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Parque Histórico de Carambeí tem apoio do BRDE

A Associação Parque Histórico de Carambeí (APHC), fundada em 2001, tem o objetivo de resgatar, preservar e difundir a história da colonização holandesa nos Campos Gerais. Em 2011, para celebrar os 100 anos da colonização holandesa, a APHC inaugurou a Vila Histórica, uma nova ala construída no Parque Histórico de Carambeí (PHC), que se tornou a maior área museal a céu aberto da América Latina. Atualmente, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) integra, através da Lei Rouanet, que regulamenta o incentivo à cultura e possibilita que empresas e pessoas físicas apliquem parte do Imposto de Renda em projetos culturais, o grupo de parceiros da APHC.

O BRDE foi fundado em 1961 para melhor atender empreendedores do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul em suas necessidades de crédito. A instituição financeira de fomento apoia projetos de investimento em todos os ramos da economia. Para Jorge Gomes Rosa Filho, vice-presidente e diretor Financeiro do BRDE, o banco, em seus 52 anos de fundação, construiu uma relação muito forte com o setor agropecuário do Paraná, um dos principais veios econômicos do Estado e que nasceu e se aprimorou com o trabalho dos imigrantes que aqui aportaram.

Os primeiros holandeses chegaram à região dos Campos Gerais em 1911, onde criaram raízes. Depois de muita luta para vencer as dificuldades enfrentadas na “nova terra”, construíram um legado por meio da religião, educação e do cooperativismo, alicerces desta colonização. A parceria firmada entre BRDE e a APHC busca valorizar a luta dos colonos holandeses nos Campos Gerais. “A obra dessa gente, que deixou suas raízes de lado para viver uma aventura do lado oposto do Atlântico, emociona e, por conta de tudo isso, a parceria com o Parque Histórico de Carambeí significa reafirmar os propósitos basilares do BRDE de induzir e fomentar investimentos que produzam bem-estar social e, acima de tudo, reconhecer o valor de cada gota de suor derramada em nome do avanço dos Campos Gerais e, consequentemente, do Paraná”, aponta Jorge Gomes Rosa Filho. (Das Assessorias)

 

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Jorge Gomes Rosa Filho: “A obra dessa gente, que deixou suas raízes de lado para viver uma aventura do lado oposto do Atlântico, emociona”