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Palestra em Arapoti alerta homens sobre o risco do câncer de próstata

Realizada em Arapoti, ação do Novembro Azul tirou dúvidas de dezenas de funcionários da Capal sobre a necessidade do diagnóstico precoce
(Foto: Divulgação)

Funcionários da Capal Cooperativa Agroindustrial participaram de uma palestra para alertar sobre o câncer de próstata. Realizada na Associação dos Funcionários da Capal (Asfuca), a ação é parte das atividades organizadas na cooperativa em relação à campanha Novembro Azul e despertou o interesse sobre a necessidade dos exames preventivos.

A palestra “Saúde do Homem” foi ministrada pelo clínico-geral da Secretaria de Saúde de Arapoti, Eduardo Mayrhofer Sargi, para 61 homens. Essa foi a primeira vez que a cooperativa promoveu um evento exclusivo sobre o assunto. A iniciativa, que contou ainda com sorteio de brindes, foi da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) e do Departamento de Comunicação da Capal. O Instituto Nacional do Câncer (Inca) estima que o ano de 2018 fechará com 68 mil novos casos da doença registrados no País.

“Mudar a forma como os homens encaram os cuidados com a própria saúde é muito importante. Acredito que uma palestra exclusivamente para esse assunto ajuda a tirar o estigma dos exames que são necessários para o diagnóstico precoce do câncer de próstata”, afirmou Eduardo Sargi. O funcionário da Capal Rubens Simão elogiou a iniciativa, considerando-a “bastante proveitosa”. “Tirei muitas dúvidas e agregou o quanto é importante o exame preventivo. A Capal está ajudando as pessoas que não têm conhecimento sobre o assunto a se conscientizar da importância do exame e da prevenção”, destacou Simão.

Anualmente na Capal, no mês de novembro, acontece uma ação para alertar os homens da gravidade do câncer de próstata e da importância de realizar o exame. Edson José Carvalho, presidente da Cipa, conta que a recepção ao assunto foi muito boa, na medida em que discutiu alguns estereótipos em torno da doença. “A palestra desmistificou que a prevenção tenha alguma relação com a sexualidade, afinal, como foi destacado, atualmente não existe exame que substitua o toque, mesmo com os avanços tecnológicos”.