa de longo prazo, um calendário, uma agenda dessas reformas, o que ele quer com essa agenda e realizar as etapas sem desmentidos, sem voltas, sem balões de ensaio que criam esse clima de insegurança. E ao mesmo tempo ir praticando, de maneira sistemática e paulatina, com clareza, a política industrial e a política de empregos.

O senhor acredita que a economia se descolou um pouco da política e os negócios não param de criar novas estratégias de sobrevivência?

Economia e política não estão descoladas. São elementos que andam lado a lado. E há a exemplos, como medidas políticas alteram imediatamente o valor do dólar, alteram o valor da Bolsa de Valores, criam momentos de tensão, de desânimo e criam bolhas nesse sentido. É claro que a tensão entre EUA e China que pode se agravar, mas nesse momento está em plena negociação - a vai sair um acordo, o empresariado brasileiro tem que estar atento a esse acordo porque não será benéfico para o Brasil, não será benéfico ao agronegócio brasileiro, temos que acompanhar isso com atenção. E isso não é descolar política da economia. As coisas estão implicadas. Os grandes pensadores crêem que política e economia estão embutidas um no outro. Essa idéia que pode ir tocando uma coisa com a outra é meramente administrativo no sentido de que o Congresso está tocando a pauta que é necessária, independente de muitas coisas que o Executivo está se mostrando incompetente para fazê-lo, mas quando o Congresso toca essa pauta ele toca politicamente, da sua forma. Isso não é separação, isso é na verdade uma 'bicefalia' da política. É isso que está acontecendo nesse momento. Numa sociedade complexa, global, nesse momento, política e economia, mentalidades e ideologias formam um novelo só.

Com a participação da Jornalista Ester Athanásio-DePropósito Comunicação de Causas

 

FRASE:

“Se você quer ver seus sonhos se tornarem realidade, acorde” (Autor desconhecido)

 

HAMILTON FONSECA ([email protected])

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Empreendedores de bares temáticos oferecem mais do que alimentos e bebidas

 

Curitiba é uma cidade referência que aponta tendências de inovação em várias atividades, entre elas,  os segmentos de bares e restaurantes não ficam atrás. Nesta trilha os gastro bares oferecem, além de alimentos e bebidas, outros serviços para para diversão e conquista novos clientes, além de fidelizar os que já freqüentam. A partir deste conceito, os empreendedores Paulo Roberto de Almeida e a esposa Elza Obal, sócios do Claymore no Água Verde, decidiram apostar nesta  tendência e criaram espaços para exposição de carros antigos, feira de produtos artesanais e acessórios temáticos com a pegada de rock e motos, tatuagem e outras novidades que vem por aí. Conversamos com Paulo Roberto de Almeida, um empreendedor referência neste concorrido segmento.

Como foi a ideia de agregar novos produtos e serviços ao bar?

Já somos conhecidos pelos clientes tradicionais que freqüentam a casa há muitos anos, especialmente os amantes de motos e carros antigos. São pessoas que vêem sugerindo para nós a criação de novos espaços, a exemplo da exposição dos carros antigos que acontece todo primeiro domingo do mês. Alguns clientes são empreendedores e trabalham com artesanato. A partir daí começamos a fazer pequenas amostras de produtos, junto com a exposição de carros antigos ao lado Praça Elias Bittar em frente ao estabelecimento, mais conhecida por Praça Guanabara.

E a ideia da feira integrada à praça e a comunidade?

Em agosto de 2016 tivemos início o Encontro de Carros Antigos. A rua São Paulo é fechada entre a praça Guanabara  para a exposição dessas raridades sobre rodas. Geralmente, o evento é no primeiro domingo do mês, ou no segundo, dependendo do clima. A proposta era proporcionar um domingo para admirar os carros antigos, levar a família e tomar aquela cerveja  gelada com os amigos e muita conversa boa. Com o tempo a vizinhança que freqüenta a praça aos sábados e domingos começou a ampliar os passeios pelas instalações do estabelecimento, acessando as barracas de produtos artesanais. A integração à praça se deu de maneira natural, sendo um convite para caminhadas ao ar livre, regado por cervejas e petiscos.

E a ideia de eventos temáticos?

Nossos clientes gostam de confraternizar com os amigos e incentivamos eventos temáticos, como o ‘halloween’, entre outros. No próximo ano pretendemos fazer uma grande feira com a temática medieval. Temos a presença de músicos que fazem apresentações acústicas com a participação dos clientes que sugerem pedidos e acompanham os músicos.

Como são os perfis dos clientes?

Além de ser freqüentado por motociclistas e amantes de rock, são profissionais liberais, engenheiros, empresários, pois conhecemos cada um dos freqüentadores e fazemos questão de recepcioná-los

Novos planos para o curto e médio prazo?

Estamos em início de obras de um empreendimento que vai unir um pub tipicamente britânico, com música ao vivo e petiscos especiais. Nossa previsão é inaugurar a nova casa em 2020.
 

Paixão pelo que faz
O Claymore tem os donos à frente das operações e estratégias de crescimento. Eles contam com Ely Felber da Social Fever Gestora de Marketing & Redes Sociais, além de uma equipe que tem paixão pelo que faz. O segredo do sucesso é ouvir a cada um e entender que unindo forças o todo é ampliado.  Rua Amazonas, 160, Água Verde. Tel: (41) 3332-9611 facebook.com/BarClaymore/  Instagram: @claymorebar

Curtas:

* Livro: “Riqueza e miséria do trabalho no Brasil volume IV”. Coletânea organizada pelo sociólogo e professor da Unicamp Ricardo Antunes, explora os novos desenhos das relações de trabalho. Os artigos aqui reunidos, escritos por intelectuais como Ricardo Festi e Luci Praun, indagam-se sobre os rumos da nova morfologia do trabalho com as significativas transformações laborativas que caracterizam o capitalismo na era informacional-digital. Na primeira parte, o principal elemento tematizado é o trabalhador digital (infoproletariado ou ciberproletariado), levando em conta a expropriação do tempo de trabalho e de vida por empresas globais e a explosão do trabalho intermitente (zero-hour contract). Já na segunda parte, os artigos direcionam-se para a particularidade brasileira: as relações de gênero e classe, os adoecimentos, os desafios para a juventude que trabalha e o mito do “empreendedorismo”. Por fim, na terceira e última parte, as lutas de resistência são evidenciadas. As greves no contexto global e suas inter-relações com as distintas regiões e a experiência emblemática das fábricas ocupadas finalizam esta coletânea.

* Filme:“De porta em porta”. Esse é o filme perfeito para quem gosta de histórias de superação! Inspirado em um personagem real, o longa mostra as dificuldades enfrentadas por Bill Porter (William H. Macy), um homem com paralisia cerebral que, após muita insistência, consegue um emprego de vendedor. Por conta da deficiência, Bill precisa conviver com o preconceito, a rejeição e inúmeros outros desafios diários. Dirigido por Steven Schachter, é emocionante, encorajador e repleto de ensinamentos. Bill Porter demonstra como humildade, paciência, determinação, disciplina e empatia são fatores essenciais a quem deseja alcançar seus sonhos.

Frase:

“Para ver muita coisa é preciso despregar os olhos de si mesmo”(Friedrich Nietzsche)

 

*HAMILTON FONSECA

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Vivo quer mais mulheres em áreas técnicas

A operadora Vivo, que vem adotando um conjunto de iniciativas a favor da diversidade, inclusão e respeito às diferenças, comemora um ano do projeto Mulheres em Áreas Técnicas. O programa estimula as mulheres a trabalharem nos cargos de instalação e reparo. A proposta da operadora é proporcionar que as mulheres sejam o que quiserem ser. Desde que o projeto foi lançado, a Vivo registrou um aumento de 78% da participação de colaboradoras nessas áreas de atuação. Em média, são abertas 15 oportunidades por mês para atuar nas cidades de Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Fortaleza, Campo Grande, Goiânia, Brasília, Florianópolis e Belém. Conversamos a porta voz Niva Ribeiro-Vice Presidente de Pessoas da Vivo.

 

O que é o projeto Mulheres em Áreas Técnicas e por que foi criado?

A Vivo é uma marca inclusiva, contemporânea, que vê a diversidade de pessoas, comportamentos, habilidades e atitudes como um diferencial de inovação, que reflete a sociedade em que vivemos. A empresa reconhece seus talentos e estimula uma cultura mais inclusiva de gênero, raça, condição física, traduzindo a diversidade e a representatividade da companhia por meio de diversas ações e iniciativas. Lançamos o Programa Vivo Diversidade, cujo manifesto prega mais oportunidades para todos, e vem trazendo para a empresa um conjunto de iniciativas a favor da diversidade, inclusão e respeito às diferenças. Entre as iniciativas do programa, implementamos o Projeto Mulheres em Áreas Técnicas, em novembro de 2018, que estimula as mulheres a trabalharem nos cargos de instalação e reparo.

 

Quantas mulheres participam hoje do projeto e como é o processo de capacitação?

Atualmente, completando um ano do programa em andamento, temos cerca de 55 mulheres atuando em áreas técnicas em várias cidades do país.

Procuramos manter um ambiente de equidade durante a capacitação das colaboradoras. Portanto, conforme o volume de admissão, as turmas podem ser exclusivas ou mistas, não havendo diferenciação por gênero. A capacitação visa adequar o conhecimento do grupo, apresentando todos os processos, desde os básicos até os mais complexos, com o objetivo de nivelar o conhecimento dos colaboradores.

 

Ainda há vagas abertas para quem deseja trabalhar em uma área técnica? Há alguma para o Sul? Como as interessadas podem se candidatar?

Em média, temos 15 oportunidades por mês para atuar nas seguintes cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Fortaleza, Campo Grande, Goiânia, Brasília, Curitiba, Florianópolis e Belém. As interessadas podem acompanhar as vagas e se inscrever pelo link: https://vivo.gupy.io/jobs/32993. Em geral, os requisitos necessários para que a candidata possa participar da seleção é ter o Ensino Médio Completo e interesse pela área de tecnologia. Para os cargos de instaladora e reparadora, é preciso que a candidata tenha a Carteira Nacional de Habilitação também.

 

Além do Projeto Mulheres em Áreas Técnicas, quais outras iniciativas a Vivo possui voltadas para a questão de gênero?

Dentro do nosso programa Vivo Diversidade, temos diversas iniciativas pautadas nos pilares Gênero, LGBT+, Raça e PCDs. Em relação a ações que fortalecem a equidade de gênero, podemos destacar que a Vivo está entre as empresas vencedoras deste ano, na categoria Ouro, da 3ª edição do Prêmio WEPs Brasil – Empoderando as Mulheres, voltado ao reconhecimento das empresas brasileiras com mais esforços para promover a igualdade no ambiente de trabalho, cadeia de valor e comunidades; somos signatária dos Princípios de Empoderamento das Mulheres da ONU do +Mulher 360 (2016); mentoria feminina focada em mulheres high potential. A participação feminina na gestão corporativa tornou-se um tema de alta relevância para a Vivo, que pretende aumentar o número de mulheres em diferentes cargos de liderança. No início deste ano, a meta de diversidade passou a influenciar diretamente no pool de bônus dos executivos da empresa, que tem parte do resultado atrelado ao indicador de gênero. Juntamente com o índice de Net Promoter Score, que avalia a probabilidade de os clientes recomendarem os serviços da empresa, este desafio reflete uma empresa cada vez mais preocupada com a diversidade, a sustentabilidade e a satisfação dos clientes. A Vivo busca sensibilizar nossas lideranças de que não se trata somente de atendermos a uma demanda da sociedade, dos investidores, mas também da importância que a equidade de gênero tem para o nosso negócio. Grupos heterogêneos favorecem a inovação, a produtividade e tornam o ambiente de trabalho cada vez melhor.

Além disso, em um cenário em que mais da metade das empresas listadas na B3 não possuem mulheres em seus conselhos de administração, a Telefônica Brasil, dona da marca Vivo, integrou recentemente a terceira mulher em seu Conselho, ampliando a representatividade feminina entre seus membros.

 

CURTAS

* PUCPR assina parceria com BRDE e Governo do Paraná. O governo do Paraná anunciou dois projetos do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) voltados à inovação. Os projetos são realizados em parceria com a Hotmilk, aceleradora da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). Após processo de capacitação, as startups consolidadas dentro da aceleradora terão acesso a fundos de investimentos e linhas de créditos. “É uma oportunidade única para trabalharmos em diversas áreas do conhecimento, muito focado no agronegócio. Vamos angariar startups do Brasil inteiro para trabalhar com parceiros do BRDE, que trarão resultados excelentes para o Estado”, diz o diretor da Hotmilk, Fernando Bittencourt Luciano.

* Livro: De zero a um: O que aprender sobre empreendedorismo com o Vale do Silício. Autores: Blake Masters, Peter Thiel. Editora Objetiva, 216 páginas. Quanto mais você compete, mais se torna parecido com todo o resto. A competição destrói os lucros dos indivíduos, das empresas e da sociedade como um todo. De zero a um: O que aprender sobre empreendedorismo com o Vale do Silício não oferece fórmula para o sucesso. O paradoxo de ensinar empreendedorismo é que tal fórmula não pode existir. Como cada inovação é única, nenhuma autoridade consegue prescrever em termos concretos como ser inovador. Toda inovação vai de 0 a 1. No livro, o autor revela como construir empresas que criem coisas novas. Apresenta uma visão otimista do futuro do progresso e uma maneira original de pensar sobre inovação: ensina você a fazer perguntas que o levem a encontrar valor em lugares inesperados.

FRASE

“Otimismo é esperar pelo melhor. Confiança é saber lidar com o pior”(Roberto Simonsen)

HAMILTON FONSECA

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Amcham-PR conectou em 2019 mais de 8 mil profissionais e empresários

O ano de 2019 foi desafiador para o setor empresarial e, ao mesmo tempo, de muito aprendizado. Prova disso são os mais de 8 mil executivos, empresários e gestores que passaram pela Amcham Curitiba (Câmara Americana de Comércio) em busca de networking, troca de experiências, rodada de negócios, além de arbitragem e internacionalização, que também fazem parte das ações da Câmara.

Mais de 160 eventos

Permeando os pilares de inovação e legado, foram realizados mais de 160 eventos, como palestras, workshops, eventos corporativos - para associados e não-associados - em torno de temas como cultura organizacional, indústria 4.0, sustentabilidade, entre outros. Seis grandes eventos marcaram o calendário da instituição: CEO Fórum Inovação e Legado, Amcham Arena, Amcham Talks, Open Houses e o Comitê de CEOs & Chairpersons – Conexão Brasil-EUA: relacionamento bilateral, internacionalização e diplomacia coorporativa.

Entidade Centenária

‘‘Há 100 anos a Amcham atua com o intuito de promover um bom ambiente de negócios. “Cada vez mais o setor empresarial tem buscado conhecimento e buscando se adaptar ao mercado disruptivo que estamos vivendo”, destacou o gerente regional da Amcham Curitiba, Gustavo Silvino.  “Certamente, esses milhares de executivos e empreendedores que estiveram ao nosso lado sairão na frente com suas empresas”, concluiu.

 CEO Fórum – Changes

No evento ‘CEO Fórum – Changes’, a Amcham Curitiba discutiu ainda o assunto que promete ser debatido ainda mais em 2020: o futuro das profissões.

Planejamento 2020 estruturado

Para o próximo ano a Amcham Curitiba já tem um planejamento estruturado e especial. A Câmara vai comemorar 20 anos na capital paranaense e terá eventos ainda maiores para seus associados e para o público em geral. Além disso, a Câmara trará uma novidade para networking da região: os Business Meetings.

Christmas on Jazz

No dia 4 de dezembro a Amcham Curitiba promoveu o Christmas on Jazz, o evento que marcou o encerramento do ano de 2019 para a instituição. Nele, 150 pessoas de 100 empresas associadas participaram das ações de networking propostas. Além do coquetel, aconteceram dinâmicas e ações de networking em um espaço direcionado à integração de CEOs e executivos de Curitiba e região que também conversaram sobre as tendências do mercado para os próximos anos.

Sobre a Amcham

A Amcham (Câmara Americana de Comércio) é uma das maiores associações de empresas do Brasil, com 15 filiais em todo o país e mais de 5.200 empresas associadas. O objetivo da Amcham é criar um ambiente favorável de negócios por meio de boas práticas de mercado, capacitação profissional e cidadania empresarial. A Amcham visa facilitar relações empresariais, gerar negócios, ser ponte no relacionamento governamental e internacional, além de prover conteúdos que amplifiquem o conhecimento de seus associados.

Curtas:

*Livro: "O novo poder": Como disseminar ideias, engajar pessoas e estar sempre um passo à frente em um mundo hiperconectado. Uma perspectiva inovadora sobre as ferramentas e as ações colaborativas que estão mudando a divisão de poder Por que certas iniciativas ganham proporções tão grandes enquanto outras não dão em nada? Autores Henry Timms e Jeremy Heimann.

* “5º Workshop do Perdão”. Que tal passar o natal em família em paz e harmonia e começar o ano de 2020 com o coração limpo, livre, leve e feliz? Sem mágoas, ressentimentos, dores, raiva e ódio que só atrasam a tua vida e te impedem de alcançar os teus objetivos. Venha limpar, purificar, perdoar, se livrar da culpa para viver um 2020 sentindo-se pleno, leve e feliz. Nesse workshop usamos ferramentas das técnicas de PNL, EFT, Hipnose, Thetahealing e Hoʻoponopono. São usadas técnicas terapêuticas e não tem religião envolvida. Facilitadoras: Mylene Arzua - Coach de Relacionamento e Autoconhecimento, Terapeuta Thetahealer, Palestrante. https://www.facebook.com/arzuacoach/ Carol Farina - Especialista em liderança empreendedora feminina, Coach de Negócios, Terapeuta Holística e Palestrante.https://www.facebook.com/carolfarina.oficial/. Local:Guest Co - Coworking House. Rua Padre Oswaldo Gomes, 677, Guabirotuba

 

FRASE:

"Dê ao homem um motivo para viver que ele morrerá por ele" (Carlos Cesar Quirino Santos)

 

*HAMILTON FONSECA

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Empreendedor veterano inaugura nova hamburgueria de alta qualidade e conceito ‘lowcost’

Um lugar confortável e sofisticado com gastronomia de alta qualidade e preço justo.

Tradição de 8 anos no Água Verde agora no Jardim das Américas

Continuidade da Hamburgueria Água Verde - que é sucesso com os hambúrgueres artesanais e mais de uma dezena de torneiras de chopes especiais - o novo empreendimento manterá a qualidade e preço baixo praticados em sua matriz. No ambiente é possível escolher entre as mesas dispostas em dois salões, além do ambiente externo em que fica a PitSmoker, uma assadeira profissional a lenha.

Mais espaço e variedade no cardápio

Com mais espaço, o estabelecimento oferece também maior variedade no cardápio. Agora, além de lanches e porções, os proprietários Rafael Rebelato e Marcelo Moura incluem carnes grelhadas no menu. A ideia é proporcionar ao cliente o que já vem sendo ministrado em cursos e workshops de defumação com pratos como brisket e hambúrguer defumado, além de bife de chorizo, picanha, filé de igreja e alcatrão.

Empreendimento sustentável com prática do custo benefício

Praticando o custo-benefício como poucos estabelecimentos do ramo, a Hamburgueria Água Verde é um case de sucesso na cidade e tem avançado em idéias para levar ao público opções que fidelizem o cliente. O chope artesanal distribuído em 13 torneiras - que já era um chamariz para o curitibano - foi estendido para coquetéis especiais como o Moscow Mule, Negroni e o já tradicional Aperol Spritz, o que terá continuidade na Hamburgueria das Américas com o diferencial de um espaço mais confortável e muito bem decorado, sem que o consumidor tenha que pagar a mais por isso. “Nossa ideia era levar essa proposta que deu tão certo no Água Verde para outros bairros de Curitiba. A região do Uberaba e Jardim das Américas tem crescido muito e merece um ambiente como a Hamburgueria das Américas”, conta Rebelato.

Expansão das operações

O estabelecimento já se prepara para receber o delivery no início do ano e o almoço está garantido na semana seguinte à inauguração. “Focamos na inauguração na parte da noite porque queremos ir apresentando nossos espaços aos poucos. Queremos receber os novos e antigos clientes com dedicação nessa semana que será intensa e esperamos que de muito sucesso”, explica Rebelato.

Cinco dias de inauguração e ação solidária

A semana de inauguração foi realizada nos últimos dias. Durante os cinco dias de inauguração os clientes que levaram 1 quilo de alimento não perecível e/ou um brinquedo ganharam uma ‘cortesia surpresa’. A arrecadação será revertida para duas instituições que cuidam de crianças em situação de vulnerabilidade. “Essa foi uma forma que o Rafael e eu encontramos de retribuir essa oportunidade que estamos tendo de abrir esse espaço que certamente vai ser um local aconchegante e de encontro da família curitibana”, finaliza Marcelo Moura.

Onde

Hamburgueria Das Américas Funcionamento das 18 horas às 23h59 IG: @dasamericashamburgueria. Rua Capitão Leônidas Marques, 1278 Jardim da Américas-Curitiba – PR

 

CURTAS

*O Teatro Positivo recebe nesta terça-feira heads da Amazon, Google, LinkedIn e CHRO Ebanx.O Summit Sua Carreira em 2020 é voltado para quem quer planejar a carreira no próximo ano.

*A PUCPR promove batalhas de startups na área da saúde. promove o programa hiPUC - HealthHackInnovation. São três dias de evento, em parceria com a Hotmilk e os Hospitais Universitário Cajuru e Marcelino Champagnat, para desenvolver projetos voltados para os seguintes temas: telemedicina, inteligência artificial, jornada do paciente e softwares em saúde e interoperabilidade (capacidade de sistemas de se comunicarem de forma transparente). As três ideias mais inovadoras serão divulgadas no último dia do evento e a equipe vencedora participará de dois programas de aceleração da HotMilk.

 

FRASE

“A maioria das pessoas resulta do espelho social, sendo influenciada pelas opiniões, idéias e paradigmas das pessoas a sua volta” (Stephen R.Covey)

 

*HAMILTON FONSECA

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Conselheiros Comerciais despertam interesse das organizações, principalmente as familiares

Não são poucas as empresas que têm feito uso dos executivos mais experientes, inclusive aposentados, para encontrar soluções para seus problemas, sobretudo na área comercial. Assim é a figura do Conselheiro Comercial, um profissional autônomo que reúne vários anos de experiência em chão de fábrica, conhecendo na prática questões comerciais, além da visão externa da empresa, porém atualizada sobre o mercado, trazendo soluções inusitadas para as organizações, principalmente familiares. Conversamos com Jorge Lunardi, um Conselheiro Comercial com vasta experiência não só em aconselhamento, mas que contribui para a implantação das suas recomendações.

O que diferencia o Conselheiro Comercial do Consultor Comercial?

A diferença pode ser apenas semântica, depende da abordagem, mas em nosso caso temos como ir além e apoiar as empresas, não só no diagnóstico da situação comercial, como apontar a direção e promover mudanças que reflitam positivamente unto aos clientes. Muitos profissionais que se intitulam ‘consultores’ trabalham com pacotes fechados e nem sempre respeitam características das empresas familiares. A nossa atuação é customizada, de acordo com o perfil, o porte e o segmento dos empreendimentos.

Sua trajetória e as motivações em ser Conselheiro Comercial?

Minha trajetória começou numa indústria entre 1.978/86 (TORMEC/TORCOMP), produtora de componentes metalmecânicos no Estado de São Paulo, onde atuei como vendedor e gerente comercial e planejamento. Na época, uma empresa com 500 funcionários, que atendia as principais montadoras e sistemistas. Em 1.986, aceitando uma proposta para dirigir a área comercial de uma indústria instalada em Curitiba (IBRATEC), me tornei seu sócio e diretor de Planejamento Comercial e de Negócios. Também fui seu representante institucional junto às associações/federações empresariais e outras instituições, inclusive internacionais. Depois, em 2005, resolvi me desligar da empresa, para me dedicar ao antigo sonho de exercer a posição de conselheiro, palestrante e treinador de profissionais. Para tanto, no mesmo ano, fundei a Jorge Lunardi& Associados. A principal motivação é a de assessorar empresários bem-intencionados que nem sempre conseguem 'sair' da correria do dia-a-dia para pensar o seu negócio como um todo, além de desenvolver ações que permitam uma maior integração das áreas, principalmente com a área comercial. Para tanto, eu pretendia atualizar meu conhecimento acadêmico, especialmente com o objetivo de atuar como Conselheiro Comercial. Isto me levou a realizar uma pós-graduação em Gestão Estratégica Administrativa.

Como é o trabalho do Conselheiro Comercial e a abrangência com as outras áreas da empresa?

Convivendo com o negócio e, junto com os seus controladores, gestores e demais profissionais, dialogando, promovendo avaliações, sugerindo e participando das ações necessárias, inclusive no mercado. E, especialmente, fazendo junto com os nossos clientes. Entendemos que a empresa só consegue atingir resultados positivos (com rentabilidade que permita o retorno adequado dos seus investimentos) se todos os atores do negócio (independente dos cargos e áreas) se envolverem e se comprometerem. Logicamente, isto inclui os seus controladores.

Como funciona a representação institucional com entidades no Brasil e no exterior, além da política integrada de vendas?

Isto é também é possível com a aproximação junto às entidades empresariais, com a participação de eventos especiais ou a aproximação com especialistas. Numa empresa não há “deus” ou “demônios” responsáveis por vendas: os seus resultados comerciais dependem de todas as áreas: desde a recepção, passando por Compras, pela Engenharia, Produção, Qualidade, Logística, Custos, RH, etc. E dos proprietários! Como mencionei, há a necessidade da integração de todos, no primeiro diagnóstico, na avaliação, na identificação do seu potencial junto ao mercado e outras atitudes, para se elaborar um roteiro de ações que denominamos Política Integrada de Vendas, partindo do princípio de que “se eu participo do nascimento da ideia, eu me comprometo com a busca do seu sucesso”.

Sobre sua experiência na academia com professor e treinador de alunos?

Como consequência da Pós, acabei por ministrar aulas em cursos de pós-graduação por algum tempo nas Faculdades Bagozzi, de Curitiba. Neste período, a pedido da própria coordenação da instituição, tive o cuidado de inserir a experiência nos conceitos acadêmicos curriculares.

Como usar os conhecimentos e soluções que os próprios funcionários podem trazer?

A maioria dos profissionais das empresas conhece os processos, os produtos e os serviços vendidos. Nós entendemos que se eles sentirem que as suas informações são importantes, certamente ficarão entusiasmados com uma possível participação e envolvimento. Caberá aos gestores promoverem o seu envolvimento e, se for o caso, oferecer-lhes treinamentos, induzi-los a uma participação efetiva. Os resultados serão expressivos para todos.

Quais conselhos o senhor recomenda para empresários melhorarem as suas vendas?

Promova a integração das áreas da empresa junto ao processo comercial; Avalie o ambiente exterior do seu negócio; Identifique os pontos fortes e fracos do seu interior; Analise as informações colhidas; Realinhe os seus objetivos; Defina os seus recursos e identifique os agentes; Elabore a sua Política de Vendas; Ajuste os seus caminhos e promova treinamentos; Elabore um cronograma; Controle e faça aferições regulares. Informações: www.jorgelunardi.com.br, WhatsApp 41-99655.5758  ou [email protected]

CURTAS:

* Evento falou de empreendedorismo na PUCPR, o Tecnofit Experience. O evento, promovido pela startupTecnofit, que faz o sistema de gestão de espaços fitness, falou sobre empreendedorismo com foco em 2020. Especialistas do mercado ministraram palestras e workshops que trazem cases e soluções para negócios. Os temas do TecnofitExperience giram em torno de liderança, gestão, vendas e marketing.

*O Programa Guritiba realizou a última ação da edição 2019 com programação aberta ao público, no Museu Oscar Niemeyer. Com atividades recreativas, brincadeiras, pinturas temáticas e distribuição de pipoca e algodão doce, o evento contou com espetáculo repleto de números circenses para toda a família. A atividade marcou o fim das ações do Programa Guritiba em 2019. A produtora Carol Scabora explica que a ideia do evento foi comemorar o sucesso do Programa Guritiba, que promove a inclusão do público infantil de áreas periféricas em atrações artísticas: “A intenção é trazer não só o público geral para conhecer o programa, mas retornar famílias que já foram impactadas”.

 

FRASE

“Não podemos prever o futuro, mas podemos criá-lo”(Peter Drucker)

 

*HAMILTON FONSECA

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Executivo cria empresa para reconstruir organizações e torná-las sustentáveis

Há 12 anos atuando como executivo de finanças de empresas médias familiares e multinacionais, o Administrador de Empresas Edson Cunha nunca se conformou com as estatísticas de mortalidade precoce das empresas. A realidade mostra-nos que empresas fecham as portas antes de completar dois anos de vida. Durante o período recessivo, no Brasil, fecharam as portas nos últimos anos cerca de 363 mil empresas.
As causas são bem conhecidas e a falta de conhecimento e planejamento estão entre elas. Conversamos com este mais ousado Administrador e Empreendedor da Fintech & Cunha para conhecer melhor esta realidade no Brasil.

O que fazer para não entrar nestas estatísticas?

Existe uma frase do Einstein que nós adotamos aqui na empresa: "Em meio à dificuldade encontre a oportunidade”. Os empreendedores e executivos precisam estar atentos aos sinais que o negócio vem dando para que as ações sejam efetivas e o sangramento rapidamente estancado. Nosso trabalho inicial consiste em mostrar o cenário geral sobre o momento que a empresa está vivendo. Depois construímos a estratégia que foca em reorganizar todos os setores, alinhando as ações para viabilizar o core business.

Como uma boa gestão financeira pode ajudar?

Quando construímos o cenário atual da empresa baseado nos dados financeiros fica claro onde devemos atacar, dessa forma são criados os planos de ação. Quando buscamos a virada do jogo, temos a interação de todos os setores da empresa, por isso nosso negócio consiste em reorganizar a empresa como um todo. A gestão financeira nos mostra o rumo que devemos seguir para ter sucesso, além de aplicar e controlar esses recursos durante o trajeto para que tenhamos sucesso ao final da jornada.

E a gestão de processos?

A gestão de processos consiste em mapear a atividade e entender como ela é desenvolvida buscando a excelência. São envolvidas as partes interessadas e discutido o trajeto que ela deve seguir, desenhamos o processo e apresentamos ao responsável que executa a atividade, nesse processo as dúvidas são sanadas, atividades desburocratizadas, paramos de correr atrás do rabo e entregamos os resultados, rápido prático e objetivo.

E a gestão de empresas familiares?

As empresas familiares são as que mais sofrem com uma administração demasiadamente informal e com pouca gestão, ao mesmo tempo são as mais emocionantes de implantar os projetos de reestruturação, são organizações que possuem muito potencial, garra e amor por aquilo que se faz, normalmente obtemos resultados rápidos e expressivos neste nicho de mercado, quando o “chefe” resolve organizar a empresa.

O que a diferencia das demais empresas de consultoria em gestão?

Nós não somos uma empresa de consultoria e sim uma administradora de negócios, passamos por todos os setores para deixar todas as engrenagens preparadas pra virar o jogo. Entramos no negócio e só saímos de lá com os resultados alcançados. O que temos de melhor são nossas experiências e cases de sucesso, é isso que nos dá prestígio e reconhecimento.

Algo que tem repercutido muito é avaliação financeira rápida e ao preço muito acessível, como funciona?

Nossa abordagem na parte financeira é veloz, assertiva e clara. A área financeira é que mantém toda empresa irrigada, ou seja, saudável para se perpetuar no mercado. Extraímos os dados, trazemos para casa, avaliamos com a equipe, montamos os cenários e apresentamos para os clientes. Nesta apresentação fica claro o potencial do nosso negócio e geramos mais e mais negócios a cada dia pela indicação de nossos próprios clientes

Conhecendo um pouco mais sobre o executivo e empreendedor que fundou esse negócio.
Administrador de Empresas, Especialista em Gerenciamento de projetos, finanças, auditoria e controladoria. Executivo da área Administrativa e Financeira, experiência em posições como CFO e Gerente Administrativo e Financeiro, apaixonado por empreendedorismo, finanças família e carros.

Quais os trabalhos sociais que vocês realizam?

Temos um trabalho social focado em empresários que estão passando por dificuldades e não podem momentaneamente pagar pelo nosso trabalho, podem se registrar em nosso site e contar um pouco da sua história, selecionamos algumas empresas para avaliar a parte financeira em troca de uma cesta básica, que fazemos doações para famílias necessitadas. Chamamos esse trabalho social de corrente do bem, essa atividade esta altamente ligada com nossos valores, e prezamos para que todos os nossos colaboradores passem por esses eventos sociais da corrente do bem.
Contatos para clientes, colaboradores, investidores, anjos, conselheiros e para participantes da corrente do bem: www.fintechec.com.br |e-mail: [email protected] (041) 9 9920-8221

 

CURTAS

* Summit Sua Carreira em 2020 reúne heads e influencers de gigantes internacionais. O grande auditório do Teatro Positivo vai receber no dia 3 de dezembro, às 19h30, o Summit Sua Carreira 2020, com talks de Heads e influencers das gigantes Amazon, Google e LinkedIn, que sobem ao palco para falar sobre o profissional do momento e as profissões na era digital e da inteligência artificial. É um evento jovem, disruptivo, inovador e que propõe uma visão clara sobre as estratégias para alavancar o crescimento profissional. INFORMAÇÕES: 41 3315-0808, diskingressos.com.br ou fb.com/neoconnection4.0.

* Nhundiaquara Jazz Festival 2019 acontece dias 7 e 8 de dezembro: Nos dias 7 e 8 de Dezembro, acontece no Setor Histórico de Morretes a 3ª edição do Nhundiaquara Jazz Festival. Quinze shows com nomes renomados do Jazz acontecerão em dois palcos que serão montados às margens do Rio Nhundiaquara, no ambiente cercado por natureza. As apresentações terão desde o jazz contemporâneo autoral até a world music. Além da programação musical com 66 músicos, haverá ações socioeducativas para as crianças, feira gastronômica, artesanato local, produtos típicos da região e uma loja com peças exclusivas do festival. Um dos destaques é o show Jazz Flamenco, do violonista curitibano Murillo Da Rós que divide o palco com o maestro Gilson Peranzzetta. Confirmado também o grupo Doutor Cipó e Jorginho do Trompete, tocando música instrumental brasileira, milongas e tangos. Outro show nacional é do músico Derico Sciotti que aproveita o momento para lançar um novo disco: 1 X 0. O evento é de graça entre as 13h às 20 horas. Confira a programação completa na página do festival: https://www.facebook.com/NJazzFestivalOficial/

 

FRASE

“Se você quer algo novo, você precisa parar de fazer algo velho” (Peter Drucker)

 

*HAMILTON FONSECA

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Criatividade é fundamental para a inovação das organizações

Há dez anos no mercado, a Escola de Criatividade de Curitiba - espaço que desenvolve projetos e ajuda na geração de ideias para negócios, educação e desenvolvimento pessoal - lançou na última terça-feira (12) “O grande livro da criatividade -  10 hábitos para despertar seu potencial criativo”, escrito por Jean Sigel, Julie Fank e Lívia Kohiyama. Idealizado há 5 anos e partindo da ideia de compartilhar histórias, experiências e conhecimentos adquiridos na Escola de Criatividade, o livro dissemina a metodologia dos 10 Hábitos Criativos. Sigel, especialista em projetos de criatividade empresarial, comunicação e marketing, e também cofundador da Escola de Criatividade, aborda nesta entrevista um pouco do conteúdo do livro.

Quais são os dez hábitos criativos elencados pela Escola de Criatividade?

Considere-se criativo; tolere o erro (e não tenha medo de errar); não julgue ideias na hora errada; pense também com a cabeça do outro; esteja atento às circunstâncias; ouça sua intuição; seja curioso; faça o simples; faça mais perguntas (até perguntas idiotas); comunique-se verdadeiramente.

Como esses hábitos criativos podem ajudar na inovação das empresas?

São hábitos e atitudes que têm relação direta com a natureza humana e, portanto, devem ser resgatados para que as pessoas façam parte do processo de inovação. Inovar depende essencialmente da criatividade humana, por isso falar de inovação de nada adianta se as pessoas não desenvolverem seu potencial criativo. Para que a inovação aconteça como processo e, principalmente, como cultura organizacional, é preciso contar com a curiosidade humana, com as perguntas que criam possibilidades, com a intuição diante de um desafio, ou a tolerância ao erro quando se está buscando algo novo. São habilidades inerentes ao ser humano que precisam ser consideradas como ponto de partida do processo de inovação organizacional. Caso contrário, a palavra inovação será um discurso solto e não uma prática na empresa. Inovar depende de pessoas.

Quais são os principais bloqueios do processo criativo?

Os primeiros bloqueios da criatividade humana acontecem lá na infância quando uma criança mostra um desenho fora dos padrões, digamos um tigre com asas, e a mãe ou o pai dizem: filhinho, tigres não voam. A criança insiste e mostra ao professor seu tigre alado, e a professora repete o mesmo padrão: querido, mas tigres não têm asas, sabia? Assim mesmo, quase sem querer, por termos sido treinados a seguir padrões aos poucos restringimos a cabeça imaginativa da criança para que ela logo em seguida comece a repetir o mesmo padrão e desenha um tigre sem asas para agradar aqueles adultos importantes para ela. Talvez, porém, o principal bloqueio do potencial criativo humano tenha ocorrido nos últimos 200 anos dentro de um sistema de ensino rígido, linear e quase industrial que privilegia muito mais a repetição e a produção do que a variedade e as possibilidades. No entanto, o mundo sempre precisou dos criativos e das inovações. Nossa evolução como espécie ocorreu a partir do pensamento e da criatividade humana, desde as primeiras descobertas como o fogo, a criação de ferramentas, da roda, da escrita até as mais recentes descobertas tecnológicas. Hoje a inovação deixou de ser um discurso e é parte fundamental para sobrevivência das empresas diante de um mundo mutante, incerto e veloz. E organizações dos mais diferentes setores dependem dela para se manter relevante e se adaptar às mudanças que hoje são extremamente rápidas. Mas para isso precisam valorizar as ideias que surgem das pessoas, dos mais diferentes perfis, características e setores da empresa. É o capital humano dentro da empresa que trará mais possibilidades.

Como superar os bloqueios do processo criativo numa empresa?

Importante salientar que obviamente não basta apenas valorizar as ideias e a criatividade dos colaboradores, é preciso que a essa criatividade se torne aos poucos um processo dentro das empresas. Ideias são elementos gerados pelos seres humanos, mas devem ser aplicadas na prática para que se tornem processo verdadeiramente. Inovação é criatividade aplicada na prática com resultados claros e recorrentes. O problema é que as empresas ainda não entenderam que, para que a inovação aconteça como processo e cultura, a gestão e as lideranças precisam ter coragem de mudar velhos hábitos. Primeiro é preciso criar um ambiente de confiança dentro da empresa, onde todos podem ter voz e participar das decisões. Ambientes de confiança mudam comportamento nas pessoas. Outra forma de superar bloqueios é trabalhar a comunicação interna da empresa, para que todos entendam os desafios, estratégias e também seu papel no processo de inovação. Inovação sem comunicação, não atinge a todos. E finalmente é preciso dar autonomia e permitir que as pessoas se arrisquem mais e tragam para as reuniões e para os planejamentos, não apenas processos, mas também ideias, não apenas respostas, mas também perguntas, não apenas o mais do mesmo, mas até o tigre com asas.

Como as empresas podem cultivar seus líderes naturais para desenvolver a criatividade entre seus colaboradores?

Liderança é fundamental para a inovação. Diria que os líderes são os estimuladores ou os bloqueadores da inovação empresarial. Isso porque cabe às lideranças o papel de dar vazão aos talentos e às capacidades de seus liderados e não simplesmente centralizarem todas as decisões e dar pouca voz aos colaboradores. E quando falamos em líder, falamos desde o líder empresarial, ao gestor de escola ou a um professor em sala de aula. Todos têm um papel de liderança que gera expectativa em muitos. O líder que cultiva a diversidade de ideias, que valoriza os talentos e sabe extrair mais o que cada um pode oferecer. Mas também o líder que tem a habilidade de criar novos líderes. Sabemos que toda organização possui líderes naturais em seus ambientes, que não necessariamente são líderes nomeados, um gerente, um diretor, mas são pessoas que possuem habilidade de liderar grupos, influenciar e envolver pessoas. É preciso que as empresas identifiquem as diversas lideranças naturais que estão por toda parte na empresa para que possam ter aliados na disseminação das estratégias e da inovação da empresa. Um bom time de futebol não depende apenas de um bom capitão, mas de outros líderes com habilidades e influências diferentes que apoiam o coletivo.

Por que a inovação é mais importante que o conhecimento?

Essa é uma frase de Albert Einstein: “A imaginação é mais importante que o conhecimento”. Quando vi essa frase, fiquei curioso porque vinha de um físico que se utilizava de seu conhecimento para inovar. Mas o que Einstein quis dizer é que em circunstâncias muito difíceis, quando o processo e o conhecimento apenas não são suficientes para resolverem um problema complicado, só a imaginação é capaz de libertar as ideias e dar soluções novas. O conhecimento apenas, muitas vezes nos limita e nossas convicções não nos permitem buscar as ideias em áreas desconhecidas ou a voar mais alto. Já a imaginação não tem limites e pode nos levar a qualquer lugar. Claro, que quanto mais conhecimento e estudo tivermos, mais inovadores e criativos seremos. Porém em muitos casos só a imaginação nos dá respostas originais e possibilidades que o conhecimento fixo não nos dá. O mundo evoluiu e várias convicções foram quebradas em função da imaginação e da inventividade humana.

 

CURTAS

*  O bnyou, primeiro app brasileiro de beleza em que o consumidor pode escolher pelo profissional desde o primeiro serviço, busca profissionais da beleza para reforçar seu time. Com três meses de funcionamento, o app já conta com 52 profissionais e mais de 920 usuários cadastrados. O app curitibano foi criado para proporcionar autonomia e liberdade para os profissionais da beleza, além de aumentar seus rendimentos e preencher as cadeiras vazias do salão. Pelo aplicativo, os consumidores podem agendar serviços de cabelo, maquiagem, massagem e até de depilação.

*  A Via Varejo trouxe para seu time de executivos Marcelo Leme, que assume a diretoria de Expansão, Infraestrutura e Prevenção de Perdas na estrutura do CAO, Sergio Leme, que reúne também as áreas de Logística & Supply Chain e Gestão de Atendimento ao Cliente, além da fábrica de móveis Bartira. A Via Varejo é responsável pela administração das lojas físicas e do e-commerce das marcas Casas Bahia e Pontofrio. A empresa está presente em mais de 400 municípios brasileiros, 20 estados e no Distrito Federal, com mais de 1000 lojas físicas, 26 centros de distribuição e aproximadamente 45 mil colaboradores em todo o país.

 

FRASE

“De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.”(RUY BARBOSA)

 

*HAMILTON FONSECA-

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Bons profissionais perdem ótimas oportunidades sem o domínio do idioma inglês

Para Charles Darwin, as espécies que sobrevivem não são as mais fortes, nem as mais inteligentes, mas sim aquelas que se adaptam melhor às mudanças. Como seria se aplicássemos esta teoria à empregabilidade dos profissionais quando o domínio de um segundo idioma é item eliminatório nos processos seletivos? Destacado como uma língua universal, o inglês é o idioma mais aprendido e valorizado. Conversamos com o diretor da Phil Young’sEnglishSchool, Phil Young.

Qual a importância da aprendizagem do inglês na vida profissional?

A globalização conectou as pessoas e as organizações de uma maneira intensa e permanente. O inglês é a chave para inserção nesta rede de conexões. É também a língua da internet, o idioma oficial da ciência, do comércio, do entretimento e das relações mundiais. A globalização ainda tem um efeito imediato na economia, o que vem obrigando um grande número de empresas a buscarem meios para firmar parcerias e negócios, em mercados que vão além das fronteiras nacionais.

Há pessoas que comparecem às aulas de inglês apenas pelo diploma e acréscimo dessa competência no currículo. Como isso pode atrapalhar no futuro?

O inglês é uma ferramenta para projetos de vida. Se você apenas diz que possui esse conhecimento, não conseguirá concretizar seu projeto, será apenas um ideal. Empresas não querem uma frase no currículo, mas sim pessoas competentes, pois assim elas poderão integrar e participar das redes de relacionamentos.

Como é possível classificar o nível de inglês?

Há várias maneiras de classificar o nível de inglês. Gosto da solução adotada pela Comunidade Europeia, que criou um documento chamado Common European Framework of Languages que universaliza a descrição de desempenho linguístico. Em um dado nível, o aluno terá que possuir certas competências, não necessariamente o domínio de estruturas gramaticais, mas sim a capacidade de uso social do idioma. São três níveis: A – Basic User, B – Independent User e C – Proficient User. Ainda para avaliar o nível do aluno, é importante que a instituição de ensino adote um teste externo, como o TOEFL.

Qual o melhor método para estudar inglês?

Qualquer aprendizado precisa de três fatores: vontade, disciplina e compartilhamento. Assim, o aluno precisa querer aprender inglês, ter vontade e criar uma rotina de estudos, e por fim, ter pessoas que compartilhem desse desejo.

CURTAS

*O Grupo Amanhã e a PwC realizaram a premiação do ranking 500 Maiores do Sul 2019 na Expo Unimed – Universidade Positivo (Asa 3) . O governado do Paraná, Carlos Massa Ratinho Júnior fez a abertura da premiação e o evento contou também com a presença de Salim Mattar, Secretário Especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercado, apresentando o painel “Brasil de AMANHÃ: Desestatizar para Crescer”. Houve um debate com a participação de José Luiz Laydner, diretor de geração da Engie Energia (SC), e Erasmo Carlos Battistella, presidente da BSBIOS (RS), além do próprio Mattar.

*O Mateus Leme Offices, espaço com 24 salas e 42 estações de trabalho de alto padrão que promete transformar o conceito de coworking em Curitiba. Localizado em região estratégica, próximo a pontos conhecidos, como o Museu Oscar Niemeyer e o Bosque do Papa, além de um entorno com toda a estrutura executiva e judiciária da capital paranaense, o Mateus Leme Offices oferece recepção com secretária, internet de alta velocidade, salas de reunião equipadas para videoconferência, monitoramento de segurança, estacionamento, além de mobília contemporânea, ar-condicionado e isolamento acústico. As salas são individuais, para até cinco, oito ou 12 pessoas.

* O GPA foi pioneiro na implementação de ofertas personalizadas por meio dos programas de fidelidade e do entendimento do comportamento de compra dos clientes das redes Extra e Pão de Açúcar. Desde o lançamento dos aplicativos Clube Extra e Pão de Açúcar Mais, há pouco mais de dois anos, estima-se que a funcionalidade “Meu Desconto” tenha gerado uma economia de aproximadamente R$ 350 milhões até o momento, Hoje os dois aplicativos, juntos, já somam 10 milhões de downloads e estão constantemente entre os top 10 apps de compras mais baixados por mês no Brasil, com larga liderança no segmento de alimentos.

*Segundo dados da pesquisa SmartProtection Network, da Trend Micro, 51% das empresas brasileiras sofreram, em 2018, ataques de ransomware, um vírus que rouba todas as informações do sistema interno. O sequestro de dados é reversível perante uma espécie de pagamento de resgate. Porém, Rafael Reis, advogado especialista em Direito Digital, Proteção de Dados e Privacidade no escritório Becker Direito Empresarial, explica que, em nenhuma hipótese, recomenda-se pagar a quantia solicitada. “O ideal é investir em segurança da informação, sistemas antivírus, programa de proteção de dados, treinamentos das equipes para reconhecer potenciais arquivos maliciosos e em criação de backups para recuperação dos dados”.

 

FRASE

“A vitalidade é demonstrada não apenas pela persistência, mas pela capacidade de começar de novo”. (F. Scott Fitzgerald)

 

*HAMILTON FONSECA

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