Toque de Letra
Falta pouco para o Brasileirão da Série B

Depois da peleia pelo Campeonato Paranaense, com muito disque me disque, enfim, o Operário Ferroviário está há uma semana da aguardada estreia no Brasileirão da Série B, versão 2019. Tem gente contando os minutos para ver o Fantasma assombrando nesta que é uma competição de alto nível e com uma visibilidade gigantesca. A nação alvinegra também vai poder ligar a televisão e ver o Operário Ferroviário jogando em transmissões ao vivo da TV fechada, aquela mesma.

Nesses dias que restam para o início da competição, as expectativas giram em torno deste primeiro jogo em casa, contra o velho e cascudo América Mineiro. Por mais confiante num resultado positivo do Operário Ferroviário, sempre há aquele friozinho na barriga, já que nada é garantido no futebol. Nesse embalo, o técnico Gerson Gusmão tem uma filosofia de jogo definida e, o time bem ou mal, sabe o que deve fazer em campo. O resto fica por conta do chamado acaso.

Até a parada para a Copa América no Brasil, serão oito rodadas. Como se trata de uma longa competição por pontos corridos, vencer em casa é fundamental, aliás, sempre é em qualquer competição. Mas nesse caso, conquistar os três pontos em seus próprios domínios, além da soma dos pontos, também garante a confiança no time para os difíceis e imprevisíveis jogos longe de Vila Oficinas.

Nessa intertemporada, entre o final do Estadual e o início do Brasileirão, a diretoria do grupo gestor do futebol profissional do Fantasma buscou qualidade nas contratações. Na próxima sexta-feira, a bola vai começar a rolar.

Saber bater na bola é fundamental

O Campeonato Paranaense 2019 já passou para o Operário Ferroviário e, portanto, agora começa uma nova empreitada alvinegra e em cenário nacional. No próximo dia 26 e abril o Fantasma dá o pontapé inicial no Campeonato Brasileiro da Série B, jogando numa sexta-feira, a partir das 19h15, em Vila Oficinas. O primeiro adversário é o tradicional América Mineiro. Aliás, daqui para frente só vem pedreira, numa maratona de jogos que vai até o final do ano.

A diretoria do grupo gestor do futebol profissional do Alvinegro de Vila Oficinas segue na busca pelos chamados reforços e alguns deles já devem estar desembarcando no Germano Krüger. A ideia da comissão técnica é trazer jogadores pontuais para cada setor e tentar administrar um elenco que suporte bem a exaustiva competição que vem pela frente.

Apesar de não conseguir atingir seus objetivos no Estadual, o campeonato também serviu para uma criteriosa avaliação da equipe. Nesse prisma, alguns jogadores, cujos contratos forem vencendo, devem deixar Vila Oficinas, enquanto outros chegam. Isso é normal numa equipe de futebol e com o Fantasma não é diferente. Contudo, a expectativa fica por conta do encaixe do time.

A equipe está se reforçando com atacantes, levando em consideração os poucos gols marcados no Estadual. A questão é que, apesar desse ou aquele jogador, é preciso afinar os fundamentos. Saber bater na bola com eficácia para marcar gols e também nos cruzamentos, além do próprio passe, é o que faz a diferença no futebol. É fato que o talento não é para todos, mas o treinamento ajuda bastante e é fundamental.

 

Às vésperas de mais um grande desafio

Após a participação do Operário Ferroviário no certame estadual, em que ficou na quarta colocação e como pano de fundo se viu distante a Copa do Brasil, muitos questionamentos vieram à tona. Para começo de conversa, nada no futebol e garantido e a questão fica por conta de que as últimas façanhas do Fantasma, quando levantou duas taças em campeonatos nacionais seguidos e em divisões diferentes, gerou uma expectativa com viés além da realidade.

A disputa de um campeonato sempre é muito dura e no futebol tudo pode acontecer, por isso ele é apaixonante, ou não. Tudo bem, o time não encaixou nesse Paranaense. Tomou gols imprevisíveis, falhou em alguns momentos e enfim, a bola não entrou como deveria. Mas nem por isso merece críticas além da conta. Futebol é assim mesmo. O jeito é recomeçar e partir para outra, que aliás, também não tem garantias de nada.

A verdade é que o Operário Ferroviário cresceu muito com o projeto realizado pelo grupo gestor do futebol profissional. Aliás, nem precisava dizer isso, os fatos estão aí. De repente, de uns tempos para cá, o Alvinegro de Vila Oficinas, que chegou a ficar dez anos afastados das competições e sequer tinha um troféu significativo na estante, começou a ganhar títulos. Fora de campo, uma administração que modernizou o clube como nunca antes e que hoje conta com mais de 7 mil sócios.

A meta agora é o Campeonato Brasileiro da Série B. Quem pensava isso há algum tempo atrás? Pois agora é a pura realidade e o centenário Operário Ferroviário e todos que estão trabalhando lá agora, merecem crédito e, no mínimo, respeito. Nesse caso, pichar muro não tá com nada. Vem aí uma competição que se apresenta de forma inédita para o Fantasma e, com certeza, dificílima para o glorioso alvinegro ponta-grossense.

 

Chegou a hora da verdade no Estadual

A continuidade do Operário Ferroviário no Campeonato Paranaense 2019, tendo em vista, além da busca pelo título, também conquistar uma vaga para a Copa do Brasil, depende de uma vitória diante do Foz e também de um tropeço do Londrina. Mas, no caso de não chegar até as semifinais do returno, o melhor seria que o Athletico seja o campeão da Taça Dirceu Krüger. Assim, o Fantasma estaria entre os três melhores na classificação geral do Campeonato Paranaense e pode chegar no mata-mata nacional. Então, chegou a hora da verdade.

Após os dois títulos nacionais conquistados nas temporadas anteriores, o Operário Ferroviário começou o ano de 2019 repleto de expectativas positivas. Porém, o resultado do que foi planejado não veio no primeiro turno e a situação ficou crítica. Agora, no decorrer do segundo turno, o time não depende de si mesmo para chegar na disputa do título. Mas ainda está vivo no certame e com potencial para alcançar o objetivo. Sobretudo, vem logo aí o Brasileirão da Série B e então é que a chapa vai esquentar. Enfim, nada no futebol é garantido, a não ser, somente a paixão do torcedor. E é isso que o Fantasma precisa para se manter motivado. Hoje, o clube conta com quase 8 mil torcedores.

Desta maneira, o time comandado pelo técnico Gerson Gusmão está com o foco total no desafio que tem pela frente, diante do Foz do Iguaçu, neste domingo, no Estádio ABC. Primeiro o Fantasma tem que fazer a sua parte, torcendo, claro, para que o Tubarão não some três pontos diante do Furacão, nesta última e derradeira rodada da fase de classificação da Taça Dirceu Krüger. Enfim, só resta vencer o jogo e ficar na torcida.

 

Vitória urgente para afastar a má fase

Tem coisas no futebol que são muito claras. Uma delas diz respeito aos fundamentos, que quando bem executados, fatalmente levam um time à vitória. Foi exatamente nesta ceara que o Athletico Paranaense goleou o Operário Ferroviário na rodada do meio da semana, na Arena da Baixada. A diferença nesse quesito foi decisiva, mas é preciso levar em consideração que no futebol, tem dias que tudo dá certo ou tudo dá errado. Naquela quarta-feira, os ventos foram mesmo favoráveis ao rubro-negro da capital.

Agora, o Fantasma se complicou na busca do seu objetivo principal, que é a busca pela vaga na Copa do Brasil neste campeonato estadual. Mas tem condições de dar a volta por cima, começando por uma vitória diante do Maringá, em Vila Oficinas.

Na Arena da Baixada, o time do técnico Gerson Gusmão começou bem a partida, pressionou e tinha a bola no pé, até que veio o escanteio para o Athletico. A bola viajou até o meio da área alvinegra e numa rara felicidade, o jogador atleticano acertou um voleio, fuzilando Simão. Que sina. Mais uma vez o Fantasma toma um gol no início do jogo. Depois, o segundo gol rubro-negro foi de pura técnica. Uma cobrança de falta perfeita do capitão athleticano, Marquinho.

Porém, o destino da partida poderia ter tomado outro rumo. Na melhor chance alvinegra, Lucas Batatinha perdeu um gol incrível, imperdível nesse nível de competição. Mas, definitivamente não era a noite do Operário Ferroviário. Enfim, o time alvinegro criou oportunidades para mudar o jogo, mas esbarrou em si mesmo, com direito a uma furada espetacular de Rafinha na cara do gol. Sobretudo, a expulsão do lateral Léo acabou com qualquer reação alvinegra. Mas, enfim, cada jogo é mesmo uma história...

 

Jogo complicado para superar a pressão

O Operário Ferroviário não iniciou o segundo turno do Campeonato Paranaense como esperava, mas ainda tem bala na agulha para tentar reverter o quadro e partir em busca das semifinais e depois tentar levantar a Taça Dirceu Krüger. O próximo adversário é o Toledo, que já colocou na estante a Taça Barcímio Sicupira, aliás, um fato inédito na história do clube. Porém, iniciou o returno tomando uma histórica goleada por 8 a 2 dos aspirantes do Athletico, na Arena da Baixada.

Tal resultado leva a crer que, como já está na decisão do Estadual, o Toledo deve levar o segundo turno no chamado banho-maria. Será? Mesmo assim, o time foi surpreendentemente humilhado pelo Furacão e agora precisa apagar o vexame e diante da torcida. Portanto, a bola da vez é o Fantasma neste domingo, no Estádio 14 de Dezembro. Com certeza, tem todos os ingredientes para um jogo nervoso.

Enquanto o Toledo tenta recuperar a autoestima, o Operário Ferroviário também busca voltar a vencer para tentar alcançar seu objetivo principal, que é uma das vagas para a disputa da Copa do Brasil, em 2020. Para isso, é preciso vencer o returno, ou no mínimo, ficar entre os três primeiros na classificação geral.

Com essa missão como meta, o time comandado pelo técnico Gerson Gusmão, que levantou duas taças nacionais e uma da segundona estadual na condição de invicto na temporada anterior, tenta agora reencontrar seu futebol vitorioso. Ainda há esperança. Contudo, a bola precisa entrar e o time não pode mais vacilar, caso contrário, enfim, as coisas podem ficar mesmo para uma outra oportunidade. A verdade é que no futebol nada é garantido e em abril, vem o Brasileirão da Série B.

Hora de os jogadores mostrarem serviço

 

 

Agora é a vez de os jogadores provarem mais uma vez que são realmente capazes de levar o Operário Ferroviário à disputa de mais um título. Levantar a Taça Dirceu Krüger, possibilitaria ao Fantasma a conquista direta de uma vaga na Copa do Brasil, em 2020. Esse é o real objetivo da diretoria alvinegra, além, claro, de também colocar na estante mais um troféu de campeão da primeira divisão estadual.

Desde o primeiro turno, o técnico Gerson Gusmão vem apontando a falta de pontaria dos jogadores, incluindo os passes errados, como principais fundamentos a serem melhorados no elenco. Esse problema foi decisivo em jogos capitais, como contra o Cianorte, FC Cascavel e o Rio Branco, nos quais o Alvinegro não conseguiu vencer e se complicou no primeiro turno do Campeonato Paranaense – Taça Barcímio Sicupira.

Tendo em vista o returno, denominado Taça Dirceu Krüger, que começa para o Operário Ferroviário neste domingo jogando em casa contra o Londrina, o treinador alvinegro trabalhou repetidas vezes esses fundamentos, mas não pode fazer mais que isso. Afinal, o técnico não entra em campo para jogar. Quem tem que começar a resolver esta questão são, sim, os próprios jogadores.

Esta semana chegou mais um atacante em Vila Oficinas. Eduardo, que veio do RB Brasil de São Paulo, foi minuciosamente garimpado pela comissão técnica alvinegra. A expectativa fica por conta de que o jogador seja inscrito a tempo para o Estadual. Contudo, para quem já está na batalha em campo, chegou a hora de caprichar. Afinal, só existe uma verdade no futebol: bola na rede!

O tiro é curto e é preciso afastar a zebra

O primeiro turno do Campeonato Paranaense já foi e com ele também uma das vagas para a Copa do Brasil, que acabou ficando com o Toledo, que aliás, levantou a Taça Barcímio Sicupira invicto, no Alto da Glória. Agora a missão para a cobiçada vaga para o mata-mata nacional ficou resumida a cinco jogos na fase de classificação paras as semifinais, num returno em que a pressão vai ser intensa para o Operário Ferroviário.

O Fantasma parte para a Taça Dirceu Krüger com uma tabela difícil, jogando apenas duas partidas em casa. Na primeira rodada, recebe o Tubarão num confronto chave para a sequência da competição. Sem dúvida, um jogo vital para as pretensões alvinegras e a vitória é fundamental. Nas duas rodadas seguintes, o Alvinegro sai para jogar longe de Vila Oficinas. Primeiro contra o motivado Toledo e depois contra o Athletico, na Arena da Baixada.

O encontro com o Londrina será no próximo domingo, dia 10, e o técnico Gerson Gusmão espera que os jogadores correspondam em campo, especialmente no ataque. A verdade é que o time tem uma certa segurança do meio campo para trás, mas na frente, ainda falta aquela articulação mais incisiva, além da boa pontaria para decidir os jogos. No primeiro turno, tal fundamento não foi bem executado nos momentos capitais, como contra o Rio Branco e FC Cascavel, além das penalidades nas semifinais do primeiro turno.

Aplicação tática, bom condicionamento físico e vontade de vencer ajudam bastante, mas marcar gols é fundamental. A bola parada também pode ser aquela conhecida arma que pode ser melhor utilizada daqui para frente. Afinal, pode decidir uma classificação com uma cobrança de falta. Agora não tem mais choro nem vela. Apareceu a chance tem que fazer. O tiro é curto, a pressão é enorme e é preciso acertar o alvo e se livrar da zebra.

 

A guerra continua no Campeonato Paranaense

Embora tudo seja feito conforme manda a cartilha padrão, com planejamento e tudo mais, a verdade é que nada tem garantia no futebol. Exemplos não faltam. O fato de o Fantasma não ter conquistado seus objetivos no primeiro turno do Campeonato Paranaense, pelo qual o plano estabelecido pela diretoria alvinegra era de levantar a Taça Barcímio Sicupira e assim carimbar uma vaga na Copa do Brasil, não significa que a guerra acabou. Muito pelo contrário.

O segundo turno vem aí, batizado de Taça Dirceu Krüger, e a expectativa é de que será um outro campeonato. Como ingrediente dramático, é a última oportunidade de levantar a taça do turno e partir para uma decisão estadual. Nesse embalo, o Operário Ferroviário também deve superar as adversidades e voltar aos gramados mais forte e mais competitivo em busca desses objetivos.

A males que vem para o bem e quem sabe essa inter-temporada possa ajudar o técnico Gerson Gusmão a ter condições para então rearmar o Fantasma e tornar possível as condições de chegar na cobiçada decisão do campeonato. Ser campeão é deixar o registro na história, mas conquistar a classificação para disputar a Copa do Brasil é de fato o principal objetivo do grupo gestor do Operário Ferroviário.

Afinal, a competição é altamente rentável. Paga milhões a cada fase, conta com uma ampla visibilidade e alta competitividade, justamente por se tratar de uma mata-mata. Além disso, possibilita a chance de enfrentar os grandes clubes do futebol brasileiro. Hoje, sem dúvida, a Copa do Brasil é o sonho de qualquer clube em condições de encarar essa pedreira. É isso que o Fantasma busca e quem sabe, se tudo der certo, tem boas chances de virar realidade. Vem Brasileirão aí, o Fantasma está enxergando longe.

Operário Ferroviário em ritmo de decisão

A temporada mal começou e o Fantasma já está em um ritmo frenético de decisão. Após o confronto diante do Coritiba, que valeu a passagem de ambos paras as semifinais, graças a detalhes favoráveis na tabela, já que empataram em Vila Oficinas, agora o Operário Ferroviário tem pelo menos mais uma decisão pela frente e que vale vaga na final do primeiro turno do Campeonato Paranaense 2019, denominado Taça Barcímio Sicupira.

O desafio será bater o Toledo em seus domínios. No caso de terminar empatado, a vaga será definida na cobrança de pênaltis. Na outra semifinal, também longe do Couto Pereira, o Coxa terá que superar o embalado FC Cascavel, do técnico Paulo Foiani.

Até agora foram seis partidas oficiais do Fantasma na temporada 2019 e mesmo com uma boa pré-temporada, pelo menos no que diz respeito ao tempo de trabalho, jogos-treino e tudo mais, o time do técnico Gerson Gusmão ainda busca pelo ritmo de jogo. Isso se reflete principalmente no meio campo, que quando de posse de bola, o time ainda tem dificuldade para avançar ao taque com segurança. Nesse embalo, devem chegar logo em Vila Oficinas mais um zagueiro e um meia.

A verdade é que a ausência do meia Cleyton, que vinha treinando como titular no início dos trabalhos e depois desfalcou o time devido a necessidade de fazer uma artroscopia no joelho, atrapalhou todo o esquema tático que estava na cabeça do treinador alvinegro. Contudo, o time parece estar melhorando e fez um bom jogo diante de Alviverde do Alto da Glória, mas precisa ficar mais atento. Portanto, neste domingo, diante do Toledo, tem pedreira pela frente e não é mais permitido vacilar.