Toque de Letra
Jogo encardido pela frente

Com passagem comprada para a segunda fase da Copa do Brasil e com uma boa sequência de vitórias, o Operário Ferroviário entra em campo neste domingo para enfrentar a equipe do Paraná Clube. Ambos vivem situações diferentes neste Campeonato Paranaense. Embalado, o Fantasma busca a ponta da tabela e ao que tudo indica, deve ficar entre os quatro primeiros na classificação ao término desta primeira fase.

Já o Tricolor da Vila Capanema vive um drama dentro e fora de campo e uma derrota para o Alvinegro de Vila Oficinas, pode levar o time a conviver com a zona de rebaixamento do Estadual. Portanto, a expectativa é de um jogo dramático para o Tricolor, que já foi a maior potência do futebol paranaense, na década de 1990. Hoje, passa por dificuldades financeiras e vem fazendo uma campanha modesta no Campeonato Paranaense.

Para esta partida, o técnico Gerson Gusmão ganhou a semana inteira para recuperar jogadores e trabalhar melhor o encaixe do time. Algo raro desde o início da temporada. Desta forma, a expectativa fica por conta de um time ainda mais descansado e motivado para este confronto regional, que pode alavancar a campanha do Fantasma na temporada.

Porém, como o futebol prega peças a todo momento, este com certeza será um jogo encardido para o Operário Ferroviário. Embora o time alvinegro esteja subindo de produção a cada rodada, não significa que a vitória está garantida neste domingo. O Paraná tem tradição e precisa muito da vitória. Vai jogar em casa e só pelo fato de ter o Fantasma pela frente, já serve de estímulo a mais para a equipe da capital buscar uma arrancada e fugir da crise.

Vem aí o América Mineiro no mata-mata

Enfim, a locomotiva começa a ganhar velocidade na campanha do Operário Ferroviário nesta temporada 2020. A classificação para a segunda fase da Copa do Brasil, mesmo diante do então desconhecido Barbalha, serviu de motivação para o Fantasma, tanto dentro de campo, como para os cofres alvinegros. Com a missão cumprida com um placar de 3 a 0 no Ceará, o Alvinegro de Vila Oficinas já tem depositado na conta mais um milhão, cento e noventa reais.

O próximo desafio no mata-mata nacional será a perigosa equipe do América Mineiro na quarta-feira do dia 19,  às 21h30 no estádio Germano Krüger. Trata-se de um conhecido do time alvinegro, na disputa do Brasileirão da Série B na última temporada. Foi a primeira vez que ambos se enfrentaram na história, nos confrontos pelos dois turnos da competição. O Fantasma saiu invicto do embate, com uma vitória por 1 a 0 no Germano Krüger e depois um empate sem gols em Belo Horizonte.

Entrando na filosofia de jogo proposta pelo técnico Gerson Gusmão, que vem utilizando três atacantes, os destaques do time começam a aparecer. São eles o goleador Douglas Coutinho e também a qualidade do Bustamante, assim como todo restante do time que vem sendo escalado, que se mostra melhor tecnicamente do que as equipes anteriores do Fantasma. O goleiro André Luiz, que estava afastado por contusão, voltou e vem mostrando segurança.

Neste domingo tem o Campeonato Paranaense e o Fantasma pretende assombrar o PSTC, que segura a lanterna da competição, sem nenhum ponto ganho em cinco rodadas até agora. Mas todo cuidado é pouco, mesmo com todo favoritismo do Operário Ferroviário. Se não entrar em campo concentrado, a zebra pode aparecer e isso não é novidade nenhuma no futebol.

Chegou a hora do mata-mata

A partir desta quinta rodada do Campeonato Paranaense 2020, a temporada do Operário Ferroviário vai começar para valer e será como um divisor de águas. No Estadual, que mostra ainda estar com um início embolado, daqui para frente vai começar a aparecer as diferenças na tabela de classificação. Desta forma, é preciso aproveitar as chances, como no jogo deste domingo, em Vila Oficinas.

Sobretudo, chegou o momento da cobiçada disputa pela Copa do Brasil. Obviamente, o Fantasma já está de olho nesta partida e vai até o Ceará na próxima quarta-feira para encarar o então pouco conhecido, Barbalha. Um confronto no qual o favoritismo é do Operário Ferroviário por tudo que vem acontecendo no clube. Também, a principal razão desta confiança na classificação alvinegra no mata-mata nacional fica por conta dos resultados de vitória e empate a favor do Fantasma.

Porém, a Copa do Brasil é traiçoeira e a zebra costuma passar no certame com frequência. Portanto, todo cuidado é pouco. Mesmo com uma equipe supostamente mais qualificada do que o time cearense, trata-se apenas de um jogo e neste tipo de situação pode acontecer qualquer coisa. O Barbalha não é dos piores no atual Campeonato Cearense. Vai jogar em casa, no meio da tarde, e com uma temperatura que pode ultrapassar 30 graus. Com certeza será um grande desafio para o time do técnico Gerson Gusmão.

Portanto, chegou a hora de começar a decidir as coisas dentro de campo e parece que o ataque alvinegro começou a voltar a achar o caminho do gol. Resta agora aguardar pelas próximas emoções reservadas na temporada.

Técnico não joga e não marca gols

Bastaram duas rodadas com uma vitória e uma derrota para começarem os questionamentos sobre o trabalho do técnico Gerson Gusmão, que comanda o Operário Ferroviário pela quarta temporada seguida. Mesmo com um currículo com um bicampeonato nacional com o Fantasma, o momento do treinador alvinegro passa por algumas críticas, fundamentadas pelo fato de que o atual elenco é supostamente superior tecnicamente ao do time das últimas temporadas. Sendo assim, o treinador teria obrigação de fazer o time render mais.

A vitória suada sobre a primeira das cobras no Campeonato Paranaense, o Cascavel CR por 1 a 0, em Vila Oficinas, e depois a derrota pelo mesmo placar para o FC Cascavel, no Olímpico Regional, já bastaram para que a cabeça do treinador esteja a prêmio.  Mas, obviamente ainda não é a hora de pedir a saída de Gerson Gusmão. O treinador já mostrou que pode levar o Fantasma mais longe, mas é preciso paciência.

Quem acompanha os treinos entende o trabalho desenvolvido pelo treinador alvinegro, que, como não poderia ser diferente, segue com sua própria filosofia de jogo no esquema tático do Fantasma. Mudaram as peças, mas a visão de jogo de Gerson Gusmão se mantém fiel.  O resultado disso fica por conta da determinação dos jogadores escalados. E está na hora de ter mais atitude.

Afinal, técnico não joga, não defende nem marca gols. Essa tarefa é dos jogadores, que quando entrarem em campo precisam, sim, criar uma identidade com a camisa centenária alvinegra e jogar bola. Se isso não acontecer, além do Paranaense, vem aí a Copa do Brasil e dependendo do resultado, as coisas até podem mudar em Vila Oficinas.

Torcida que ver a bola na rede

Agora vai. O Operário Ferroviário entra em campo neste domingo dando a largada para a temporada 2020. Com ele a esperança de toda uma nação alvinegra, que sonha em ver o Fantasma apavorando os adversários, conquistando títulos e indo o mais longe que puder. Nesse embalo, o que a torcida quer ver mesmo são os gols. Essa é a alegria do futebol e que à vezes parece ficar em segundo plano, levando em consideração o famigerado sistema defensivo e tal.

Assim, com uma bonita camisa nova, o Fantasma vai entrar em campo em busca dos seus objetivos a partir deste domingo. Mas, existe uma pulga atrás da orelha. Afinal, o time ainda aparece estar carente do mesmo problema que sofreu na última temporada que é o de não marcar muitos gols. Fez dois jogos treino contra o Londrina nesta curta pré-temporada e marcou apenas um golzinho.

Mas como dizem que treino é treino e jogo é jogo, a esperança fica por conta de quando a bola rolar oficialmente. Vai jogar em casa e o torcedor, sem dúvida, quer ver a rede balançar. Para isso, o técnico Gerson Gusmão manteve a dupla Lucas Batatinha e Schumacher no elenco, que também foi recheado de novos atacantes. Ambos já construíram uma grande identificação com o Operário Ferroviário e os novos que estão chegando terão a oportunidade de escrever uma nova história no clube de Vila Oficinas.

Enfim, chegou a hora e todas as esperanças estão depositadas para uma temporada de sucesso para o Fantasma no certame nacional. Mas a rede tem que balançar. Vem por aí o Paranaense, Copa do Brasil e o Brasileirão da Série B.

Fantasma corre em busca do time ideal

Como parte da preparação para a temporada 2020, na última quarta-feira o Operário Ferroviário foi até o Estádio do Café para enfrentar o então rival Londrina, num jogo-treino em que acabou voltando para Ponta Grossa com a derrota por 2 a 1. Neste caso, o resultado vem em segundo plano, mas obviamente não é bom perder e já serviu para apontar o que deve ser aperfeiçoado no time e tudo mais. Foi o primeiro lampejo do Fantasma neste ano e a expectativa vai crescendo ainda mais.

Neste sábado, será a vez de o Tubarão jogar em Vila Oficinas e levar o troco. O técnico Gerson Gusmão já deve ter mais clareza do que deve fazer para testar as peças no esquema de jogo proposto. A tendência é basicamente de manter a mesma de atuar com fez nas últimas temporadas. A diferença está voltada para o aperfeiçoamento desta identidade de jogo que o mais longevo técnico do Brasil vem colocando em prática no Operário Ferroviário.

Tais características tornaram o Fantasma capaz de levantar duas taças nacionais, com uma marcação forte e principalmente aplicação tática. Mas com o tempo, algumas peças passaram a não funcionar como deveriam e a engrenagem começou a falhar. A partir disso, foi providenciada uma renovação no elenco alvinegro. Mas, o principal problema do Fantasma vem sendo a falta de gols. Isso foi o que emperrou o time na temporada passada.

A lição deve ter sido assimilada pela comissão técnica e a torcida fica por conta de ver o Operário Ferroviário marcando gols. Isso é fundamental, já que tem pela frente uma Copa do Brasil e mais o Brasileirão. Buscando acertar o ataque, Lucas Batatinha e Schumacher permaneceram no grupo. Afinal, já deram provas que podem ajudar o Fantasma. Mas com eles, também uma nova leva de atacantes. Já nessa primeira movimentação, Douglas Coutinho, que mal chegou em Vila Oficinas, já balançou as redes.

 

Começa a temporada 2020

Enfim, vai começar a temporada 2020 e Ponta Grossa segue na expectativa pelo Operário Ferroviário, assim como no vôlei e no basquete, além de outras várias modalidades esportivas, que terão pela frente grandes desafios, individuais e coletivos, distribuídos num calendário bastante competitivo. Que seja mesmo um ano de realizações e conquistas.

O Fantasma de Vila Oficinas, além do Paranaense, Copa do Brasil e Brasileirão da Série B, já começa entrando em campo neste sábado, pela Copa São Paulo de Futebol Júnior, quando enfrenta nada mais, nada menos que o São Paulo Futebol Clube, atual campeão da competição. Nesta primeira participação do Operário Ferroviário nesta competição de base, que é de fato o maior torneio da categoria no Brasil, a expectativa é de fazer um bom papel, tentando pelo menos passar pela fase de grupos.

Sobretudo, a Copa São Paulo dispensa comentários, já que é uma grande vitrine para os atletas, que buscam ter sucesso dentro das quatro linhas e assim alcançar bons contratos e tudo mais. Portanto, encarar o Tricolor do Morumbi logo na estreia, é mesmo tudo que o Fantasma precisa. É, sem dúvida, um jogo histórico para os garotos alvinegros. Depois, o que vier é lucro.

Longe dos gramados está a equipe do Ponta Grossa Vôlei. Mesmo com todas as dificuldades, levando em consideração orçamento, tempo de trabalho e tudo que cerca uma disputa de uma mega competição como é a Superliga, o time ponta-grossense está em quadra e lutando para tentar melhorar a sua condição.

Nos lados do Borell, está a guerreira equipe do Novo Basquete Ponta Grossa. Depois de praticamente comandar o basquete no Paraná, nesta temporada parte mais uma vez para uma competição nacional. É o começo de um novo ano, novos sonhos e a expectativa fica por conta de que alguns deles possam ser alcançados. Enfim, é treinar e ir em busca dos objetivos.

 

 

Uma vez Flamengo, sempre Flamengo

A temporada 2019 termina com um time brasileiro realizando o sonho de uma grande nação de torcedores. Neste sábado, o Clube de Regatas do Flamengo entra em campo para tentar levantar a taça máxima que um clube profissional de futebol pode colocar na estante. Ser campeão mundial é de fato o máximo, pelo menos para os clubes sul-americanos.

Nesse frisson, a mídia brasileira está colorida de vermelho e preto sob a batuta da imprensa carioca, que aliás, é a manda chuva do futebol brasileiro. Assim, o Flamengo agregou a maior torcida do Brasil. Afinal, o Rio de Janeiro foi capital do Brasil e tudo que acontecia e acontece lá é espalhado para o resto do Brasil.

Houve um tempo em que só se via o Flamengo na televisão... Talvez isso explique tamanha nação. Zico era o craque e ditava o ritmo das transmissões. Assim, o Flamengo se tornou o time da década de 1980 e tomou conta de toda uma geração. Foi campeão mundial em 1981, justamente contra o algoz deste sábado, o Liverpool.

Para esta decisão, o dito favorito é o time inglês, que tem técnico alemão. Já o rubro-negro entra campo para o que der e vier, e o técnico é um português. Porém, há quem diga que, como em 1500, esse português do segundo milênio redescobriu o Brasil, ou melhor, o futebol brasileiro. O modo como o time carioca vem jogando é surpreendente. Simplesmente passou por cima dos rivais tupiniquins. Uma coisa é certa, pelo menos o time joga ofensivamente.

O Flamengo conquistou o Brasileirão e a Libertadores da América num final de semana. Na competição continental, os deuses do futebol permitiram o vacilo do temível River Plate, que achou que era campeão antes do jogo acabar. Agora, com esse alto astral, o tal cheirinho é pela glória do título mundial.

 

Missão cumprida nesta Série B

Enfim, a missão do Operário Ferroviário no Campeonato Brasileiro da Série B encerra neste sábado, diante do Figueirense, em Florianópolis. Seja qual for o resultado, o Fantasma termina com uma colocação na primeira página da classificação geral da competição. De certo modo, o Alvinegro de Vila Oficinas cumpriu bem o seu papel, jogando um futebol competitivo e principalmente se mantendo na segunda divisão nacional, ou seja, entre os quarenta melhores clubes do Brasil.

Portanto, a responsabilidade do time comandado pelo técnico Gerson Gusmão neste confronto final do Brasileirão é fazer um bom jogo e fechar a competição com dignidade. Do outro lado, o time catarinense também cumpriu seu objetivo, que foi o de escapar do rebaixamento. Dessa forma, o jogo serve apenas para cumprir tabela. Entretanto, surgiu o fato de que o Londrina, já rebaixado, pretende entrar no tapetão contra o Figueirense, pleiteando pontos em razão da punição pelo WO diante do Cuiabá, pela décima sétima rodada.

Mas, a ação junto ao STJD só entra em curso caso o próprio Tubarão e o Fantasma vençam nesta última rodada. Sobretudo, no caso de um resultado que favoreça o Londrina, é muito pouco provável uma decisão do tribunal contrária ao que já foi definido em campo.

A verdade é que as expectativas daqui para frente giram em torno da próxima temporada. Diferente daqueles tempos sem calendário, em 2020 o torcedor alvinegro vai vibrar com a Copa São Paulo, Campeonato Paranaense, Copa do Brasil e o Brasileirão da Série B.

 

Fantasma joga de cabeça erguida

A torcida aplaudiu o Operário Ferroviário após o apito final da partida disputada diante do Bragantino, na noite da última terça-feira, em Vila Oficinas. Com o resultado de 2 a 0 para o time de Bragança Paulista, o Fantasma adiou para a próxima temporada a briga pelo acesso à Série A. Mesmo assim, a massa alvinegra reconheceu a dedicação da equipe comandada pelo técnico Gerson Gusmão e ficou feliz com o que viu em campo. O Fantasma está de cabeça erguida.

Sem dúvida, como já foi dito, o Operário Ferroviário merece todo reconhecimento pela participação nesta edição do Campeonato Brasileiro da Série B. Sobretudo, nessa ascensão alvinegra no cenário nacional, a competição está servindo  como um grande aprendizado. Isso vale tanto para os jogadores, comissão técnica, diretoria, torcedores, imprensa e colaboradores. O Fantasma está iluminado e ano que vem tem Paranaense, Série B e Copa do Brasil.

Mas o campeonato ainda não acabou e a briga agora passa a ser pela melhor posição na classificação final. A ideia é vencer as três últimas partidas e terminar a competição o mais alto possível na tabela. São nove pontos ainda a serem disputados, com dois jogos fora em um em Vila Oficinas. Pela ordem, vem o Guarani, depois o Vitória e fecha contra o Figueirense, em Santa Catarina.

Saindo do gramado para a quadra, a Associação Caramuru Vôlei começa a disputar a Superliga A, a partir deste sábado, agora com o time denominado Ponta Grossa Vôlei. Mais uma vez o público ponta-grossense terá a chance de ver de pertinho uma competição de altíssimo nível, na Arena Multiuso. Porém, o primeiro jogo já é uma pedreira e será fora de casa, contra o Taubaté, simplesmente o atual campeão nacional.