Política

Atividades não essenciais vão parar em algumas regiões do Paraná; confira quais serão afetadas

Números da covid-19 estão crescentes no estado
(Foto: Arquivo DC)

Em pronunciamento que está acontecendo, via internet, o governador do Paraná, Ratinho Junior, destaca novas medidas que o Paraná adotará para o enfrentamento da pandemia de covid-19. Segundo o secretário de Saúde, Beto Preto, o decreto que deve ser publicado ainda hoje pelo Governo Estadual, deve determinar o fechamento das atividades não essenciais pelos próximos 14 dias, valendo a partir de amanhã (1°), para os municípios que integram as seguintes regionais de saúde: Cornélio Procópio, Londrina, Cianorte, Toledo, Cascavel, Foz do Iguaçu, além de Curitiba e Região Metropolitana. “Não queremos sacrificar os municípios que estão com situação mais controlada, até para evitar maiores consequências à economia”, afirma Ratinho Junior. As regionais de Saúde de Ponta Grossa e região ficarão de fora das restrições. 

O governador lamenta ainda que os números registrados nesta terça-feira (30), sãos os piores registrados até agora no Paraná, com confirmação de 36 óbitos pela covid-19, nas últimas 24 horas.  “Estamos entrando em uma quarentena mais restritiva em algumas regiões do estado onde a curva de crescimento está fora do crescimento considerado normal na pandemia”, aponta. Conforme a Sesa, 75% dos casos estão vinculadas em 134 municípios, pertencentes a 17 regionais de Saúde. “As nossas decisões a partir de hoje precisam ser pontuais e regionais”, aponta Ratinho, ressaltando que nesta terça-feira (30), o Paraná registrou os piores índices em relação a número de casos positivados e óbitos.

O governador explica que hoje o Paraná não tem problema com disponibilidade de respiradores. Ele destaca ainda o aumento no número de UTI. “De mil leitos habilitados em 30 anos, já entregamos quase 800 novos leitos”, frisa. Conforme o governador, os problemas registrados atualmente são outros. “Estão acabando, no mundo, os medicamentos para sedar o paciente que precisar ser entubado e a escassez de intensivistas para leitos de UTI. Precisamos fazer com que a curva perca intensidade”, completa.

De acordo com Beto Preto, nos últimos 15 dias foi registrado mais da metade dos casos desde março no Paraná, quando foram registrados os primeiros casos no Paraná. Também sido registrado um aumento considerável no número de óbitos por dia. 

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