Toque de Letra
Bola na rede e olho vivo na arbitragem

 

 

Depois desta partida contra o Luverdense, lá no Passo das Emas, o Operário Ferroviário parte para o mata-mata da próxima fase do Campeonato Brasileiro da Série C, onde pleiteia uma vaga para a segunda divisão nacional, mais conhecida como Série B. Dono de uma campanha respeitável na Terceirona, o Fantasma é soberano no certame e automaticamente se transformou em um dos favoritos a conquistar esse objetivo.

O adversário que vem do outro grupo só vai ser mesmo conhecido nesta última e derradeira rodada. Enquanto isso, há muita falação sobre qual clube será melhor ou pior para o aguardado confronto diante do Alvinegro de Vila Oficinas, neste primeiro mata-mata. De lá podem vir o Náutico, Atlético Acreano, Santa Cruz e Botafogo da Paraíba.

Ao que tudo indica, o time comandado pelo técnico Gerson Gusmão tem bala na agulha para encarar qualquer um deles. Embora tenha acumulado três recentes empates consecutivos, o time está preparado e tem potencial para seguir em frente na competição. Porém, algo sinistro parece estar incomodando o imaginário do torcedor e também do próprio Operário Ferroviário. Trata-se da arbitragem.

Há algumas rodadas o time alvinegro vem sofrendo com o apito. Houve muita reclamação naquela partida diante do Cuiabá no primeiro turno entre outros erros estranhos contra o Fantasma na sequência. O lance emblemático foi o pênalti claro não marcado no atacante Bruno Batata no último jogo contra o Bragantino. Portanto, não dá para esperar facilidade do destino e o único modo seguro de vencer é mesmo colocando a bola na rede o quanto puder e se defender com eficiência.

Fantasma próximo da decisão da temporada e do futuro

 

 

Faltando duas rodadas para o término da fase de classificação para o mata-mata do Campeonato Brasileiro da Série C, o Operário Ferroviário está com a passagem comprada para a fase decisiva e com todo direito de decidir em casa. Neste domingo, uma vitória diante do Bragantino praticamente carimba essa condição, restando o confronto fora de casa na última rodada contra o Luverdense e depois partir para a decisão.

Portanto, a cobiçada vaga para a Série B nacional vai depender do primeiro confronto eliminatório na próxima fase. Até agora ainda não dá para saber quem será o destemido adversário que vem do grupo A. Nesse roteiro, estão candidatos como o Botafogo da Paraíba, Santa Cruz, Náutico e Atlético Acreano. Se passar, sobe de divisão. Então o objetivo imediato passa a ser o de colocar na estante a taça de campeão da terceira divisão.

Desta forma, o Fantasma vive uma grande expectativa. Se tudo der certo, as atenções também se voltam para o estádio Germano Krüger. Comenta-se sobre ideias para melhorar a praça de jogo do Alvinegro de Vila Oficinas. A mais provável trata de um projeto para a construção de um moderno tobogã, atrás do gol de entrada do estádio entre outras melhorias.

Seja como for, o fato é que o Fantasma vive um momento promissor. Deixou de ser apenas aquele antiquado clube encardido do interior, para uma administração responsável e ascendente a títulos. Com uma grande torcida é sem dúvida uma das principais forças do futebol paranaense e, claramente, vem assombrando no certame nacional.

Torcida alvinegra começa sonhar com a Série B

 

 

A temporada 2018 do Operário Ferroviário começa a afunilar em busca do principal objetivo, que é de conquistar uma das vagas para a disputa do Campeonato Brasileiro da Série B em 2019. Está chegando a hora de dar o salto no certame nacional e a nação alvinegra está em estado de graça. Com o acesso à elite estadual, os alvinegros também contam os dias para o início do Campeonato Paranaense 2019. Mas antes, ainda tem muita adrenalina. É verdade que a Série B está muito próxima do Operário Ferroviário, mas para isso se confirmar, tem muita pedreira pela frente.

Neste sábado, o Fantasma joga fora de casa contra uma das equipes mais fortes do grupo B deste Brasileirão da Série C. O confronto contra o Botafogo de Ribeirão Preto, às 16h, no Estádio Santa Cruz pode custar a liderança do certame ao Alvinegro de Vila Oficinas, e pode até inviabilizar o segundo jogo em casa, conforme os resultados na sequência das últimas rodadas. Os dois primeiros de cada grupo levam vantagem de jogar a segunda partida em casa na fase mata-mata.

O empate em casa diante do Cuiabá, que também já garantiu matematicamente a sua classificação, pressiona o Fantasma a vencer para se manter na ponta. Nesse caso, faltando três rodadas para fechar o returno o Alvinegro tem apenas um jogo em casa, contra o Bragantino. Neste sábado joga em Ribeirão Preto, em seguida o Bragantino em casa e depois fecha o segundo turno contra o Luverdense, no Estádio Passo das Emas.

Portanto, o clima de decisão já começou a bombar e não é mais permitido vacilar. Daqui para frente tudo que foi feito até agora será posto à prova. O sonho de subir de divisão está mais forte do que nunca e com ele, também a possibilidade de conquistar mais um título inédito na história do Operário Ferroviário.

Tudo que foi feito até agora será decidido em dois jogos

 

Mais uma vez neste recorte recente da história do futebol profissional ponta-grossense, a torcida alvinegra está prestes a testemunhar mais uma façanha do Fantasma de Vila Oficinas. O Operário Ferroviário, que nos últimos anos foi campeão paranaense nas duas principais divisões, além de um título nacional na quarta divisão, agora caminha confiante para aquela que pode ser, talvez, a conquista mais importante do clube em toda sua história.

Já classificado para a fase mata-mata do Campeonato Brasileiro da Série C, o time do técnico Gerson Gusmão está muito próximo de chegar até a cobiçada Série B. Isso significa que, no caso de chegar lá, o Operário Ferroviário vai passar para um nível onde jamais esteve, levando em consideração tudo que envolve hoje em dia um clube que disputa a segunda divisão nacional. Visibilidade e receita como nunca houve antes na história do centenário time criado pelos antigos ferroviários.

Se isso acontecer, o clube vai se consolidar como uma verdadeira força do futebol paranaense. Um clube emergente e com potencial de títulos. Principalmente com calendário anual, que possibilita poder armar equipes competitivas, aliás, como já tem sido feito recentemente. Tudo graças a administração profissional do grupo gestor, então comandado pelo empresário Alvaro Góes. Nesse embalo, o Fantasma também já alcançou mais de 5 mil sócios.

Mas, todos nós sabemos como é o futebol. Não se ganha nada sem bola na rede e tudo pode acontecer. Nem sempre o favorito ganha. Quando chegar o confronto pelo mata-mata, serão dois jogos que vão definir o futuro do Operário Ferroviário. Tudo que foi feito até agora nesta temporada vai se resumir nesses primeiros dois jogos eliminatórios. Antes, porém, há contas para acertar com o Cuiabá e mais três jogos restantes pelo returno. Dia de lotar o GK.

 

Não há mais volta, o presente é esse mesmo

 

 

Sempre depois de um revés em alguma competição, as pessoas saem caçando as bruxas. Com a seleção brasileira isso vem sendo uma rotina ultimamente. Há quem acredite que o futebol tupiniquim morreu em 2014, vítima da perda de identidade de jogo, entre outras coisas. De repente, depois de um 7 a 1 ou mesmo ser eliminado por uma Bélgica, pensamos na realidade de que o outrora país do futebol, agora depende de apenas um jogador para resolver tudo. Ou, pelo menos essa era a esperança na Copa da Rússia. Na decisão do título máximo do futebol, França x Croácia.

Falando somente em futebol, Neymar até tentou jogar, mas a seleção brasileira não é mais a mesma. Talvez a última geração, que ainda tinha devaneios com craques para tomar a responsabilidade do jogo, tenha sido mesmo aquela geração de 2002. Ronaldo Fenômeno, Rivaldo, Ronaldinho Gaúcho, etc. Todos jogadores que ainda driblavam e marcavam gols. De lá para cá, bem, só se fala em Real Madrid, Barcelona, redes sociais e similares.

Sobretudo, a máquina absurda movida pelo dinheiro em que se transformou o futebol hoje em dia aniquilou o futebol brasileiro e também nossos vizinhos. Messi é um exemplo clássico (...). Pobres hermanos. Faz anos que não ganham coisa alguma. A Celeste Olímpica até lutou, mas ainda vive das lembranças do Maracanazo. O Brasil parece que também entrou nesse caminho.

Não há mais volta. O presente e futuro é esse mesmo. Nossos craques não jogam no Brasil, não há mais um campeonato forte e o povo mal conhece quem joga na seleção brasileira. Por isso não há mais aquela identidade com a camisa amarelinha e com o nosso próprio futebol. Não há mais aquele improviso, drible e principalmente atitude. O que existe agora são grandes contratos, marketing e número de visualizações na internet. Qualquer dúvida, deixa que o VAR resolve.

 

Operário na liderança e sem perder o foco

 

 

O próximo jogo do Operário Ferroviário pela terceira divisão nacional é neste domingo (8) contra o Joinville-SC, na Arena Joinville. O detalhe fica por conta de que o Fantasma entra em campo defendendo a liderança isolada da competição e também muito próximo de carimbar a vaga ao mata-mata, que pode significar a sonhada passagem para a Série B.

Quem diria, principalmente depois do episódio na divisão de acesso. A verdade é que o centenário clube de Vila Oficinas está assombrando. Nesse momento, se apresenta como um verdadeiro clube de futebol profissional, que claramente tem compromisso com uma grande e apaixonada torcida. Para esta partida em Joinville, por exemplo, vários ônibus foram fretados pelos torcedores que vão empurrar o time na casa do adversário. Aliás, não importa aonde, sempre tem torcedor alvinegro na arquibancada.

Uma torcida que até pouco tempo vivia sonhando com algo mais. Quem sabe, um dia ... Então, ganhou o Paranaense, numa final de almanaque diante do Coxa, em 2015. Depois, levantou a Taça FPF Sub-23, que mais tarde se transformou no título de campeão brasileiro da Série D. Na estante de troféus, vale também o da segunda divisão paranaense. Portanto, a nova saga alvinegra não se limitou somente a conquistar essa ou aquela vaga, mas sim, soltar o grito de campeão. Isso sim dá orgulho ao torcedor, registro em súmula e credibilidade ao time.

Antes do início da disputa da Série C, o discurso era de fazer uma boa campanha. Com o decorrer dos jogos a meta agora é subir de divisão. Se confirmar a cobiçada vaga, a torcida vai sim querer o título. Bem, mas antes disso tudo, é preciso foco total e bola na rede. Ainda tem muita pedreira pela frente. Terça tem amistoso contra os uruguaios.

Nada como uma Copa atrás da outra

 

Depois dos 7 a 1, nada era melhor do que a Alemanha no universo da bola. Com toda razão, diga-se de passagem. Sem dúvida, o futebol alemão tem uma tradição respeitável, muito antes daquele fatídico dia no Mineirão e sempre será uma seleção temida nos gramados.

Na Copa do Mundo no Brasil, os carrascos da equipe canarinha chegaram ao tetracampeonato mundial e, obviamente, se tornaram a referência no futebol, não só pela façanha sobre a seleção brasileira e pelo título diante da Argentina, mas pela celebração da típica gestão germânica, do tipo pragmática e que dá resultado. Assim a ideia era copiar tudo. Afinal, a escola tupiniquim não servia nem para vencer torneio início. E assim foram os últimos anos.

Mas, nada como uma Copa atrás da outra. O então futebol mais decantado do mundo, aquele mesmo que ditava as regras, sucumbiu precocemente diante de uma Coreia do Sul, que estava cumprindo tabela. Quando todos esperavam aquele Brasil x Alemanha fatal na Rússia, ficou para uma próxima. Mas, para onde foi o futebol alemão? No choro germânico, ninguém sabe explicar o que de fato ocorreu. Afinal, a última eliminação alemã numa primeira fase ocorreu há 80 anos, na Copa da França em 1938.

O Brasil ainda está lá e o modo como a seleção brasileira vem jogando nesta Copa parece dar esperanças. Seguindo a cartilha do bom e velho futebol brasileiro está a genialidade de Neymar e a inteligência de Philippe Coutinho, além da garra do conjunto, sob a batuta do carismático técnico Tite. Contudo, agora tem o traiçoeiro México pela frente...

 

Árbitro de vídeo queima mais lenha na polêmica

 

 

O que diria o célebre pai da crônica esportiva Nelson Rodrigues sobre a Copa do Mundo na Rússia? Especialmente quando se perde horas e manchetes falando de algo que nem sequer está presente nos estádios? O árbitro de vídeo está sendo mais comentado do que a própria atuação dos jogadores, enfim. A justificativa do seu uso é por justiça no futebol. Mas que justiça é essa que paralisa o jogo para consultar o vídeo exatamente num ataque em que o gol seria eminente?

Pior de tudo, é baseado também em decisões subjetivas. Isso quer dizer que é uma polêmica a mais e muito aquém do que é o jogo dentro de campo, que aliás, a arbitragem também faz parte e está sujeita aso fatos. A busca pela suposta perfeição contradiz a lógica do futebol. O que dizer do pênalti em Gabriel Jesus contra a Suíça? Nesse caso, nem sequer houve consulta, sem falar do gol dos suíços. Os dois lances, de acordo como é visto o futebol hoje em dia, são interpretativos. E isso vale também para o VAR. Outra situação. O livro de regras do futebol, que tem mais de 100 anos, diz que o braço não faz parte do jogo, mas hoje insistem em julgar o lance na base da interpretação.

Há exatos 60 anos, o Brasil ganhava sua primeira Copa do Mundo, vencendo a Suécia, lá em Estocolmo, pelo placar de 5 a 2. De lá para cá chegou a cinco títulos mundiais. Teve 1950 no Maracanã, depois o Brasil viveu seu pior momento no Mineirão, ao tomar aquela humilhante goleada de 7 a 1 para a Alemanha...será que nessa nova era do futebol, o Brasil voltará a brilhar? Que sofrimento ...ufa!

Por outro lado, o Brasileirão da Série C continua e o Fantasma segue embalado na competição. Domingo é dia de encher o Estádio Germano Krüger e empurrar o time diante do Ypiranga. Vale lembrar que no primeiro turno, o Operário Ferroviário foi derrotado no Rio Grande do Sul por 2 a 1. Chegou a hora de devolver o placar.

Fantasma faz a alergria da nação alvinegra

 

Uma coisa é certa. Sem dúvida, o Operário Ferroviário vem fazendo a alegria da torcida alvinegra nesta temporada. Os comentários na cidade dão conta de que o Fantasma está realmente assombrando com nunca antes em sua história. A partida diante do Luverdense foi daquelas que mexeu com os nervos, com final feliz para o alvinegro de Vila Oficinas. Sair perdendo e depois virar o marcador nos últimos instantes da partida é tudo que a galera precisava.

O primeiro turno do Brasileirão da Série C encerrou no último final de semana e com o Operário Ferroviário na segunda colocação, com 17 pontos, um pontinho atas do líder, Botafogo de Ribeirão Preto. Aliás, a única derrota do time paulista neste turno foi justamente para o Fantasma, em Vila Oficinas. A primeira meta agora é somar os pontos que vão garantir o Fantasma na terceira divisão e, obviamente, seguir em frente em busca da sonhada vaga para Série B. De acordo com os cálculos, para se garantir na terceira divisão, o time do técnico Gerson Gusmão precisa somar algo em torno de 7 a 8 pontos no returno.

Desta forma, o Fantasma inicia o returno jogando fora de casa, contra o Volta Redonda, neste sábado. Este foi o confronto de estreia do Operário Ferroviário neste Brasileirão e que venceu em Vila Oficinas por 1 a 0. Portanto a expectativa é grande, uma vez que no momento as equipes vivem uma situação completamente adversa. Enquanto o Fantasma está na vice-liderança, o time do Rio de Janeiro terminou o primeiro turno no rodapé do Grupo B, com apenas 9 pontos. Isso também significa que o jogo pode ser uma daquelas armadilhas e todo cuidado é pouco. Por outro lado, olho vivo na Copa do Mundo...

Fantasma e torcida juntos para assombrar em casa

 

 

Como sabemos, o futebol é sempre imprevisível e a única verdade é mesmo a bola na rede. Nesse embalo, o Operário Ferroviário vem realizando uma grande temporada até o momento e só não voltou de Bragança Paulista com uma vitória porque faltou mesmo balançar a rede. O time chegou a dominar as ações diante do Bragantino, que jogava em casa, mas voltou apenas com um ponto. Aliás, um ponto importantíssimo, que manteve o Fantasma de Vila Oficinas no chamado G-4 da competição, na terceira posição.

 

Agora o desafio é neste domingo, diante do Luverdense-MT, em Vila Oficinas, num confronto que vale a permanência entre os quatro primeiros e até mesmo fechar o tuno na liderança. Em outras palavras, que vencer vai dar um grande salto na tabela, tendo em vista à classificação para o mata-mata da competição, que pode levar à Série B. Portanto, a presença do torcedor será fundamental nesta partida diante do Luverdense.

O técnico Gerson Gusmão tem o time nas mãos e também teve toda a semana para acertar o esquema de jogo. Como não vai poder contar com o atacante Schumacher, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, o ataque terá outra cara nesta partida importante para o Alvinegro. Apesar da dificuldade natural do confronto, a expectativa de todos os envolvidos é de vitória alvinegra. Mas, para furar a provável retranca adversária, fato recorrente nos jogos do Operário Ferroviário em Vila Oficinas, será preciso usar a criatividade e principalmente acertar a pontaria, algo que faltou no jogo contra o Bragantino. Mas, agora, jogando em casa e com apoio da torcida, o Fantasma tem tudo para assombrar mais uma vez no certame.