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Hospital Municipal tem oito servidores afastados com covid

A viralização de um vídeo publicado em rede social por servidora do Hospital Municipal de Ponta Grossa, no qual ela aponta a suposta falta de EPIs para os profissionais que atendem os pacientes, foi alvo de comentário do prefeito Marcelo Rangel em sua rádio.

Rangel disse que deve ser instalada sindicância para apurar a denúncia, e isso também levou a Controladoria Geral do Município (CGM) a fazer uma verificação técnica no hospital.

Além da denúncia, números oficiais da Fundação Municipal de Saúde apontam (FMS) que o contágio entre profissionais do HM é fato. De acordo com a fundação, dos 389 funcionários que trabalham no local, foram afastados 73 desde o início da pandemia. Todos suspeitos de terem contraído o vírus.

Do total de afastados, 12 tiveram diagnóstico positivo para a covid-19. No momento, 17 estão de atestado por apresentarem sintomas respiratórios, dos quais, até agora, oito são casos positivos para covid-19.

Durante a visita realizada nesta quinta-feira (6), o controlador geral Lauro Costa, acompanhado da presidente da Fundação Municipal de Saúde Angela Pompeu e do secretário adjunto de Saúde, Rodrigo Manjabosco, verificou os estoques do hospital, assim como as medidas adotadas pela direção do estabelecimento na distribuição e utilização de equipamentos de proteção individual e quais protocolos sanitários têm sido aplicados com o intuito de evitar a contaminação de funcionários e pacientes pelo Coronavírus durante os atendimentos.

“Durante essa visita, pudemos constatar que o Hospital Municipal tem aplicado medidas importantes para evitar a disseminação do Coronavírus, incluindo um protocolo específico de trabalho e a disponibilização de todos os equipamentos de proteção individuais”, disse Costa, descartando a falta de equipamentos como possível causa de contágio.

 

Materiais

De acordo com a presidente FMS, Angela Pompeu, o Município tem buscado implementar medidas ágeis e eficientes para ampliar a segurança de todos que utilizam os estabelecimentos de saúde da cidade. “Além de agilizarmos os processos para a compra e distribuição de materiais de segurança e demais insumos utilizados nos estabelecimentos de saúde, nós também desenvolvemos um fluxo específico de atendimentos como forma de evitar a contaminação cruzada de pacientes. Estamos verificando constantemente os estoques e as necessidades das unidades e promovendo adequações o mais rápido possível, sempre com o acompanhamento da CGM, para que a população siga contando com o devido atendimento”, declara.

 

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