Visão Empresarial
Por que julgar as pessoas é decorrente das emoções do que da racionalidade?

Inconsciente

Um psicólogo chamado Paul Ekman fez uma pesquisa a respeito das emoções básicas do ser humano e concluiu que nós seres humanos temos seis emoções que podem ser identificadas em todos os povos do mundo de maneira extremamente tranquila. São as expressões faciais que levam à identificação dessas seis emoções: a raiva, o medo, a tristeza, o nojo ou desprezo, a surpresa e a alegria. Se você perceber há quatro emoções negativas: medo, tristeza, raiva e desprezo. Depois você tem a surpresa que pode ser tanto positiva quanto negativa e finalmente você tem a alegria, o único aspecto realmente positivo das emoções básicas do ser humano.

 

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Sentimento

E sobre essas emoções não temos controle algum porque saem direto do nosso inconsciente e eventualmente, de vez em quando, a gente pode até conseguir controlá-las de maneira racional e consciente. Você não consegue dizer não vou sentir raiva ou não vou sentir alegria, ou muito menos vou sentir tristeza. Simplesmente o que você pode tentar é eliminar o efeito desta emoção que veio ao seu consciente e o nome disso é sentimento. Quando nós reconhecemos que estamos passando por um quadro emocional estamos sentindo, estamos identificando nossos sentimentos. Basicamente algumas pessoas gostam de julgar os outros porque estão movidos por uma emoção.

 

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Gerenciar

Por isso que a gente costuma dizer que quem julga os outros via de regra é movido muito mais por atividades inconscientes, emoções, do que propriamente pela maneira racional. E aí vem uma dica. Se você aprender a gerenciar o efeito que as emoções geram na sua atitude e no seu comportamento pode ser que racionalmente você consiga pelo menos gerenciar o impulso de querer julgar os outros de maneira precipitada e de uma maneira extremamente facetada, ou seja, apenas pelo seu lado. Pense nisso!

 

Luciano Salamacha