Economia

Minha Casa Minha Vida em Ponta Grossa: saiba se você pode participar

A cidade Ponta Grossa, localizada no estado do Paraná, situa-se a 103 quilômetros de Curitiba, a capital paranaense, e detém uma população de 351.736 habitantes, a quarta maior do estado. O município, que é conhecido como Princesa dos Campos, possui o maior polo industrial do interior do Paraná, cenário que favorece a geração de empregos na cidade. Possuindo um PIB (Produto Interno Bruto) de R$ 11.598.000,00 mil e um PIB per capita de R$ 34.670,00, os habitantes de Ponta Grossa apresentam potencial aquisitivo que, aplicado na economia da cidade, trabalha em prol da estruturação do município.

Embora a cidade não tenha um viés turístico, as praças e espaços públicos destinados ao lazer e entretenimento atraem boa parte da população da cidade nos fins de semanas e feriados, que tem a possibilidade de desfrutar do Parque Ambiental, que compreende uma pista de skate, uma pista de caminhada, quadras para a prática esportiva e espaços para o público infantil. Além do Parque Ambiental, os habitantes de Ponta Grossa adeptos de um passeio mais tranquilo ao ar livre possuem a alternativa de visitarem o Parque Margherita Masin ou a Praça Barão do Rio Branco, nos dias de lazer.

A economia do município, que também respalda-se por compor o processo de exportação do Porto de Paranaguá e Corredor do Mercosul, floresceu financeiramente sobretudo com a expansão de indústrias na extensão da cidade, seja no setor alimentício, logístico e de produção, cenário que impulsionou a renda de Ponta Grossa e  se associou com o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) da cidade, que possui o indicador de 0,763 e é considerado alto para os padrões brasileiros. É fato que, com verba, a facilidade para expandir estruturalmente uma cidade e viabilizar um desenvolvimento para população é maior, no entanto, se esse capital for mal empregado, o passivo financeiro do município tende a crescer, afundando os recursos financeiros num poço e originando uma crise. Portanto, a aceleração no que diz respeito à qualidade de vida de Ponta Grossa é atribuída diretamente a uma boa administração dos recursos.

A infraestrutura da cidade, que foi instaurada gradativamente, baseia-se na otimização do transporte, segurança e acesso à cultura no município. Contando com o principal entroncamento rodoferroviário do município, o transporte de Ponta Grossa teve seus investimentos intensificados para que a sua demanda fosse devidamente atendida. Através do sistema Tronco-Alimentador, interligando seus principais terminais urbanos, o morador da cidade sente-se amparado e tem a prerrogativa de se deslocar para qualquer localidade do município através do serviço de transporte público.

Em relação ao acesso à cultura, que fomenta o conhecimento e potencializa o senso crítico das pessoas, a cidade de Ponta Grossa investe em Museus, dentre eles o Museu Campos Gerais, Museu Época, Museu de Arqueologia, Casa da Memória Paraná, Museu de Geologia e Paleontologia, além de Teatros, como o Cine-Teatro Ópera, Teatro Marista, Cine-Teatro Pax, Auditório da Reitoria da UEPG, Auditório do Centro de Cultura, sem contar nas Bibliotecas Públicas da cidade, que compreendem a UEPG e a Biblioteca Pública Municipal Professor Bruno Enei.

Já no que diz respeito à educação, o município de Ponta Grossa conta nove universidades, sendo duas públicas, além de 84 escolas que oferecem o ensino básico ao jovem da cidade. Agora, discorrendo sobre a segurança, este serviço público é referência na região e compõe-se pela Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, da Polícia Militar, da Polícia Civil, e da Guarda Municipal, assegurando integridade física à população e garantindo o direito de ir e vir.

Estes coeficientes agem em prol daqueles que, desamparados na sua cidade natal e a procura de uma localidade que lhes ofereça condições de progresso, estimulem-se a rumarem para Ponta Grossa. Apresentando o melhor saldo de empregos dentre as principais cidades paranaenses, o movimentado mercado de trabalho ponta-grossense se associa ao desenvolvimento industrial na cidade, tendo em vista que, as empresas tendo crescido, a oferta naturalmente cresce e, portanto, é necessário que a demanda de funcionários acompanhe essa ascensão.

 

Baseando-se em 1.038 admissões a mais que demissões e 300% a mais de contratações, de acordo com o CAGED, a cidade de Ponta Grossa tornou-se a maior tendência do mercado de trabalho contemporâneo, atraindo inúmeros investimentos e seduzindo a mão de obra qualificada que se espalha pelo país. Neste ínterim e indo de encontro a narrativa explanada, o mercado imobiliário cresceu consideravelmente no município neste ano, aumentou a incidência de procura nas imobiliárias em Ponta Grossa.

Resistindo a crise e beneficiada pelo aumento da procura por imóveis, o mercado imobiliário na cidade voltou a se tornar rentável com o aquecimento recente, conforme abordou Carlos Tavarnaro, presidente do SECOVI/PR (Sindicato da Habitação e Condomínios), também atribuindo o boom no segmento ao término das eleições do ano passado:

“Isso trouxe mais estabilidade, mais segurança e capacidade de endividamento por parte do consumidor. É o compromisso de longo prazo, que não existia no governo anterior, que traz mais confiança. O financiamento era atrelado ao índice TR, e agora passou a ser ao índice de inflação. Com isso vamos ter a entrada de fundos do mundo inteiro, comprando a carteira da Caixa, que vai ter um poder quase ilimitado de oferta de crédito”, finalizou.

Destarte, com a liberação de crédito e a diminuição dos juros, o cidadão sente-se mais confortável para aplicar dinheiro em um empreendimento. O Minha Casa Minha Vida, mecanismo elaborado pelo governo objetivando a aquisição de um imóvel aqueles que não detêm tanto poder aquisitivo, também contribuiu efetivamente para que, em Ponta Grossa, o segmento imobiliário passasse a apresentar um resultado. Para participar do programa, certifique-se de alguns aspectos para verificar se você se enquadra no perfil do Minha Casa Minha Vida em Ponta Grossa.

É necessário que não possua um imóvel, nem financiamento de imóvel ou de material de construção. Além disso, sua família precisa estar cadastrada no CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) para que tenha o benefício deferido. Você também não pode ter recebido benefícios de programa habitacional, nem ser arrendatário do Programa de Arrendamento Residencial (PAR), muito menos trabalhar ou ser casado de quem trabalha na Caixa. Por fim, é de suma importância que não componha o CADMUT e nem o CADIM, para que seu financiamento imobiliário seja aprovado.

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