Negócios e Oportunidades
AECIC cria programa de incentivo ao associativismo, incluído crédito

Numa próspera conjunção de fatores para o desenvolvimento de negócios foi fundada, em março de 1977, pelos principais dirigentes das empresas na época, a AECIC - Associação das Empresas da Cidade Industrial de Curitiba. As empresas recém-instaladas na época com grande concentração de tecnologia, indústrias, produtos estratégicos e empregos de alta qualificação do Paraná, passaram a representar na ocasião cerca de 25% da arrecadação de ICMS de todo o Estado. Porém, existiam muitos problemas em comum, principalmente relacionados a infraestrutura que estavam aquém da inicialmente prevista. Entendendo que unidas, estas empresas teriam maior força para a busca de solução de problemas. Desta forma surgiu a AECIC, tornando-se uma associação com grande notabilidade junto a líderes empresariais e órgãos governamentais dando-lhes representatividade local, estadual e federal.

Com um programa recente de incentivo ao associativismo, a Entidade está oferecendo alguns atrativos para aumentar os associados. Conversamos com o Diretor Administrativo da AECIC, João Barreto Lopes, para conhecer as novas ações da Entidade.

1) Qual principal finalidade da AECIC?

A mobilização de recursos humanos e técnicos, para auxiliar na planificação do crescimento do setor industrial, agindo sempre para o contínuo desenvolvimento, em favor dos interesses e necessidades das empresas associadas. Atualmente procura consolidar-se como efetiva prestadora de serviços junto à classe empresarial. Assim, para colocar em prática suas propostas, a entidade dispõe de uma moderna sede, utilizada para a realização de diversas atividades, bem como para que seus associados possam desenvolver seus programas de treinamento, palestras, seminários, reuniões, rodadas de negócios, recepção a clientes e eventos comemorativos.

2) Quais ações a Entidade está desenvolvendo com os associados neste período de pandemia?

A diretoria tem se movimentado diariamente na vigilância das questões que envolvem o funcionamento das empresas, diante das ameaças permanentes de interrupção da operação das linhas de produção diante da necessidade de paralisações para conter a contaminação do vírus. Mantemos um canal aberto de contato com as autoridades do município e do estado com esta finalidade, seja para contribuir com pauta propositiva como para impedir efeitos negativos na economia já tão atingida pela caótica pandemia. De outro lado temos incentivado os nossos associados a contribuir para a minimização do sofrimento das pessoas necessitadas com doações de alimentos e produtos de higiene pessoal. Aliamo-nos a outras instituições de representação empresarial para estimular cada vez mais – e na medida do possível, que nossas empresas mantenham e ampliem seus programas sociais. As empresas tem sido generosas colaboradoras para necessidades de hospitais com produtos específicos de atendimento das pessoas que foram contagiadas.

3) Como se compõem o programa de incentivo para angariar novos associados?

Além das tradicionais pautas a Associação está oferecendo serviços e ferramentas para apoiar as empresas em suas ações. Iniciamos a emissão de Certificados de origem, em convenio com a FACIAP, para empresas exportadoras, com a facilidade da aproximação destas com a nossa sede de localização privilegiada. Outra parceria que favorece as empresas é com a FETRANSPAR, na emissão personalidade (in company) de certificados digitais. Outro serviço de grande importância preventiva é a disponibilização de aplicativo para smartphone. Trata-se de uma parceria com a iPrevent que atende os requisitos da nova legislação de segurança, vigente a partir de 2020, que normatiza das ações do corpo de bombeiros em todo o estado do Paraná. A abertura de canais de vendas com clientes, especialmente com negócios B to B é bastante facilitada com um programa decorrente de nossa parceria com a LEADS2B. Nele as empresas tem acesso a informações estratégicas e metodologia para contato com novos clientes e manutenção dos atuais. Promovemos, em nossa sede, cafés da manhã temáticos e happy hour com a finalidade de viabilizar contatos e negócios. Temos vários convênios com instituições educacionais que oferecem facilidade para os funcionários e seus dependentes, ligados a nossas empresas associadas. Enfim, são várias opções de atendimento que podem facilitar a gestão e operação das empresas.

4) Além dos serviços já oferecidos, quais outros podem ser incrementados?

Estamos estudando e planejando novos acessos para viabilizar serviços de diversas naturezas. O principal foco será mobilizar alianças com instituições financeiras para viabilizar acesso a créditos com taxas mais competitivas.

5) Os associados tem levado suas preocupações a Entidade, entre elas a questão como está a questão do crédito, principalmente para as PMEs?

Sim. Temos recebido diversos pedidos de intervenção junto a órgãos públicos e instituições privadas para solucionar problemas que atingem o coletivo como um todo em questões de segurança e logística. A questão do credito também tem sido objeto de nossa atenção permanente, especialmente pela grande dificuldade de liberação de recursos e as barreiras tecnocráticas dos agentes. Com as PMEs esta situação é ainda mais complicada.

6) Quais bons exemplos de empresas associadas que estão driblando a crise de economia em baixa devido ao COVID-19?

A essência está na capacidade de adaptação para produção de novos componentes e o aproveitamento das barreiras internacionais criadas pela pandemia e alta da taxa de cambio que passaram a viabilizar produtos da indústria nacional.

7) Outras questões que julga oportuno abordar.

Percebemos, nos contatos com as empresas associadas, que existem muitas carências de empresas locais para fornecimento de serviços com qualidade e garantia de entrega. Assim estamos nos mobilizando com outros parceiros um programa de melhoria da gestão e operação das PMEs locais para viabilizar suas contratações diretas pelas grandes empresas da CIC. Este é um projeto que tem inicio e não tem previsão de encerramento. A cada novo degrau de crescimento será somado um novo de elevação de padrão de competitividade.

HAMILTON FONSECA ([email protected])


 

Recuperação da economia paranaense depende do fortalecimento das empresas familiares, alerta especialista

A JValério, que representa a Fundação Dom Cabral no Paraná e em Rondônia, lançou uma série de encontros onlines gratuitos e abertos ao público para auxiliar os empresários locais na superação da crise econômica causada pelo novo coronavírus. Nos Encontros de Gestão os participantes têm a oportunidade de trocar experiências, atualizar conteúdos e traçar prognósticos do que está por vir neste cenário de muitas incertezas e desafios para os empreendedores.

Duas edições já foram realizadas. A próxima oportunidade, agendada para esta terça-feira (28), terá a condução inédita do Diretor-presidente do grupo, Eduardo Valério. O tema será a Governança na Empresa Familiar. O especialista pela Wharton Business School (EUA) vai abordar Governança Corporativa na era digital. O encontro é das 18h às 19h30. Os próximos encontros de gestão acontecem em agosto, nos dias 11 e 25. Para conhecer melhor a programação e se inscrever gratuitamente, basta acessar o site: https://jvalerio.com.br/. Em entrevista, Valério comentou os principais desafios da economia do Paraná.

Qual é o impacto da pandemia nos negócios paranaenses?

Diferentes setores, diferentes empresas enfrentam diferentes problemas. Como a economia do Paraná é muito dinâmica, o estado tem conseguido se equilibrar, graças à essa diversidade. Os setores que estão em crise estão tendo uma lição difícil de reaprender seus negócios. Mas há condições de se criar alternativas.

Qual a importância da profissionalização da gestão para superação da crise?

Quando se fala em profissionalização há um equívoco, principalmente nas empresas familiares. Muitos pensam que profissionalização é a saída do membros familiares da gestão, e é ao contrário. A profissionalização é adotar as práticas de gestão de negócios que visem o desenvolvimento da empresa, das pessoas. Mais da metade do nosso PIB está vinculado ao sucesso das empresas familiares, elas precisam de governança.

A crise global despertou debates muito polarizados, colocando os negócios até como inimigos da saúde pública. É possível buscar alternativas que equilibrem os negócios e preservem as vidas?

Tenho visto vários empresários tomando decisões de corte de despesas e gastos para preservar a renda dos funcionários. Uma das grandes contribuições da recuperação da economia é fazer com que as empresas retomem suas atividades sem demitir as pessoas. Há muita demissão, mas também há contratações, e isso faz com que a roda da economia volte a girar com mais intensidade. A filantropia é importante. Temos notado um grande movimento silencioso e positivo de ações sociais. Quem já fazia aumentou a contribuições e outros começaram a se engajar. E esse movimento de enxergar o impacto empresarial fora do seus portões veio para ficar.

Muitas empresas terão de se adaptar às ferramentas digitais para sobreviver. Como será essa adaptação?

Toda crise traz mudanças de comportamento. A atual traz vários ensinamentos e desafios para os quais ninguém se preparou. A dinâmica das empresas mudou bruscamente, algumas vão trabalhar com parte do seu time em home office, outras vão racionalizar volume de reuniões e viagens. O maior fenômeno que estamos observando é a horizontalização: os processos decisórios estão diluídos. Isso veio para ficar. A geografia desapareceu com método digital: podemos ter fornecedores e colaboradores em qualquer lugar do mundo. Um mundo hiperconectado e hipertransparente está afetando a lógica dos negócios.

Qual é sua principal recomendação para quem empreende e está apreensivo?

Não faça com que a apreensão supere o empreendedorismo. Empreender faz parte do crescimento das pessoas, das empresas e das nações. A apreensão deve ser mitigada com planejamento melhor estruturado.

 

HAMILTON FONSECA ([email protected])

20% das profissões pode adotar home office de forma permanente

Pandemia tem alterado as estruturas do mercado de trabalho. Para consultora, cabe às organizações e profissionais se adaptarem e criarem novas oportunidades em meio a crise.

O novo coronavírus transformou completamente a rotina da maioria das pessoas. Empresas e pessoas do mundo todo precisaram se adaptar e alterar processos de trabalho, adotando muitas vezes o trabalho remoto, em casa, como opção para continuar produzindo sem comprometer a segurança. Segundo estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o teletrabalho será possível para 22,7% das ocupações no Brasil. Ou seja: uma a cada cinco profissões no Brasil pode adotar o home office.

A adaptação ao escritório em casa pode se tornar, no futuro breve, mais que uma necessidade, mas uma preferência. Uma pesquisa da ISAE Business School aponta que 80% dos gestores que adotaram o sistema de trabalho a distância afirmam gostar da nova maneira de trabalhar. De acordo com Mônica Vialle, master coach em lideranças e gestão de tempo, isso pode se consolidar porque muitas empresas vão optar por fechar estruturas físicas e trocá-las pelo trabalho à distância, transformando a casa dos colaboradores em pequenos escritórios individuais. “As pessoas precisam se acostumar com a tecnologia e aprender a usá-la, pois ela tem sido o caminho que soluciona vários problemas e tem diversos benefícios”, explica.

O local de trabalho não está mais diretamente vinculado a um endereço específico. As novas tecnologias permitem acessar e-mails, documentos e interagir com equipes de qualquer lugar do mundo. A execução de atividades profissionais em casa não é mais novidade. Para a consultora, a crise causada pela Covid-19 apenas acelerou o processo de adaptação a esta realidade, que pode ser considerada o “novo normal”. Vialle ressalta que o período de crise atual alterou o ritmo e é necessário ceder para se acostumar. Assim, as empresas precisam recuar, ter flexibilidade com os salários e até mesmo pensar em outros negócios.

Mônica Vialle também destaca que estamos em uma época baseada em medo e insegurança psicológica. “O medo está muito presente em nós, mas é possível transformá-lo em potencial para não deixar as coisas desmoronarem”. Embora esse sentimento exista, é possível utilizar dele para criar novas oportunidades para si mesmo, explorando o seu potencial. Uma dica é justamente olhar para o que está sendo feito e pensar “o que eu posso fazer dentro de casa com o meu potencial? Quais cursos posso fazer? Que serviço posso oferecer?”. É necessário justamente desenvolver uma alteração da mentalidade, de olhar para uma situação e tentar enxergar uma chance de criação de negócios, mesmo nas situações mais simples.

Sócia e diretora da MOOM Consultoria e Coaching, empresa binacional com sedes no Brasil e em Portugal. Master coach, consultora e palestrante, obteve sua formação coaching junto as mais importantes instituições nos EUA: Ohio University, Florida Christian University e no Brasil: Instituto Brasileiro de Coaching - IBC, Sociedade Brasileira de Coaching - SBC e Instituto Holos. É mentora e consultora em Liderança, Coaching, Arquitetura, Urbanismo e Real Estate. Mestre em Arquitetura pela Universidade de Lisboa, em Portugal, graduada em Arquitetura e Urbanismo pela PUC, técnica em Edificações pelo Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo, cursou MBA em Gestão de Negócios de Incorporação e Construção Imobiliária, e especialização em Real Estate. Seu histórico profissional passa por mais de 20 anos em posições de liderança em empresas importantes no Brasil.

FRASE

“Não conheço nenhuma fórmula infalível para obter o sucesso, mas conheço uma forma infalível de fracassar: tentar agradar a todos” (John F.Kennedy)

*HAMILTON FONSECA ([email protected])

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Como salvar o seu emprego no novo normal

Foto: Divulgação

Um empreendedor desenvolveu um curso sobre ‘Como aumentar as chances de salvar o seu emprego. Dionisio João Parise atuou por mais de 15 anos no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI DR do Paraná em Educação Profissional. Também é Consultor, palestrante e docente nas temáticas educação profissional e gestão de instituição em diversos países tais como: Argentina, Armênia, Cabo Verde, Canada, Chile, Bolívia, Estados Unidos, Finlândia, Itália, Marrocos, Moçambique, Nicarágua, Palestina, Paraguai, Rússia, Senegal e Vietnam.

O que te levou a criar este curso “Aumentando as chances de Salvar seu Emprego”?

O 1º motivo foi que eu tenho trabalhado com educação profissional por mais de 20 anos e já realizei consultoria, palestras e treinamentos em 19 países. Nas minhas andanças pelo mundo, eu tenho visto a preocupação e os esforços das instituições em preparar as pessoas para o mundo do trabalho, ou seja, para conseguir um emprego. E tenho sentido, visto a importância que as pessoas dão para o emprego. Como o emprego gera o bem para as famílias. Como o emprego traz a felicidade para todos. O 2º motivo são algumas informações tais como: Pesquisa realizada pelo Instituto Gallup dos Estados Unidos com 10 milhões de empregados e gerentes em 114 países mostra que somente 50% dos empregados entendem as expectativas da organização. O 3º motivo é que penso que as pessoas ainda não se deram conta da crise econômica que estamos vivendo e a quantidade de pessoas que vão perder os seus empregos.

Como este curso contribui para os desafios da que estamos enfrentando com a crise do covid 19 que gerou um NOVO NORMAL.

Penso que temos duas ações:

1ºSimplificar: Penso que em momentos de crise ou me permita dizer em uma situação quase de guerra contra o desemprego, temos que simplificar, fazer o que deve ser feito. Para o trabalhador é fazer o que a organização espera que ele faça. Entregar as atividades, ser competente. Eu simplifico em duas regras para tentar salvar seu emprego. 1º Regra: Alinhar as suas expectativas de entregas com a da organização. 2º regra: Fazer as entregas acordadas. 2º Desenvolver um novo mindset. Nós acreditamos que temos que ver as coisas de maneira diferente. Mudar o jeito como vemos as coisas. Mudar o nosso Mindset. O curso tem como referência o Modelo Mindset Capacidades.

Mas por que o foco em capacidades?

Porque, para fazermos uma entrega (competência), que é uma atividade nós precisamos mobilizar conhecimentos, habilidades e atitudes, que são as capacidades. Ou seja, sem capacidade nós não conseguimos demonstrar nossas competências. A competência é o resultado da mobilização de nossas capacidades. Por isso que Google, Apple e IBM perceberam que condicionar o potencial produtivo dos seus novos profissionais a diplomas acadêmicos culmina num erro lógico

Quais são os objetivos deste curso?

1. Alinhar as suas expectativas de competências (entregas) do seu cargo com as da organização. 2. Elaborar seu Plano de Ação com foco no alinhamento das expectativas e o desenvolvimento de capacidades e competências.

Quais são os conteúdos deste curso?

O Modelo Mindset Capacidades e seus componentes, com destaque para a inter-relação entre Capacidades e competências.


 

Como é oferecido este curso e onde pode ser encontrado?

Este curso é oferecido em vídeo aulas e mentoria individual e em grupo para empresas. Pode ser encontrado no site www.mentormindsetcapacidades.com.br ou na https://www.udemy.com/course/aumentando-as-chances-de-salvar-seu-emprego/

Qual a mensagem que você gostaria de deixar?

Que nos momentos de crise, temos que simplificar. Fazer o que tem que ser feito e desenvolver as capacidades que vão nos possibilitar permanecer no mundo do trabalho.As profissões do jeito que conhecemos vão acabar. Invistam no desenvolvimento de capacidades. Contato: E-mail: [email protected] e tel. (41) 988719658

 

FRASE

“Negócios inteligentes são a chave para brincar trabalhando” (Irlei Hammes Wiesel)

 

Hamilton Fonseca | Seleção de Executivos | Fusões& Aquisições | [email protected]

 

Executivo brasileiro é um dos mais flexíveis e adaptáveis a turbulências

Tendo vivenciado por várias décadas as turbulências de uma economia instável, o executivo brasileiro aprendeu a “dançar conforme a música” e sua flexibilidade servem como referência no exterior.

Há mais de 30 anos atuando no segmento de consultoria em seleção de executivos, temos analisado e interpretado dados que representam traços da cultura organizacional brasileira, em particular aspectos que caracterizam um modelo gerencial próprio, formado durante as fases turbulentas da economia que tanto impactaram na vida das empresas e na gestão dos negócios.

Os longos períodos de instabilidade, as pressões inflacionárias, o excesso de intervenções na economia, entre outros, contribuíram para a formação de um estilo gerencial adaptável a essa bateria constante de intempéries.

Não é sem razão que muitas multinacionais consideram o Brasil rota para aperfeiçoamento dos seus executivos. O estudo não pretende ser dono da verdade em suas conclusões, mas procura sugerir reflexões sobre momento de ajuste e estruturação do País e, em particular, os aprendizados adquiridos nos períodos de adversidades políticas e econômicas.

A metodologia adotada:

Executivos brasileiros e expatriados que participaram de processos seletivos para posições de diretoria e gerencia geral, forma expostos a entrevistas e submetidos a ferramentas de avaliação, registraram as suas impressões sobre os seguintes temas:

  • Impactos da globalização e da nova ordem econômica mundial no ambiente empresarial brasileiro;

  • Projeto de vida, plano de carreira, aspectos estruturais de suas competências & habilidades e adaptação às implacáveis exigências do mercado de trabalho.

A partir deste estudo, por exemplo, pode-se apostar nas melhores condições de adaptação dos executivos brasileiros e em sua plena capacidade para ocupar com eficácia postos no alto comando nas organizações multinacionais. São mais flexíveis e adaptáveis às condições turbulentas das economias globalizadas.

Conclusões: O cenário quer contar com profissionais que sejam, antes de tudo, empreendedores diante das transformações do mundo, das empresas e do trabalho. Devem primar pela autoconfiança, capacidade de assimilar o que acontece 360o graus ao seu redor e captar o que está por acontecer. Ou seja, devem ser auto motivados e capazes desenvolver liderança a partir da transparência, ética e engajamento. Afinal, reagir às mudanças não significa mudar, mas apenas adaptar-se a elas. Mudar, de fato, significa antecipar-se às mudanças.

 

FRASE: “Uma verdade enfraquece quando tenta esconder uma única mentira, e uma mentira fica mais poderosa quanto mais verdades tenta esconder.” (Inácio Dantas)

 

HAMILTON FONSECA([email protected])

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Programa de ajuda a lojistas durante a pandemia

Corredores e lojas vazias comprometem os negócios dos shoppings (Foto: Divulgação)

 

Com a retomada parcial do comércio a partir da flexibilização do isolamento social, empreendedores de todo o Brasil têm buscado soluções para recuperar os negócios tão impactados pela pandemia. Diante desse cenário ainda desafiador, a brMalls e a Endeavor adaptaram o programa pioneiro de apoio ao varejo - o brMalls Partners – a essa nova realidade de mercado. Depois de acelerar o crescimento e desenvolvimento de 30 marcas nos últimos dois anos, a terceira edição, em 2020, será dedicada a fortalecer varejistas em suas principais dores de crescimento e desafios atuais.

Mais uma vez, a parceria da administradora - que é referência em shopping centers no país - com a Endeavor, organização global sem fins lucrativos de apoio a empreendedores, atraiu 500 empreendedores das cinco regiões do país. Dos 26 finalistas do ramo de alimentação, vestuário, saúde, serviços, pet, bem-estar e lazer, infantil e economia colaborativa, 15 serão selecionados na semana que vem para participar das mentorias com executivos da rede Endeavor e brMalls nos próximos seis meses, totalmente sem custo para o lojista.

Por conta do isolamento social, os encontros serão online nos primeiros meses. Com isso, as mentorias coletivas passarão a ser exibidas para todo o ecossistema do varejo pelo Youtube. A transmissão será feita pelo canal do Juntos pelo Varejo, criado pela brMalls durante a pandemia para dar suporte aos mais de 6 mil lojistas da rede com soluções financeiras, webinars e conteúdos para diversas dores, como omnicanalidade, crédito, relações trabalhistas, entre outros.

“Conseguimos ser ágeis para adaptar o programa e redirecionar os conteúdos para cumprir um objetivo aderente à nova realidade do mercado. É muito importante para a brMalls ajudar no desenvolvimento desses empreendedores, sobretudo nesse momento crucial de retomada do mercado. Acreditamos que as mentorias e as conexões tanto com o time Endeavor quanto com os líderes da brMalls serão fundamentais para que eles encontrem novos caminhos para superarem a crise de forma sustentável” – avalia Jini Nogueira, diretora Comercial da brMalls.

Nesta edição, o segmento de gastronomia passa a ter mais representatividade, além das marcas que nasceram digitais. Durante os encontros, os participantes também poderão fazer benchmarks com scale-ups parceiras da Endeavor e terão acesso às soluções da brMalls voltadas para omnicanalidade, mídia e integração online to offline, por exemplo. Todo este ambiente proporciona aos empreendedores uma imersão profunda em seus negócios, abrindo a visão para oportunidades de desenvolvimento das suas empresas.

“A troca com os próprios participantes do programa foi muito rica. Além disso, conseguimos aplicar os pontos bastante práticos levantados pelos executivos da brMalls e mentores da Endeavor. O brMalls Partners em si teve um papel bem decisivo em nosso negócio”, conta Rodrigo Lopes, sócio da Moncloa.

"As scale-ups são os grandes motores do crescimento de empregos e de inovação no Brasil. Por isso, apoiá-las, principalmente agora, para que sigam crescendo e trocando sobre as principais dores de crescimento é a melhor forma de promover um ecossistema saudável e preparado para a retomada econômica do país", diz Camilla Junqueira, diretora geral da Endeavor.

O brMalls Partners tem proporcionado bons resultados para os varejistas selecionados. Na edição passada, por exemplo, as empresas participantes registraram um crescimento médio de mais de 70% em faturamento, entre 2018 e 2019. Foram mais de 100 horas de troca de experiências com mais de 40 mentores e 25 executivos da brMalls.

FRASE

“Aprendi a não tentar convencer ninguém. O trabalho de convencer é uma falta de respeito, é uma tentativa de colonização do outro.” (José Saramago)

HAMILTON FONSECA([email protected])

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TERAPIA ONLINE: um ótimo avanço e uma boa tendência entre empresas durante a quarentena

Ana de Carvalho Pacheco é psicóloga clínica e mestre em psicologia forense (Foto: Divulgação)

 

 

O aumento exponencial de casos de ansiedade e depressão é um dos desafios que vem impactando produtividade no home office. Os números impressionam. Durante a pandemia no Brasil, os casos de ansiedade dobraram e de depressão aumentaram 90%, segundo estudo realizado pela Universidade do Estado do Rio (Uerj) publicado online pela revista científica The Lancet.

Terceira causa de afastamento nas empresas

Problemas psicológicos, já evidentes no país antes do isolamento social, são a terceira causa de afastamento nas empresas. Agora, intensificados durante a quarentena, gestores têm o duplo desafio de manter o bem estar de funcionários e a produtividade no trabalho remoto. Mas como? A psicóloga, editora e palestrante Ana Carolina de Carvalho Pacheco, aposta que o momento delicado da pandemia é ideal para que empresas invistam em terapia para seus funcionários.

Investimento em vitalidade psíquica dá retorno

A publicação científica "The Lancet Psychiatry" comprova que a cada um dólar investido em programas de vitalidade psíquica, o retorno é de quatro dólares, na capacitação e desempenho dos trabalhadores. O formato mais indicado é a terapia em grupo, que se mostra uma tendência em meio ao isolamento social.

No grupo, os resultados são mais rápidos

“Na terapia em grupo pode-se perceber um novo viés sobre uma situação comum pelo olhar do outro e os feedbacks são mais diversos, não apenas do psicólogo. No caso das empresas ainda existe a possibilidade de conhecer melhor este outro participante - que pode ser seu colega, supervisor, estagiário - suas idéias, percepções. Envolve por vezes partes da vida pessoal de cada um e isso gera empatia entre participantes de uma equipe, bem como, abertura de consciência para novos olhares sobre um tema.

Cada um tem a sua realidade e percepção

Também de acordo com a psicóloga, apesar de todos estarem experimentando uma situação nova, com medos, inseguranças e isolamento social, cada um tem sua realidade e percepção, vinculada às experiências individuais. Ana Carolina afirma que quando pessoas que trabalham na mesma empresa compartilham dessas situações, isso traz proximidade e sentimento de pertencimento – a chamada consciência de grupo.

Empresa teve aumento no faturamento

Foi o que aconteceu em uma empresa de confecção de roupas, em que a proprietária promoveu a terapia em grupo com os diretores de cada setor. “Nessa experiência, o método de tema foi livre, porém o que mais surgiu em comum foi a insegurança em relação ao desempenho e em relação à avaliação do outro. Desde o primeiro encontro as melhoras foram significativas. O espírito de equipe foi fortalecido, a autoconfiança restabelecida, a comunicação teve uma melhora impressionante, mais direta e funcional.

Consciência em grupo favorece o crescimento das pessoas

A psicóloga explica que isso é comum de acontecer na terapia em grupo, pois acontece a percepção de um novo ponto de vista sobre algum tema ou questão da instituição, de si ou do conjunto. Depois que os colaboradores partilharem seus anseios, sentem-se aliviados e mais felizes.

Comunicação melhora em tempos de home office

Para uma instituição, informação e boa comunicação são de extrema importância e estes aspectos são desenvolvidos durante a aplicação da terapia de grupo. “A empresa, ao optar por investir em seus colaboradores em meio a uma crise, tem como resultado uma maior união e colaboração entre as equipes gerando reflexo positivo no clima da empresa e em sua produtividade, evolução pessoal dos colaboradores e, consequentemente da instituição”, finaliza. Mais informações: E-mail: [email protected] | WhatsApp: (41) 99183-3750.

FRASE:

“Democracia é a forma de governo em que o povo imagina estar no poder” (Carlos Drummond de Andrade)

 

*HAMILTON FONSECA([email protected])

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Rede Mabu anuncia retomada com novidades.

A Rede Mabu de Hotéis e Resorts que, há quase 50 anos preza pela qualidade de seus serviços, segurança e experiência de seus hóspedes, reabriu o Mabu Curitiba Business - localizado no coração da capital paranaense e em Foz do Iguaçu, o Mabu Thermas Grand Resort volta às atividades no dia 1º de Julho. “Pensamos em tudo com muita atenção, cuidado e responsabilidade para garantir a segurança, conforto e diversão de nossos hóspedes. Fizemos algumas adaptações, intensificamos ações e buscamos as melhores estratégias e práticas, seguindo sempre o direcionamento da OMS (Organização Mundial de Saúde), os decretos e orientações dos Governos Federal, Estadual e Municipal”, pontua Wellington Estruquel, CEO da Rede Mabu.

Situação das indústrias de alimentos, cacau, massas, doces e conservas do PR durante e pós-pandemia

Eloisa Helena Orlandi - Presidente do SINCABIMA e do IBQP (Foto: Divulgação)

 

Estamos realizando uma série de entrevistas com presidentes e diretores de associações empresariais e sindicatos patronais, sobre temas estratégicos e vitais para o país, em especial sobre a pandemia que atrapalha várias empresas no Brasil e no mundo. As perturbações causadas se instalam em quase todas as operações globais. Ações estão sendo aplicadas, mas a solução a curto e médio prazos ainda não está à vista. Conversamos com Eloisa Helena Orlandi, Presidente do SINCABIMA - Sindicato das Indústrias de Cacau, Balas, Massas e Conservas do Paraná e IBQP – Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade.

Fale da sua trajetória como empresária e executiva.

O projeto da Carob House nasceu em função de uma necessidade pessoal do Carmine Giunti, meu marido e sócio. Essa necessidade foi o ponto de partida para pesquisas e desenvolvimento de um produto inovador, tendo a alfarroba como principal matéria prima. Patenteamos as formulações e a partir desse desenvolvimento, nos estabelecemos como uma pessoa jurídica. A minha formação, na verdade, é Jurídica – sou advogada e Financeira – também sou economista. Sempre trabalhei em corporações multinacionais, aqui no Brasil e no Canadá. O aprendizado no mundo de negócios veio com os erros e acertos do dia a dia. Não existe uma cartilha para ser empresário. O que existe, é uma crença muito forte naquilo que se propõe a fazer e a consciência de que os desafios fortalecem as bases do negócio e da pessoa.

E qual a sua experiência como a primeira mulher a assumir a presidência de entidade de classe patronal tão tradicional?

É um sentimento de conquista muito bom! Nós, mulheres, temos a capacidade de estar em qualquer patamar sem deixar de ser aquilo que somos na essência: mulher. E poder representar todas as mulheres que acreditam, se preparam, se entregam por uma causa justa, é uma responsabilidade imensa, ao mesmo tempo que um privilégio inigualável.

Como a senhora avalia a situação atual das empresas do segmento das indústrias associadas ao Sincabima?

Os desafios do momento afetam a todos, indistintamente. Alguns, mais, outros menos. Temos indústrias na nossa base que tem experimentado um aumento de demanda por se tratar de alimentos de primeira necessidade. Da mesma forma, temos indústrias voltadas a um segmento mais restrito, e, sujeitas, em grande parte, à volatilidade cambial, as quais estão experimentando dificuldades com o custo de matérias primas importadas.

Qual avaliação a senhora faz do Governo do Presidente Bolsonaro?

Assim como todos os governos, há sempre a boa intenção de acertar a despeito dos equívocos. Existem muitos fatores que influenciam diretamente a administração pública, mas o que se espera do governo atual, é o mesmo que se espera de qualquer governo que já tivemos: que ele cumpra com o propósito de fazer bem ao Brasil, ao povo brasileiro, ao empresário brasileiro e à boa reputação do país; afinal, o Brasil merece o nosso amor!

Quais ações a senhora acredita sejam oportunas e necessárias neste momento de pandemia?

A conscientização do momento. Quando todos internalizarmos a nossa parcela de responsabilidade no cuidado com a nossa saúde e a saúde da comunidade, as boas práticas serão uma consequência. Será algo a fluir de dentro pra fora, sem a necessidade de imposição, de exigência. Na minha percepção, vai acontecer quando aprendermos a amar o próximo como nos amamos e fazer por ele o que desejamos que façam por nós.

 

FRASE

Se o dinheiro for a sua esperança de independência, você jamais a terá. A única segurança verdadeira consiste numa reserva de sabedoria, de experiência e de competência.” (Henry Ford)

 

*HAMILTON FONSECA ([email protected])

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Quando informações estratégicas de mercado podem reativar os negócios pós-pandemia

Engenheiro Paulo Garcia - Fundador da Datum Pro (Foto: Divulgação)

 

De nada adianta o empreendedor ter todo o trabalho para abrir um negócio, se não contar com informações de seu mercado para se antecipar às várias intempéries que vai enfrentar. A análise do ambiente externo e a percepção dos cenários são vitais para evitar ameaças, identificar oportunidades, antecipar‐se às tendências e não apenas reagir. Inspirado nas palavras de Sun Tzu - criador da obra A Arte da Guerra - “Se você se conhece, mas não conhece o inimigo, para cada vitória sofrerá uma derrota”, o Engº Industrial Mecânico Paulo Garcia criou em 2003 a Datum Pro, empresa especializada em informações estratégicas de mercado.

Como surgiu a escolha por informações estratégicas de mercado?

Percebemos nas empresas, de todos os tamanhos, que os principais gestores não contavam com as indispensáveis informações recentes e confiáveis sobre os mercados onde atuam. Nas tomadas de decisões significativas, eles dependiam e necessitavam de “fatos & dados” reais, evitando as “suposições” e “achismos” mencionados frequentemente nas reuniões. Fundamos em 2003 a Datum Pro, que utiliza a Inteligência Competitiva, focada na concorrência e a Inteligência de Mercado, focada no mercado e consumidores. Fornecemos aos tomadores de decisões as Informações estratégicas de mercado de que tanto necessitam.

O que tem de peculiar nos serviços em relação a tantas outras empresas de informações no mercado?

Nossos serviços são personalizados. Os diretores e gerentes definem quais informações estratégicas a empresa necessita. Ex: sobre os concorrentes ou sobre seus mercados/consumidores/clientes. Os serviços da Datum Pro são desenvolvidos dentro de padrões éticos e do respeito às leis. Trabalhamos em caráter totalmente sigiloso.

A metodologia pode ser aplicada em pequenas e médias empresas ou é mais voltado para grandes corporações?

A nossa metodologia é eficaz para qualquer tamanho de empresa. Em nosso portfólio temos desde pequenos negócios até grandes multinacionais.

Quais segmentos e empresas fazem parte do portfólio da empresa?

Indústria: embalagens para tintas, torneiras/registros de plástico para água, perfilados de aço, alimentos. Comércio: motopeças, autopeças, pneus, câmaras de ar, equipamentos para construção civil. Serviços: serviços rápidos automotivos, recapagem de pneus, locação de equipamentos. Algumas empresas atendidas: Renault (FR/BR), Nissan (JP/BR), PSA Peugeot Citroën (FR/BR) Mobis/ Hyundai (Coréia do Sul), Le Bon Pain de France (FR) Barbé (IT), Perfipar, Barion, Novafrota, Braslift, Ibratec, Inepar, IRA/Tortuga, entreoutras. Em Ponta Grossa já estivemos com o nosso cliente Fami S.p.A. (Itália), para visitar empresas de equipamentos de logística visando parcerias comerciais.

Fale um pouco sobre a sua trajetória como executivo de renomadas empresas.

Iniciei recém-formado na Engenharia de produto automotivo em conhecidas empresas como Cofap, atual Magneti Marelli; VW e Freios Varga/TRW. Segui nas gerências de engenharia industrial e de produção em grandes grupos: Gráfica Abril S.A (SP) e Grupo Gillette (SP, RJ ,Manaus). Como Diretor Executivo de uma trading company na área de projetos/engenharia ganhei experiência na promoção de produtos e serviços, negociações internacionais, aprendendo a diversidade de idiomas/culturas nas viagens de negócios. Gerenciei um projeto no México de uma indústria de defensivos agrícolas. Convivi com ótimos profissionais e aprendi bastante.Desde 2003 na Datum Pro, trabalhamos na coleta, e principalmente na análise criteriosa, de informações de mercado para os nossos clientes.

Preparados para pós pandemia

Para a etapa pós-pandemia, forneceremos para as empresas informações estratégicas dos mercados onde atuam. Por exemplo nos concorrentes: preços, prazos de entrega e pagamento, novos produtos, etc. Em acréscimo aos nossos serviços de informações, buscamos para as empresas: tecnologias, materiais, investidores, exportação, importação, feiras, novos projetos. Datum Pro: (41) 99975-2978, e-mail: [email protected]

FRASE

“Quase todos os homens são capazes de suportar adversidades, mas se quiser por à prova o caráter de um homem, dê-lhe poder.” (Abraham Lindoln)

*HAMILTON FONSECA ([email protected])

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