Psicologia em pauta
Exercício Físico como complemento à prevenção e ao tratamento da Depressão

Lílian Yara de Oliveira Gomes

                          CRP  08/17889

 

 

Sabemos o quanto o exercício físico ajuda e melhora na manutenção de nossa saúde. Nem todas as pessoas “gostam” de exercitar-se, porém tal como uma alimentação adequada, os exercícios deveriam fazer parte obrigatória da nossa rotina.

“A prática regular de determinada atividade física reduz substancialmente o risco de morrer de doença cardíaca coronária e diminui o risco de infarto, câncer de cólon, diabetes e pressão alta, depressão, ansiedade, entre outras enfermidades”.

“A atividade física tem estado entre essas novas descobertas para o tratamento da depressão, onde seus efeitos antidepressivos têm recebido considerável atenção.

Durante a realização de exercícios físicos, o organismo libera dois hormônios essenciais para auxiliar no tratamento da Depressão, a endorfina e a dopamina”. São hormônios importantes e essenciais para auxiliar no tratamento e na prevenção da Depressão: “a endorfina, conhecida também como “hormônio da alegria”, pois promove a sensação de bem-estar, euforia e alívio das dores e a dopamina, promove efeito analgésico e tranquilizador”.

Pesquisas apontam que “a prática de exercícios aeróbicos, como andar, correr e nadar, de 20 a 40 minutos, duas vezes por semana, têm capacidade de liberar B-endorfina. Sendo ao ar livre, os exercícios, produzem a serotonina, neurotransmissor que colabora na regulação do nosso humor e na temperatura corporal”.

A atividade física, além da liberação de hormônios também nos ajuda a melhorar a nossa qualidade de vida, pois auxilia na “melhoria das nossas relações sociais, minimiza nosso sofrimento psíquico e físico, aumenta nossa autoestima”.

Aliada da atividade física, também temos na Respiração Consciente, uma importante fonte de produção de Bem-Estar. Perceber-se “respirando”, conscientemente é um valioso instrumento para diminuir a Ansiedade e a Depressão. Nos faz, perceber-se, concentrar em nós mesmos, focar, relaxar.

Portanto, tanto o exercício físico como a respiração consciente “são  instrumentos de grande valor terapêutico, quando integrado à Psicoterapia, ao tratamento medicamentoso, quando indicado pelos profissionais dessas áreas”. Fonte: natue.com.br