Toque de Letra
Fantasma no vácuo para a próxima temporada

Após uma temporada com sucesso absoluto – somando dois títulos nacionais além do certame estadual - o Operário Ferroviário agora vive um período de vácuo competitivo até a próxima temporada, em 2019. É o momento das férias dos bravos jogadores que defenderam com garra a camisa alvinegra, demonstrando muito profissionalismo, sob o competente comando do técnico Gerson Gusmão. A reapresentação do elenco está prevista para a segunda quinzena de novembro.

Nesse tempo, a diretoria do grupo gestor do futebol profissional do Fantasma já acertou a renovação de contrato com  a base do grupo campeão. A partir disso, todos estão de olho no Campeonato Paranaense, além, claro, da Série B, e a expectativa é das melhores. O Fantasma vai iniciar a próxima temporada em busca do bicampeonato estadual. Pela frente, como sempre, os tradicionais adversários da capital e também o Londrina, eternos rivais do Fantasma de Vila Oficinas.

Na torcida, a expectativa cresce a cada dia e o ano nem acabou ainda. Embalada pelas últimas façanhas do Fantasma, a nação alvinegra acredita em mais um título estadual e não vê a hora de a bola rolar pelo Paranaense. O Fantasma ganhou em 2015 e o atual campeão é o Atlético Paranaense.

Na próxima terça-feira (23), acontece o arbitral que vai começar a definir os rumos do Estadual em 2019, em Curitiba. A FPF convocou os 12 clubes que vão jogar a competição para a reunião. Além do Operário Ferroviário, deverão estar presentes o Cascavel Clube Recreativo, Cianorte Futebol Clube, Clube Atlético Paranaense, Coritiba Foot Ball Club, Foz Do Iguaçu Futebol Clube, Futebol Clube Cascavel, Londrina Esporte Clube, Maringá Futebol Clube, Paraná Clube,Rio Branco Sport Club e Toledo Esporte Clube.

Esperança e expectativa para temporada 2019

Com muita esperança e expectativa, o Operário Ferroviário já tem o plano para a próxima temporada. O primeiro desafio será o Campeonato Paranaense, no qual o Fantasma volta para a elite em busca do bicampeonato. Depois, vem o esperado Brasileirão da Série B - uma competição inédita para o Alvinegro, nesse formato atual. Enquanto isso, se debate o futuro do estádio Germano Krüger, que vem passando por melhorias básicas para poder estar apto às exigências da CBF.

Aliás, o futuro do Germano Krüger parece fácil e complicado ao mesmo tempo, e vem assombrando o imaginário alvinegro. Embora haja uma série de circunstâncias a serem resolvidas, o importante é que todos sigam na mesma direção, que é a revitalização do estádio – um ícone da centenária história do Operário Ferroviário e também do futebol paranaense – o mais rápido possível.

Nos últimos anos, tanto dentro, como fora de campo, através do grupo gestor do futebol profissional, o Fantasma vem se confirmando como um clube emergente no cenário nacional. Ganhar ou perder faz parte do jogo e no momento o Fantasma vem levando vantagem. Nesse embalo, o trabalho está sendo recompensado graças a gestão do futebol profissional, também com o técnico Gerson Gusmão seguindo para a terceira temporada.

A soma de tudo isso levou o Alvinegro a ficar agora entre os quarenta melhores clubes do Brasil. Na sala de troféus do clube, também estão as taças de campeão nacional das Série D e C, além do troféu de campeão da primeira e da segunda divisão estadual, mais o do vital título da Taça FPF Sub-23. Agora, necessariamente, o momento é de olhar para frente.

 

Fantasma vislumbra a próxima e inétida temporada

O Fantasma de Vila Oficinas está assombrando e cumpriu um ciclo vitorioso, conquistando dois títulos nacionais seguidos, além de retornar a elite do futebol paranaense, na qual foi campeão em 2015. As duas últimas temporadas foram talvez as mais intensas e marcantes na história do centenário Operário Ferroviário. Agora, tanto a torcida como todos os envolvidos com o Alvinegro vislumbram uma nova realidade e a temporada 2019 está repleta de expectativas.

O primeiro passo agora e redefinir o elenco alvinegro, que parte para as disputas do Campeonato Paranaense e depois encarar a inédita Série B do Brasileirão, como é disputada hoje. Conforme o competente presidente do grupo gestor do futebol profissional do Operário Ferroviário, Álvaro Góes, a ideia é manter a base titular novamente sob o comando do técnico campeão, Gerson Gusmão.

Com o plano traçado, antes tem a adrenalina do Campeonato Paranaense. Nesse embalo, o Fantasma vai em busca do bicampeonato. Pela frente, os tradicionais rivais da capital paranaense, além do Londrina, num certame que transpira rivalidade. Muitos estão contando os dias para a bola voltar a rolar em 2019. Com certeza, mais uma temporada para entrar para a história do Fantasma de Vila Oficinas.

Nesse pacote, é preciso olhar para o estádio Germano Krüger, que está nos corações alvinegros, mas que precisa urgente ser reformado e modernizado para receber as próximas competições. Agora o Fantasma vai disputar uma das principais competições do Brasil, que é a Série B e tem pelo menos mais três anos de calendário em nível nacional, com potencial para até mesmo chegar até a Série A. Ano que vem o Fantasma entrará em campo com o sonho de alcançar a elite do futebol brasileiro, mas precisa ter um estádia altura.

 

Decisão na bola e equilíbrio na Arena Pantanal

Antes de qualquer coisa, foi uma grande partida o primeiro confronto entre Operário Ferroviário e Cuiabá, no domingo passado. O placar de 3 a 3 na base do vira-vira, em Vila Oficinas, mostrou mesmo que não tem favorito nesta decisão do Campeonato Brasileiro da Série C. Mesmo jogando na Arena Pantanal, não dá para confirmar um favoritismo da equipe da casa ou mesmo qualquer outro resultado.

O fato é que está tudo em aberto. Durante o campeonato todo, o Cuiabá não fez bons jogos em casa, enquanto o Fantasma não perdeu no Germano Krüger. Mas, nesse embalo, o time mato-grossense conseguiu uma vitória por 4 a 0 em Cuiabá, fato que vem gerando uma certa rivalidade, pela coincidência do Gerson Gusmão e Itamar Schulle terem trabalhados juntos no Fantasma. Ambos se conhecem bem e foram campeões com o próprio Operário Ferroviário, no Paranaense de 2015.

Mas, inexplicavelmente, as hostilidades partem do adversário cuiabano. Muita falação fora de campo que culminou naquela confusão no final do jogo, no domingo passado, claramente provocada pelos jogadores do Cuiabá. Tentando consertar a situação após o incidente, o técnico Itamar Schulle chegou a dizer que é operariano e que a conquista do título paranaense marcou sua carreira...além de elogiar o comportamento da torcida alvinegra.

Nesse clima, a expectativa para esta partida final lá na Arena Pantanal fica por conta de que só se jogue e fale em futebol, e nada mais. Afinal o título está em disputa entre as duas melhores equipes da competição e é isso que deve ser levado em conta. Vale lembrar que ano que vem tem mais pela Série B do Brasileirão.

Batalha começa neste domingo, em Vila Oficinas

A torcida do Operário Ferroviário está mesmo em estado de graça. Pela segunda vez consecutiva o Fantasma de Vila Oficinas está decidindo um título nacional. Quem diria, para um clube que nos últimos cem anos não viveu coisa parecida, hoje é um dos mais emergentes do Brasil e no detalhe, tem o quarto melhor ataque do certame nacional. A conquista do Brasileirão da Série D, ano passado, parece ter dado aquele empurrão que faltava ao Fantasma, que então partiu para a Série C determinado m chegar até a Série B e conseguiu.

Junto com o time, fora de campo, angariou mais de 5 mil sócios. Tudo isso, obviamente, graças ao trabalho do grupo gestor do futebol profissional. Antes dos devaneios em relação à próxima temporada, que começa em janeiro com o esperado Campeonato Paranaense e logo depois o Brasileirão da Série B, o Operário Ferroviário tem que terminara missão desse e ano e de preferência com o troféu de campeão da Série C.

A verdade é que todos no grupo alvinegro estão no coração da torcida para sempre, uma vez que cumpriram a missão de colocar o Fantasma na Série B, mas ganhar um campeonato nacional é o que fica registrado na história. Contudo, será uma batalha e cercada de expectativas. O destino preparou um confronto especial: Gerson Gusmão x Itamar Schulle numa decisão de campeonato brasileiro. Juntos, ambos deram o primeiro título ao Fantasma, na conquista do Paranaense de 2015, quando Gerson Gusmão era auxiliar técnico do Schulle.

Agora, nos jogos da fase de grupos da Série C, o time do Mato Grosso levou vantagem, obtendo uma vitória na Arena Pantanal e depois um empate em Vila Oficinas. Mas, o momento é outro e tudo começa a ser decidido neste domingo, a partir das 15h30, no Germano Krüger.

Fantasma de olho na final e na próxima temporada

A realidade agora é que o Operário Ferroviário está na Série B do Campeonato Brasileiro e parece que muita coisa precisa ser feita para que o Fantasma assombre para valer nessa nova empreitada no certame nacional. Uma delas dá conta do próprio estádio Germano Kruger. De imediato, o grupo gestor, comandado pelo empresário Álvaro Góes, vai providenciar melhorias básicas, como a iluminação, sanitários e o gramado, que deve ter irrigação automática.

O dirigente também adiantou que devem ser construídos mais três degraus nas arquibancadas para aumentar um pouco mais a capacidade. Tudo isso para poder disputar a Série B conforme as exigências. Outra medida foi tomada na semana passada, quando a ala do quadro social do Operário Ferroviário realizou uma assembleia extraordinária para tentar municipalizar o Germano Krüger. No fim, ficou decidido pelos votos dos associados uma negativa para tal iniciativa.

Então, mais uma vez foi negada pelo quadro social do clube a oportunidade de o estádio receber melhorias através do poder público. Portanto, a ideia de terminar as arquibancadas da área coberta, além de qualquer outra modernização de maior impacto terá que ser da iniciativa privada. As opiniões se dividem sobre ficar na mão do poder público. Mas, ao que parece, a coisa andou na contramão, já que a maioria envolvida no futebol profissional do Alvinegro estava esperando um parecer favorável.

Contudo, antes ainda tem que terminar a temporada 2018 em grande estilo. E para isso o Fantasma precisa apenas de uma vitória simples diante do Bragantino-SP, neste domingo, em Vila Oficinas, para avançar a mais uma final seguida de Campeonato Brasileiro.

Depois do acesso, agora a missão é pelo bi nacional

Sem dúvida, um jogo histórico. Enfim, a saga alvinegra em busca da Série B do futebol brasileiro teve final feliz. Agora é uma realidade e a ficha ainda está caindo. O golaço de Schumacher foi o êxtase da torcida naquele confronto cercado de rivalidade contra o time pernambucano do Santa Cruz. Depois de muito meme após a derrota no Mundão do Arruda, a resposta veio com 3 a 0 no modesto, mas poderoso Germano Krüger. Em 2019, serão 38 jogos na televisão, além do Paranaense.

Agora, com o principal objetivo cumprido na temporada, o Operário Ferroviário tem a glamorosa missão de buscar mais um título nacional inédito. Era tudo que a galera alvinegra queria. Mas, como cada jogo é uma história, agora tem pela frente um novo roteiro, contra o time paulista do Bragantino. A primeira batalha é fora de casa e depois a decisão será em Vila Oficinas. Ambos já se enfrentaram na fase de grupos da competição e ninguém ganhou nem perdeu. Empate sem gols em Bragança Paulista e depois 1 a 1 em Vila Oficinas.

Tanto o Operário Ferroviário como o Bragantino, estão de alma lavada com o acesso e com certeza irão para esse primeiro confronto muito confiantes em busca da classificação para a decisão. Certeza de jogo duríssimo em Bragança Paulista. Vale lembrar que o adversário fez 3 a 1 no Náutico nas quartas de final, jogando em casa. Depois administrou a classificação empatando por 1 a 1 na Arena Pernambuco.

Mas, o Fantasma vem assombrando e acumulando troféus na estante. Entre os paranaenses é o time que vem fazendo as melhores campanhas no certame desta temporada. Nesse embalo, o Operário Ferroviário tem a chance de ser bicampeão nacional seguido, sob o comando do técnico Gerson Gusmão. São os sonhos virando realidade.

Depois do Espírito Santo, agora vem Santa Cruz

 

Conforme se aproxima a hora deste jogo do Fantasma contra o Santa Cruz, surge no imaginário aquele inesquecível confronto diante do Espírito Santo, ano passado pela Série D, que iluminou o caminho do Operário Ferroviário até este novo encontro decisivo e pela mesma razão: subir de divisão. Este jogo com o time pernambucano, que entra em campo com a vantagem do empate, é muito semelhante àquele diante os capixabas, que no desfecho, renovou todas as esperanças em Vila Oficinas.

Naquela partida, o torcedor alvinegro, que estava no Germano Krüger ou só ouvindo pelo rádio, soltou o grito de alegria após o gol salvador do atacante Schumacher que levou aos pênaltis para que o Alvinegro mais tarde chegasse ao acesso. Considerando a vantagem do adversário deste domingo, às 15 horas, em Vila Oficinas, as chances desse filme se repetir são reais. Com ou sem cobranças de pênalti, a confiança no Fantasma é grande. Haja coração.

No primeiro embate dentro do Mundão do Arruda, praticamente tomado pela multidão, o Fantasma demorou a entrar no jogo e só jogou bola no segundo tempo, quando já perdia por 1 a 0 - um gol de falta daqueles raros no futebol brasileiro contemporâneo. Então, o time do técnico Gerson Gusmão foi buscar o resultado, mas não conseguiu, ironicamente, pela falta de pontaria.

Nessas horas, vale a qualidade nos fundamentos. Acertar os passes com inteligência e driblar com atitude faz a diferença. O gol é fundamental, ainda mais quando precisa de pelo menos um ou mais de diferença. Por isso tem que partir para cima. Caprichar nos cruzamentos e acima de tudo chutar, chutar para ver no que vai dar. O único caminho para a Série B é vencer. Isso não quer dizer ir para o ataque como desesperados. A Cobra Coral vai estar enrolada dentro da área e todo cuidado é pouco para não tomar o bote fatal.

 

Chegou a hora da decisão para mudar de patamar

 

 

Enfim, chegou a hora mais aguardada pelo Operário Ferroviário desde que começou a disputar o Brasileirão da Série C. Aliás, a cereja do bolo da continuação de uma saga que vem desde aquela obrigação de voltar à elite estadual, que acabou lucrando o título nacional inédito da Série D. Agora, depois de uma grande campanha na fase de grupos nesta terceira divisão, o Fantasma chega com moral para o seu maior desafio dos últimos tempos, que é o de subir para a cobiçada Série B do futebol brasileiro.

Para que isso se torne realidade, basta o Alvinegro passar neste primeiro mata-mata das quartas de final de final da Série C. Contudo, a missão está longe de ser simples. Tem pela frente um gigante do futebol brasileiro. O Santa Cruz Futebol Clube também conhecido como Cobra Coral foi fundado em 1914 e é um dos mais tradicionais e populares clubes de futebol pernambucano.

Em suma, tudo que foi feito até agora será decidido nestas duas partidas contra este perigoso rival. A primeira será no Estádio do Arruda, conhecido como Mundão do Arruda, que hoje tem capacidade para pouco mais de 60 mil torcedores. Há pouco tempo o time pernambucano estava na Série A e entre as suas principais conquistas, um título nacional do Campeonato Brasileiro - Série C e dois títulos regionais: um da Copa do Nordeste e um do Torneio Hexagonal Norte-Nordeste.

A torcida fez uma grande festa na partida do Fantasma na noite da última quinta-feira, em Vila Oficinas. Embalados pela boa fase do time comandado pelo técnico Gerson Gusmão, a torcida alvinegra confia muito num resultado positivo para depois poder fazer a festa da classificação no Germano Krüger. “Trocaria os títulos que conquistei até agora pelo acesso para Série B. Isso vai levar todos a um outro patamar”, disse o treinado alvinegro antes do embarque para Recife.

Bola na rede e olho vivo na arbitragem

 

 

Depois desta partida contra o Luverdense, lá no Passo das Emas, o Operário Ferroviário parte para o mata-mata da próxima fase do Campeonato Brasileiro da Série C, onde pleiteia uma vaga para a segunda divisão nacional, mais conhecida como Série B. Dono de uma campanha respeitável na Terceirona, o Fantasma é soberano no certame e automaticamente se transformou em um dos favoritos a conquistar esse objetivo.

O adversário que vem do outro grupo só vai ser mesmo conhecido nesta última e derradeira rodada. Enquanto isso, há muita falação sobre qual clube será melhor ou pior para o aguardado confronto diante do Alvinegro de Vila Oficinas, neste primeiro mata-mata. De lá podem vir o Náutico, Atlético Acreano, Santa Cruz e Botafogo da Paraíba.

Ao que tudo indica, o time comandado pelo técnico Gerson Gusmão tem bala na agulha para encarar qualquer um deles. Embora tenha acumulado três recentes empates consecutivos, o time está preparado e tem potencial para seguir em frente na competição. Porém, algo sinistro parece estar incomodando o imaginário do torcedor e também do próprio Operário Ferroviário. Trata-se da arbitragem.

Há algumas rodadas o time alvinegro vem sofrendo com o apito. Houve muita reclamação naquela partida diante do Cuiabá no primeiro turno entre outros erros estranhos contra o Fantasma na sequência. O lance emblemático foi o pênalti claro não marcado no atacante Bruno Batata no último jogo contra o Bragantino. Portanto, não dá para esperar facilidade do destino e o único modo seguro de vencer é mesmo colocando a bola na rede o quanto puder e se defender com eficiência.